sexta-feira, 29 de junho de 2018

A cimeira europeia foi uma vitória para o Nacionalismo... mas poderá ser uma enorme catástrofe para Portugal!


      Aconteceu o inevitável: a UE, encabeçada pela poltrona ex-Stasi Mer(d)kel e pelo seu fiel lacaio comedor de velhinhas Macron Hollande II, cedeu à pressão da Itália:
«Num acordo obtido apenas às 4h35 e depois de as negociações terem sido bloqueadas pelo primeiro-ministro italiano, os 28 países da União Europeia (UE) chegaram a um entendimento para uma alteração da política de "refugiados" que, apesar de vaga, é favorável àqueles que pretendiam um maior controlo das fronteiras externas da comunidade.

 Angela Mer(d)kel: ex-agente da Stasi e uma séria candidata a pior ser humano de todos os tempos!

O novo acordo põe um fim às quotas de distribuição de "requerentes de asilo" e "refugiados" estabelecidas em 2015, que foram contestadas sobretudo por países da Europa central e de leste, como a Hungria e Polónia. A partir de agora, o “voluntarismo” é um conceito-chave do novo sistema de acolhimento de "refugiados" e "requerentes de asilo".»

Tradução: a partir de agora, só os países com esquerdalhos e direitinhas no poder é que vão continuar a receber "refugidos". Isto são péssimas notícias para Portugal, por motivos que toda a gente deve perceber neste momento.

«Como vem explicado no acordo final, todos os imigrantes que forem resgatados em território da UE serão transferidos para “centros controlados” que serão estabelecidos dentro de Estados-Membros da UE. Porém, estes centros serão estabelecidos “apenas numa base voluntária”, sem que seja designado, afinal, que países é que desde já se voluntariam para ter essas plataformas.
Esta é uma alteração de base na política europeia para os "refugiados", que surge numa altura em que o número de entradas atinge os valores mais baixos dos últimos anos. Depois do pico de pedidos de asilo de 2015 (1,3 milhões), os números desceram consistentemente: 1,2 milhões em 2016; 704 mil em 2017; e 131 mil no primeiro trimestre de 2018, o que representa um decréscimo de 25% no período homólogo do ano anterior. Ainda assim, apesar destes números, a subida de um governo anti-imigração em Itália e a pressão criada de dentro da coligação liderada por Angela Mer(d)kel levaram a que este tema se tornasse na maior prioridade desta cimeira do Conselho Europeu.»

O parágrafo anterior é um excelente exemplo da desonestidade "jornalística" que pauta tudo o que tem relação com a imigração: uma descida do pedido de asilos não corresponde necessariamente a uma diminuição do número de imigrantes e, mais importante ainda, não faz antever uma descida sustentada da imigração no futuro. A população africana não pára de aumentar e é sabido que grande parte dos jovens do continente negro tem a ambição de vir para o Ocidente. Os  europeus têm por isso toda a razão para estarem cada vez mais preocupados com a imigração e com as suas consequências.

«O acordo sublinha também a “necessidade de intensificar significativamente o regresso efectivo dos imigrantes irregulares” e apela ao “controlo efectivo das fronteiras externas da UE”. Para atingir estes dois objectivos, é referido o “aumento dos recursos” e o “reforço” do mandato da Frontex, a agência de segurança de fronteiras europeia. Não é referido qualquer número que quantifique este “reforço”, mas é conhecido o objectivo da Comissão Europeia de, entre 2021 e 2027, elevar o número de funcionários da Frontex para 10 mil — sendo que actualmente são sensivelmente 1200.»

Vá lá, finalmente algo de positivo vindo da UE. Então, críticos da Democracia, vale ou não a pena votar nos partidos nacionalistas? 

