sábado, 12 de maio de 2018

O Prof. Jordan Peterson sobre a importância dos pais no desenvolvimento das crianças


    O nosso já bem conhecido herói da liberdade de expressão, defensor da superior Civilização Ocidental, tradicionalista convicto e professor de psicologia da Universidade de Toronto fala-nos brevemente acerca do papel decisivo que os pais (refiro-me aos progenitores do sexo masculino) desempenham no desenvolvimento saudável das crianças.



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Ver também:

Larry Elder explica porque é que os pais são importantes (com legendas)
Tucker Carlson e Jordan Peterson sobre o declínio da masculinidade no Ocidente (com legendas)
Paul Joseph Watson: «A guerra contra os homens» (com legendas)
Nos EUA: "homens" sujeitam-se a aulas para desaprenderem a ser masculinos!
Justino 'Larilão' Trudeau pede aos homens que se transformem voluntariamente em eunucos!
Mulher branca tradutora do FBI traiu o seu marido e o seu país por um terrorista negro do ISIS
Mãe australiana abandona os seus filhos de 2 e de 7 anos para seguir o seu macho islâmico!
A escumalha está indignada: o Donald Trump não é um eunuco, pá!
Sobre a adolescente "austríaca" que se juntou ao ISIS e acabou espancada até à morte...
Jovem dinamarquesa "enriquece" a sua própria mãe!
Muçulmanos em Espanha apelam ao casamento com mulheres espanholas cristãs
Racialismo e masculinidade: uma reflexão
De viquingues a maricões: a desgraça dos homens suecos continua (2)

6 comentários:

Ilo disse...

Olá Afonso,

Algumas descobertas sobre quem é Jordan Peterson: http://voxday.blogspot.pt/2018/05/an-eminent-person.html

Ilo

Afonso de Portugal disse...

Confesso que (ainda) não concordo as conclusões do autor desse artigo. A mim não me choca nada que o Prof. Jordan Peterson, enquanto professor de uma das universidades mais prestigiadas do mundo, tenha colaborado com a ONU. O documento em causa, que nem sequer lista o Prof. Peterson como autor, apenas fala em "direitos dos migrantes" não fala em fomentar a imigração massiva, como o autor desse artigo sugere desonestamente.

A verdade é que o Prof. Peterson já fez mais pela luta contra a Esquerda só no último ano do que esse "Vox Day" em toda a sua vida. O que se passa aqui é tão simples quanto isto:

1. O "Vox Day" é um nazionaliztaz.
2. O Prof. Jordan Peterson -tal como eu aqui no TU- tem condenado vários "argumentos" anti-judaicos ao longo dos anos.
3. Logo, o "Vox Day" só podia encarar o Prof. Jordan Peterson como um inimigo, independentemente dos seus outros méritos.

E que fique bem claro que eu não estou a sugerir que o Prof. Peterson é perfeito ou isento de pecado. Ele tem muitas posições com as quais discordo, tanto em relação às mulheres e à masculinidade como, evidentemente, à primazia quais-absoluta do individual sobre o colectivo que ele defende.

Mas ter de gramar com um badameco invejoso que não tem nada a perder (ou tem pouco) a dar-nos lições de moral sobre um homem que arriscou o seu próprio emprego e que lhe é largamente superior tanto intelectualmente como em termos de coragem, é pura e simplesmente ridículo.

Afonso de Portugal disse...

E já agora:

https://forward.com/news/national/400597/is-jordan-peterson-enabling-jew-hatred/

...mas sobre isto o "Vox Day" e cretinos nazis afins não têm nada a dizer!!!

Ilo disse...

Olá Afonso,

O Vox Day não é de todo um Nazi - pelo contrário, ele já debateu e criticou amiúde essa estirpe (ver por exemplo o debate e os posts que fez com e sobre o Andrew Anglin do Daily Stormer, que por acaso até aprecio - são consistentes tanto na questão racial, como na questão Judaica - mas mais surpreendentemente, na questão feminina também, que é raro).

Eu sempre tive um pouco de pé atrás em relação ao JP, e esta análise mais a fundo do Vox Day convenceu-me. Um dos argumentos que já fiz, e que sei que não concorda, é que afastar pessoas da esquerda radical para as manter na esquerda moderada ou na direita moderada (a mesma coisa) é irrelevante. Mais uma vez, não sei de ninguém de valor que tenha sido atraído pela moderação, pelo contrário.

Por fim, o próprio Vox falou sobre esse artigo na Forward: http://voxday.blogspot.pt/2018/05/jordan-petersons-anti-semitic-dog.html

Abraço

Afonso de Portugal disse...

