segunda-feira, 28 de maio de 2018

Nazionalizmo = falsa oposição? (3)


     Esta posta absolutamente imbecil no Renegade Tribune ilustra perfeitamente os motivos pelos quais eu tenho cada vez mais nojo dos nazionaliztaz! O Tommy Robinson denunciou activamente a islamização da Grã-Bretanha ao longo de anos a fio, foi várias vezes agredido, foi diabolizado publicamente, foi preso várias vezes, numa das quais a polícia arrombou a sua casa às 4 h da manhã, os muçulmanos tentaram matá-lo na prisão, mas não esmoreceu: saiu da prisão e voltou a denunciar activamente o Islão durante anos a fio, foi novamente agredido e diabolizado e, finalmente, foi parar novamente à prisão, onde estão milhares de invasores muçulmanos cheios de vontade de o matar, que é o que desejam os globalistas...

E qual é o agradecimento dos nazionaliztaz? "Oxalá os muslos o matem de uma vez por todas, porque ele é um agente sionista, é falsa oposição!" E que provas apresentam, em concreto, de que ele é mesmo um agente sionista e falsa oposição? "Ai, o Tommy Robinson defendeu várias vezes Israel publicamente e reuniu-se com destacados líderes judaicos!" Sim, é assim mesmo, quem defender Israel é automaticamente um inimigo a abater, independentemente do que diga e faça e dos seus sacrifícios pessoais na luta pela preservação do Ocidente!


Com estes grandessíssimos filhos da puta dos nazis é sempre assim, quando aparece alguém que seja melhor do que eles e que consiga fazer a diferença cativando as multidões que eles não conseguiram cativar ao longo de décadas com a sua cassete de merda da grande conspiração sionista, é porque essa pessoa é "é alguém que conta apenas metade da história", "é falsa oposição", "é um agente do ZOG"!!!

Em relação ao Prof. Jordan Peterson tem sido exactamente a mesma coisa, poucos no Ocidente têm denunciado o esquerdalho de uma forma tão eloquente como o professor de psicologia da Univ. de Toronto, poucos têm contribuído tanto para a saúde mental dos jovens ocidentais do sexo masculino, poucos têm denunciado a sanha persecutória feminista, a insanidade potencialmente genocida da (in)justiça social ou a infiltração neomarxista criminosa nos estabelecimentos do ensino superior do Ocidente... "mas o caralho do Peterson não denuncia a judiaria, pá!" Ou "o Peterson defende a primazia do individual sobre o colectivo, logo é inimigo do Nacionalismo!" Ou ainda "o Peterson só apela à responsabilidade para os homens, nunca para as mulheres!"

Os cretinos dos nazis são incapazes de se convencerem que, quando alguém decide não lhes dar ouvidos, a culpa é deles, só deles, não de terceiros! Quando não conseguimos persuadir uma determinada pessoa da validade das nossas opiniões, fomos nós que falhámos! Mas os nazis não se enxergam, não conseguem ver a coisa assim... "foram os sionistas que mentiram, pá, enganaram o nosso povo!" Andam há quase setenta anos assim, sem conseguir convencer praticamente ninguém, mas a culpa é sempre dos outros, de pessoas como o Sr. Robinson e o Prof. Peterson, que são mil vezes melhores do que eles!!!

Não duvidem, caros leitores, se o Tommy for assassinado na prisão, os cretinos dos nazis virão dizer que "foi um acidente", que "não era para ele ser morto, mas algo no plano correu mal e ele acabou por ser mesmo assassinado"... ou pior, que o Tommy "não morreu, tudo não passou de uma encenação, de um embuste" e que "apenas nos disseram que tinha morrido, porque na verdade ele está vivo e de boa saúde, apenas mudou de identidade!"

Sinceramente, caros leitores, cada vez me convenço mais que o nazionalizmo é que é a verdadeira "falsa oposição"! Se até a mim me custa levar estas pessoas a sério, como podemos ficar surpreendidos que os eleitores em geral não os levem? E o mais triste é que nem será de propósito, pelo menos na maior parte dos casos, simplesmente os nazis são tão estúpidos que não conseguem perceber os danos que fazem à causa Nacionalista com a sua imagem e apresentação estereotipadas, o seu fanatismo ideológico irredutível, a sua paranóia anti-sionista constante (que chega ao cúmulo de, nalguns casos, os levar a apoiar os iminvasores islâmicos) e a sua inveja mesquinha para com aqueles que demonstram ser melhores do que eles na arena política!