«Angela Mer(d)kel regressa a Berlim desta cimeira do Conselho Europeu com um acordo que, a braços com uma crise dentro da coligação de governo com os conservadores da CSU, lhe pode servir como um balão de oxigénio. A chanceler alemã estava a ser pressionada pelo líder da CSU e ministro da Administração Interna, Horst Seehofer, para garantir um decréscimo das entradas de "refugiados" e "requerentes de asilo" na Alemanha [e de imigrantes, não, ó seu "jornalista" desonesto?]. No final da cimeira, Angela Mer(d)kel disse que era um “bom sinal” ter sido atingido um acordo a 28 na UE, mas acrescentou: “Ainda temos muito trabalho pela frente para construirmos pontes entre as diferentes opiniões”.
No acordo, é referido também que os “movimentos secundários dos "requerentes de asilo"” — ou seja, a passagem para um segundo país por parte de um "requerente de asilo", depois de se ter registado num primeiro, onde a lei o obriga a ficar — serão solucionados através de “medidas internas a nível legislativos e administrativo”.
Esta adenda, que remete para o nível nacional e bilateral as medidas que não reuniram um consenso a 28, deixa antecipar a continuação do debate interno no governo de Angela Mer(d)kel, mesmo que com o tom menos elevado. A 12 de Junho, Horst Seehofer cancelou a apresentação de um “grande plano” de 63 medidas para reformar a política alemã para "refugiados", onde se previa a expulsão de "requerentes de asilo" que tivessem sido registados anteriormente noutros países da UE. Agora, é bastante forte a probabilidade de o ministro da Administração Interna e líder da CSU voltar a apostar nessa moeda

 Ora bem, isto foi evidentemente uma enorme derrota para a monstruosa Mer(d)kel, que teve de ceder perante a Itália, a Áustria e o grupo de Visegrado. Mas atenção, caros leitores, muita atenção, que esta cimeira europeia pode significar uma catástrofe para o nosso país: tendo em conta que o actual (des)governo "tuga" quer importar 75 mil imigrantes por ano e que se disponibilizou recentemente para acolher os imigrantes rejeitados por Itália e por Malta, é muito provável que venhamos a ter no nosso país um dos tais "centros de controlo estabelecidos numa base voluntária".

Para além do indiano Costa e do bilderbergue Marcelo, o ministro da administração interna Eduardo Cabrita parece estar especialmente apostado em destruir demograficamente Portugal. Ainda hoje voltou a afirmar que "não tolera racismo", a propósito de uma agressão com contornos muito duvidosos que aconteceu aqui no Porto há uns dias atrás. Preparem-se, caros leitores: o nosso "rectângulo à beira-mar plantado" tem escapado mais ou menos ileso à vaga imigratória, mas isso poderá estar prestes a mudar...




Acutalização: enquanto escrevia esta posta, o monhé indiano a quem os estúpidos dos portugueses permitiram ser primeiro-ministro já veio dizer que Portugal não se vai candidatar a receber um dos tais "centros controlados" para receber iminvasores. Parece bom demais para ser verdade, pelo que é melhor estarmos atentos nos próximos dias, o Costa não dá ponto sem nó...

7 comentários:

Pequena Marilu disse...

Por vezes preferia viver na Áustria, ou na Hungria, pois eles não deixam esses "gatunos" entrar no seu país!
Reparo que usas o antigo acordos nos teus blogues :).Estava eu no primeiro ano quando foi adotado, ou seja, a meio do ano aprendemos que já não se usa as Maiúsculas nos meses, nem o c sendo que no início aprendemos como no acordo antigo.
Ainda hoje os meus professores escrevem com ele e até reclamam dele :V.

Afonso de Portugal disse...

Pequena Marilu disse...
«Por vezes preferia viver na Áustria, ou na Hungria, pois eles não deixam esses "gatunos" entrar no seu país!»

E fazem eles muito bem, amiga! Nós, infelizmente, ainda temos muito caminho para andar aqui em Portugal. As pessoas ainda não perceberam que a imigração, para trazer realmente benefícios, tem de ser feita com moderação.


«Reparo que usas o antigo acordos nos teus blogues :).Estava eu no primeiro ano quando foi adotado, ou seja, a meio do ano aprendemos que já não se usa as Maiúsculas nos meses, nem o c sendo que no início aprendemos como no acordo antigo.»

Pois, nem sequer te deram a hipótese de escrever em português pré-aborto ortográfico... isso deixa-me francamente revoltado! O português pré-aborto ortográfico é mais próximo do Latim e do resto das línguas indo-europeias:

https://totalitarismouniversalista.blogspot.com/2015/03/o-porque-de-o-aborto-ortografico-ser.html

É ridículo que, graças ao aborto, haja palavras inglesas e alemãs mais próximas do latim!!!


«Ainda hoje os meus professores escrevem com ele e até reclamam dele :V»

Pois, esse é o grande problema dos portugueses, resmungam em privado, mas depois não fazem nada... é preciso votar em que estiver disposto a reverter o aborto ortográfico, senão ficará tudo na mesma!