Caro Ilo,

Não tenho tempo para ver os debates entre o VD e o Anglin, pelo que acreditarei na sua explicação. Eu assumi que o VD era um nazi pela sua posição em relação aos judeus, mas aceito que ele seja "apenas" alt-right.

O meu grande problema aqui é que eu continuo sem vislumbrar uma crítica válida ao JP nos escritos do VD. Por exemplo, esse último link com a resposta ao artigo da (((Lipstadt))) é de uma pobreza franciscana! O VD diz que se riu [do artigo] e que acha que o JP é no fundo um covarde, sem nunca criticar realmente a (((autora))), apenas o JP!

Há aqui um problema de fundo que o VD nunca endereça: falar sobre o (((povo eleito))) pode custar o emprego e a credibilidade púbica ao JP. E de que serviria um JP sem emprego e sem credibilidade? Ele é bem mais útil onde está, mesmo não sendo perfeito, do que se for escorraçado e isolado! É evidente que ele não precisava de ter respondido ao Kevin MacDonald nos termos em que fez... mas continuo a achar que os seus méritos ultrapassam largamente os seus defeitos.


«Um dos argumentos que já fiz, e que sei que não concorda, é que afastar pessoas da esquerda radical para as manter na esquerda moderada ou na direita moderada (a mesma coisa) é irrelevante. Mais uma vez, não sei de ninguém de valor que tenha sido atraído pela moderação, pelo contrário.»

Sugiro ao caro Ilo Stabet o seguinte: faça um podcast sobre os seus pensamentos e objecções a respeito do JP. Eu prometo ouvir atentamente esse podcast e responder com o meu próprio vídeo ou podcast, caso não fique convencido e tenha objecções. Se não as tiver, limitar-me-ei a concordar com o caro Ilo.

Um abraço!

Ilo Stabet disse...

Olá Afonso,

concordo que o post sobre o artigo da Forward é pobre em conteúdo (o objectivo era só provocar os devotos do JP basicamente e fazer comédia).

Sobre a cooperação com a ONU, simplesmente ter a oportunidade de fazer algo, não torna obrigatório fazer algo. Não compro essa versão de que ele estando onde está TEVE DE participar naquilo - além disso, quão sinistro é que um psicólogo esteja envolvido em algo sobre 'sustentabilidade'?

Quanto ao perder credibilidade, eu percebo até certo ponto, mas o JP ganha agora muito mais dinheiro (mesmo muito mais) através do Patreon e de conferências, livros, merchandising, etc do que na Universidade. O que sugere que, por alguma razão, ele não quer abandonar um meio tóxico como uma universidade, e em especial a de Toronto. Também pode ser de não querer perder uma parte da sua corrente plateia por dizer a verdade sobre certos assuntos (e a questão judaica é apenas uma parte da questão, eu já ficava contente se ele parasse de dar consultas a alpha females para subirem na carreira, ou dizer inequivocamente que os transgenders são doentes mentais e precisam de ajuda - afinal, ele é um psicólogo).

Obrigado pela sugestão, mas não tenho grande interesse porque, neste caso particular, estou apenas a seguir e a repetir o que já foi dito. Deixo aqui uma lista (que podia ser maior) com as objecções:

um video: https://youtu.be/KXduQlaU-Mg

E alguns posts:

https://pushingrubberdownhill.com/2018/04/28/not-only-is-jordan-peterson-not-an-alpha-male-hes-a-member-of-the-left-intelligentsia/

https://pushingrubberdownhill.com/2018/04/30/the-exposure-of-the-real-jordan-peterson/

https://voxday.blogspot.pt/2018/04/the-myth-of-jordan-petersons-integrity.html

https://voxday.blogspot.pt/2018/05/it-was-right-there-all-along.html

https://voxday.blogspot.pt/2018/05/jordan-petersons-existential-relativism.html

https://voxday.blogspot.pt/2018/05/truth-and-true-purpose-of-jordanetics.html

https://voxday.blogspot.pt/2018/05/the-encyclopedia-of-jordanetics.html

O Vox tem imensos posts sérios sobre o assunto, incluindo reviews dos livros dele - em que o JP diz coisas bem mais mirabolantes que nas palestras, ou então simmplesmente nota-se mais escrito. Mas a minha conclusão é que, na melhor das hipóteses, o JP é alguém extremamente perturbado e, politica, filosofica e metafisicamente, não se distingue do centrão e está a funcionar - voluntaria ou involuntariamente - como válvula de escape para o descontentamento entre os jovens ocidentais.

Ilo