Afinal quem é que é falsa oposição, quem faz aglomerar as pessoas em torno de uma causa ou quem as faz dispersar?...

____________
Ver também:

Nazionalizmo = falsa oposição?
Nazionalizmo = falsa oposição (2)?

11 comentários:

Ilo Stabet disse...

Olá Afonso,

como sabe, não sou adepto da moderação, e não simpatizo com estas figuras (Tommy, Jordan, Ben Shapiro, etc). espero que não me inclua no grupo tresloucado dos nazionalistas. no meu caso não é tanto o serem ou não oposição controlada, mas as suas próprias ideias. tenho pena que o Tommy tenha sido preso, porque obviamente não merece o que lhe aconteceu e o que possivelmente lhe vai acontecer. mas por outro lado, simplesmente não consigo ver valor na sua mensagem: o homem é o membro da classe operária como já não existem, mas não serve para fazer mais do que ter um foco único - neste caso, o Islão - e discernir as nuances. De nada vale lutar contra o Islão se depois vai ser a favor de uma sociedade multiracial (ele não tem problemas com pretos cristãos ou sikhs ou hindus), ou a defender sodomitas e travecas (como já apontei). Se alguma coisa, ele será um mártir, mas um mártir para quê? para o altar do liberalismo anti-Islão? não chega para salvar o ocidente.

como mencionou o Jordan Peterson e a sua relação com a questão dos homens e das mulheres, achei por bem colocar aqui um link para um comentário que fiz ainda há pouco:

https://atavolaredonda.com/2018/05/24/comentario-da-semana-resiliencia/#comment-1371

penso que o tempo para paliativos acabou há muito. a moderação foi o que nos levou aqui. isto não quer dizer que a táctica e as ideias dos nazionalistas sirvam para alguma coisa. em geral são, tal como disse, burros. não há outra forma de ver - a sua mundividência é incoerente, não costumam saber escrever, nem expor as suas ideias de forma clara (e as suas próprias ideias são más). e a obsessão com os judeus - que, apesar de ser um problema sério, lhes tolda a vista - só faz com que constantemente desculpem os ocidentais e, também eles, impeçam que se mude aquilo que é preciso mudar: e o que é preciso mudar esta mesmo entre os brancos, independentemente daquilo que os judeus façam ou deixem de fazer.

mas lá está, a oposição aos nazionalistas não é a moderação do liberalismo anti-Islão, nem do liberalismo racista, mas sim a defesa, sem papas na língua, sem moderações, da sociedade tradicional, com todas as características étnicas, morais, sociais que isso implica.

parece que é uma discussão que estamos a ter constantemente, mas achei que deveria mais uma vez salientar o meu ponto de vista, e demarcá-lo daquele que é o dos nazionalistas, porque se antipatizo com algumas coisas que eles também antipatizam, não quer dizer que estejamos do mesmo lado (aliás, em geral eles detestam-me por ser Cristão - que consideram uma conspiração judaica, lol).

espero que não leve a mal,

Um abraço
Ilo

Afonso de Portugal disse...

Caro Ilo Stabet,
É evidente que não o incluo nesse lamentável lote, desde logo porque o Ilo, sendo radical nas suas opiniões, é geralmente moderado e racional nas suas interacções, tendo por isso o meu respeito. Mas sobretudo porque o caro Ilo Stabet não é nazi e o seu nível de inteligência está claramente muito acima do nível de inteligência desses energúmenos, apesar de eles se acharem uns génios! Aliás, tanto quanto percebi, o Ilo nem sequer é racialista (por favor, corrija-me se eu estiver errado). Além de que o Ilo não anda a fazer vídeos e artigos contra o Prof. Peterson dia sim, dia não, como se estivesse obcecado com o homem! Ou seja, o Ilo percebe que as suas reservas em relação ao Prof. Peterson são secundárias face ao grande quadro e que há coisas mais importantes para fazer do que andar constantemente a diabolizá-lo. A


«De nada vale lutar contra o Islão se depois vai ser a favor de uma sociedade multiracial (ele não tem problemas com pretos cristãos ou sikhs ou hindus), ou a defender sodomitas e travecas (como já apontei). Se alguma coisa, ele será um mártir, mas um mártir para quê? para o altar do liberalismo anti-Islão? não chega para salvar o ocidente.»