ZeroZero disse...

Lembrem-se uma coisa...se a Europa Ocidental continuar a receber imigrantes em massa e a Europa Oriental não, as diferenças vão começar a ser tão abismais que a UE simplesmente não tem futuro. Ao seja, os pulhas que dominam a Europa Ocidental vão ter que se conter com a imigração. A resistência na Europa Oriental "compram-nos" algum tempo.

Stonefield disse...

Parece-me que é ainda um pouco cedo para atirar foguetes. Algumas destas medidas parecem ir na direcção certa. «Mas isto não é o fim; não é sequer o princípio do fim; será, quando muito, o fim do princípio», para citar uma frase conhecida.
Receio que isto seja o “deitar água na fervura”, a que me referi há uns dias, a propósito do JMF. Parece-me que se quer acabar com o espectáculo ultrajante dos navios negreiros, mas não com a invasão: agora irão buscá-los, mais discretamente, aos “centros de desembarque”.
E a Liga de Matteo Salvini, com as suas qualidades, não é o partido em que eu (se fosse italiano) votava: a minha escolha iria para o CasaPound ou o Forza Nuova (sempre divididos!), esses sim, verdadeiros nacionalistas (mas com percentagens ainda residuais, infelizmente).

Anónimo disse...



Sabe-se agora a razão da visita de Merkel a Portugal, depois do congresso de aval imigratório do PS: resolver o refugo de requerentes de asilo da Alemanha. O que também explica a razão de o Costa ter ido ver a bola durante a pré-cimeira: já estava tudo tratado. E não era pouco. O número é 75 mil. Foi anunciado dias antes pelo Cabrita, Ministro da Imigração (ou dos Refugiados, que é o mesmo), como uma grande necessidade (!). É claro que o Costa já começou a deitar culpas à Itália que desnudou o regabofe europeu. Para o ano haverá mais gente, evidentemente. Imagino que a Suécia mude em Setembro e tente também aligeirar a carga. Além de que o próprio número é indicativo, tem margem, como separar «imigrantes» de «asilados». O SEF vai agilizar montes de procedimentos e montes de pedidos e montes de ilegais. É inimaginável a quantidade de problemas de segurança e de dinheiro por causa destas medidas. Haverá um esforço da UE como chamariz mas é preciso não esquecer que 40% dos fundos aproximadamente resultam das contribuições dos estados membros e os encargos ficam para o futuro. Com o aumento x10 da despesa do Frontex, os apoios à agricultura vão para o galheiro. Ainda da componente rural hão-de sacar o custo da instalação de «jovens» dos tais para bem do nosso interior e do nosso desenvolvimento... O Cabrita foi diplomaticamente ao parlamento passar a mão pelo pêlo e agradecer a autorização geral, realçando o desígnio do primeiro lugar no campeonato mundial da integração.

Nuno

Afonso de Portugal disse...

ZeroZero disse...
«Lembrem-se uma coisa...se a Europa Ocidental continuar a receber imigrantes em massa e a Europa Oriental não, as diferenças vão começar a ser tão abismais que a UE simplesmente não tem futuro. Ao seja, os pulhas que dominam a Europa Ocidental vão ter que se conter com a imigração. A resistência na Europa Oriental "compram-nos" algum tempo.»

Eu gostava de partilhar o seu optimismo, caro ZeroZero, mas como bem observou o Stonefield no comentário a seguir ao seu, nada é garantido quando o assunto é a imigração. A rapidez com que o monhé Costa descartou a possibilidade de receber um dos tais “centros controlados” deixa-me francamente preocupado. É uma atitude muito suspeita, mesmo muito suspeita, por parte de um governo que, até agora, foi sempre fervorosamente a favor da iminvasão. Receio bem que a teoria do Nuno esteja correcta…


Stonefield disse...
«Parece-me que é ainda um pouco cedo para atirar foguetes.

Acredite, caro Stonefield, não foi essa a minha intenção. A Mer(d)kel levou uma pequena derrota nesta cimeira, mas a guerra da imigração ainda está claramente a ser ganha pelos globalistas.


«Receio que isto seja o “deitar água na fervura”, a que me referi há uns dias, a propósito do JMF. Parece-me que se quer acabar com o espectáculo ultrajante dos navios negreiros, mas não com a invasão: agora irão buscá-los, mais discretamente, aos “centros de desembarque”.»

É isso, “longe da vista, longe do coração”. Em vez de termos o espectáculo dramático dos “náufragos”, os imigrantes passam a vir directamente para os tais “centros”, discretamente, sem espalhafato.


«E a Liga de Matteo Salvini, com as suas qualidades, não é o partido em que eu (se fosse italiano) votava: a minha escolha iria para o CasaPound ou o Forza Nuova (sempre divididos!), esses sim, verdadeiros nacionalistas (mas com percentagens ainda residuais, infelizmente).»

Esse é o drama dos verdadeiros partidos nacionalistas, passou-se o mesmo com o BNP e com o NPD na Alemanha. Julgo que questão é que estes partidos não conseguem deixar de passar uma imagem demasiado nacional-socialista e o eleitorado está mentalmente programado para rejeitar essa imagem sem pensar no assunto profundamente. Tenho tentado alertar os nacionalistas portugueses para evitarem cair nessa armadilha, mas é muito difícil espantar os mais extremistas sem atrair os minho-timoristas ou outros pseudonacionalistas que não se importam de todo com a questão racial. Confesso que não sei como sair resolver esta pescadinha de rabo na boca: se nos moderamos, ganhamos mais adeptos e militantes, mas muitos desses militantes são de qualidade duvidosa; porém, se nos radicalizamos, não obtemos votos nas urnas…

Afonso de Portugal disse...

Nuno disse…
«Sabe-se agora a razão da visita de Merkel a Portugal (…) O que também explica a razão de o Costa ter ido ver a bola durante a pré-cimeira: já estava tudo tratado. E não era pouco. O número é 75 mil. »

Excelente análise, caro Nuno! Receio que seja isso mesmo, que acabaremos por ficar com muitos dos imigrantes rejeitados pelos outros países europeus, sem precisarmos sequer de centros de processamento.


«O SEF vai agilizar montes de procedimentos e montes de pedidos e montes de ilegais. É inimaginável a quantidade de problemas de segurança e de dinheiro por causa destas medidas.»

É preciso no entanto reconhecer que um povo que vota como o nosso não merece outro destino. Um dos chavões que mais me irrita nos portugueses ultimamente –e que é usado até por muitos nacionalistas que deviam saber melhor– é o recurso sistemático à falácia do “Não se preocupem, os imigrantes só querem usar Portugal como porta de entrada, eles não querem ficar cá, querem seguir para a Europa!» Mesmo que isso fosse verdade em 99% dos casos, sempre haveria 1% a ficar cá. E a verdade é que tudo indica que estão a ficar por cá bem mais do que 1%, basta ver que já teremos cerca de 1,5 milhões de alógenos, só entre imigrantes de primeira e segunda gerações.

O povo português ainda não interiorizou que a imigração é um problema muito sério, que pode acarretar consequências muito graves para várias gerações de portugueses. Os portugueses dividem-se entre a indiferença para com a imigração e o interesse nos proveitos económicos decorrentes da imigração. Só que os custos da imigração a longo prazo só virão mais tarde…


«(…) é preciso não esquecer que 40% dos fundos aproximadamente resultam das contribuições dos estados membros e os encargos ficam para o futuro. Com o aumento x10 da despesa do Frontex, os apoios à agricultura vão para o galheiro.»

Esse é outro fenómeno que poucos em Portugal parecem entender. Já houve uma redução dos fundos agrícolas há uns meses, devido à saída do Reino Unido da UE e consequente diminuição do orçamento comunitário, mas os agricultores portugueses ainda não se consciencializaram de que a mama vai mesmo acabar. De nada adiantará o Marcelo e o Costa choramingarem, porque o carcanhol vai mesmo acabar.
Ora, conhecendo a velha chico-espertice “tuga”, vai haver certamente muita gente a querer facturar à custa da imigração. Desde que a UE pague, não faltará quem faça projectos, alugue espaços e até construa novas estruturas para “acolher” os terceiro-mundistas. A factura, como tem sido habitual, virá depois, para ser paga por todos nós.


« O Cabrita foi diplomaticamente ao parlamento passar a mão pelo pêlo e agradecer a autorização geral, realçando o desígnio do primeiro lugar no campeonato mundial da integração.»

Esse cretino é pura e simplesmente execrável. Não é que os outros pulhíticostugas” sejam melhores, mas a forma como ele se tem vangloriado e se orgulha da sua política de imigração é pura e simplesmente asquerosa.