Isso é uma grande verdade, mas aqui chegamos a uma diferença de opinião irreconciliável, que tem a ver com a estratégia de actuação a adoptar para chegar ao poder: ao contrário do Ilo (e de muitos outros na nossa blogosfera, como por exemplo o Reaccionário ou o Tradicionalista), eu não acredito que seja possível libertar as pessoas dos seus vícios "modernos" rapidamente. A lavagem cerebral foi muito intensa, durante um período de tempo muito extenso. As pessoas em geral não estão preparadas para serem acordadas de repente, têm de ser acordadas gradualmente, sob pena de rejeitarem a verdade.

Por exemplo, umas das minhas maiores objecções aos nazis é precisamente a sua péssima gestão da questão judaica (e “péssima gestão” é eu eufemismo, foi mais um cataclismo de proporções bíblicas). Não é que eles não tenham razão nalgumas coisas, como por exemplo a sobre-representação dos judeus em áreas-chave da sociedade. Mas a insistência exclusiva na questão judaica quando as pessoas foram doutrinadas intensamente, desde pequeninas, na rejeição ao nazismo e seus derivados, é como querer convencer um portista a ser benfiquista ou vice-versa!

A isto o Ilo contraporá: “mas Afonso, nós só precisamos de acordar alguns, aqueles que realmente valerem a pena”, mas também aqui eu tenho reservas. Quantos são “alguns”? Qual é o número mínimo de pessoas que temos de ter do nosso lado para podermos fazer a diferença? É que com meia-dúzia de gatos-pingados não vamos lá, mesmo que sejam todos génios! Quando digo meia-dúzia, quero dizer obviamente apenas alguns milhares… precisamos de muitos mais!


«como mencionou o Jordan Peterson e a sua relação com a questão dos homens e das mulheres, achei por bem colocar aqui um link para um comentário que fiz ainda há pouco»

Sim, eu já tinha lido alguns desses argumentos nos vários links que o Ilo deixou aqui da outra vez. Devo dizer-lhe que, exceptuando na questão das mulheres, onde também acho que o Prof. Peterson está redondamente enganado, não concordo com as críticas que lhe são feitas. A questão do relatório da ONU, por exemplo, parece-me uma picuinhice mesquinha! O nome dele nem sequer consta no documento em si e, até agora, ninguém foi capaz de precisar exactamente o que é que ele escreveu em concreto…

Afonso de Portugal disse...

Mas vou mais longe: num emprego que tive anteriormente, eu também participei em vários relatórios para a Comissão Europeia como consultor técnico. E eu, ao contrário do Prof. Peterson, figuro mesmo na lista de autores desses documentos! E agora? Sou um globalista? Sou um sionista? Sou um infiltrado? Não, simplesmente tratou-se de um negócio e eu não podia dar-me ao luxo de recusar o dinheiro só porque não gostava da CE, da mesma forma que o Nigel Farage não abdicou do seu salário de eurodeputado por ser a favor do Brexit! Teria sido uma estupidez!!! Isso não quer dizer que eu concorde com a CE em tudo mais alguma coisa ou que não me oponha à União Europeia nos seu modelo actual!

Não vou detalhar as minhas outras objecções às críticas ao Prof. Peterson aqui, porque passaria o resto da noite a escrever sobre o assunto. Talvez faça um vídeo sobre isso no futuro, não sei. Para já, direi apenas que acho que a acção do homem tem sido bem mais benigna do que maligna e que as críticas que lhe têm sido feitas por algumas pessoas parecem-me mais a manifestação de uma inveja patológica do que outra coisa. Admito porém que possa estar enganado mas, para já, não vejo como.


«a obsessão com os judeus - que, apesar de ser um problema sério, lhes tolda a vista - só faz com que constantemente desculpem os ocidentais e, também eles, impeçam que se mude aquilo que é preciso mudar: e o que é preciso mudar esta mesmo entre os brancos, independentemente daquilo que os judeus façam ou deixem de fazer.»

Aqui estamos perfeitamente de acordo. E essa é outra das razões pelas quais já não os suporto! Quem não é capaz de arrumar a sua própria casa não tem nenhuma legitimidade para criticar os outros, é tão simples quanto isso!


«mas lá está, a oposição aos nazionalistas não é a moderação do liberalismo anti-Islão, nem do liberalismo racista, mas sim a defesa, sem papas na língua, sem moderações, da sociedade tradicional, com todas as características étnicas, morais, sociais que isso implica.»

O que nos leva novamente à tal diferença de opinião irreconciliável de que falava mais acima, eu acho que o Ilo tem razão quando diz que a moderação não chega, mas dizer a verdade nua e crua deve coexistir com uma abordagem mais moderada, pelas simples razão de que nem todas as pessoas estão preparadas para serem acordadas abruptamente. Como disse ao caro Ilo noutra ocasião, eu sei disso por experiência própria, porque eu sou uma das tais pessoas que teve de ser acordada por fases, há 20 anos atrás eu jamais daria ouvidos a um nacionalista! E mesmo depois de ter sido enriquecido por “jovens” numa viagem que fiz à região de Setúbal, foram precisos anos até finalmente perder a vergonha de defender o nacionalismo publicamente!

As tais stepping-stones são por vezes exasperantes, mas necessárias. A verdade é demasiado dura para o comum mortal -amaciado pelo conforto do materialismo e do relativismo moral que infectaram o Ocidente- abraçar num piscar de olhos…


«parece que é uma discussão que estamos a ter constantemente, mas achei que deveria mais uma vez salientar o meu ponto de vista, e demarcá-lo daquele que é o dos nazionalistas, porque se antipatizo com algumas coisas que eles também antipatizam, não quer dizer que estejamos do mesmo lado (aliás, em geral eles detestam-me por ser Cristão - que consideram uma conspiração judaica, lol).»

Sim, eu percebi. E a verdade é que eu ainda não tinha oferecido uma resposta com cabeça, tronco e membros ao Ilo, por manifesta falta de tempo, pelo que não levo a mal a sua insistência. Mesmo esta minha resposta de hoje deixa muito a desejar, mas não me posso estender mais. Tenho várias outras tarefas para terminar ainda hoje…

Um abraço,
AdP

Ilo Stabet disse...

Olá Afonso

Vou responder apenas à questão do racialismo (que achei interessante levantar) porque sobre o ponto principal da estratégia já falámos várias vezes e, como disse, é pano para mangas. Talvez um dia possamos fazer um livestream para debater isto, se estiver interessado. Seria uma honra da minha parte.

Mas bom, sou racialista? Depende da definição que se usar. No sentido de considerar o factor determinante e basilar da minha mundividência? Não. Penso que isso não é suficiente, e por isso não pode ser a base. Ou seja, não podemos estrapolar uma visão moral do mundo, ou organizacional da sociedade, simplesmente pela questão racial. Mas podemos a partir da moral Cristã, incluindo questões raciais. Por isso a raça, sendo importante para mim, não é o ponto de partida.

Tendo dito isto, não acredito em sociedades multiraciais - posso aceitar, até certo ponto, alguns impérios ou semi-impérios multiraciais (Rússia, Austro-Húngaro), mas a razão porque eram estáveis era por haver segregação racial (bem como cultural e religiosa - que costumam andar de mão dada com a raça também).

Não acho por exemplo que Portugal tenha qualquer obrigação ou deva aceitar membros de outras raças só por serem Cristãos, muito menos em largos números. E sou contra a miscegenação por várias razões, tanto práticas como morais (embora não seja um pecado em si, em 99% dos casos a miscegenação advém ou provoca outros pecados). Duvido que alguém, honestamente, queira que os seus filhos casem com pessoas de outras raças. No entanto, também não sou exremista como alguns ao ponto de achar, por exemplo, que um português casar com uma turca seja mal de maior - até porque quase todas as turcas que conheci são, além de bastante atraentes, brancas (por vezes mais que as portuguesas, incluíndo olhos azuis e pele bastante clara). Mas em geral acho que portugueses deveriam casar com portuguesas e cada povo entre si mesmo, pois esse é o caminho natural que seria seguido sem as facilidades da tecnologia e sem a política do globalismo.

(continua)

Ilo Stabet disse...

(continuado)

Cristo disse aos apóstolos para ir converter as Nações, não para que as Nações se misturassem todas pelo mundo e formassem uma só Nação Global sob a palavra Dele. Pelo contrário, Deus foi quem dispersou os povos contra a ideologia satânica da Babilónia. Não sei se alguma vez viu isto, mas repare nesta propaganda da UE, com a Torre de Babel, pessoas quadradas (espelhando os versos) e até com pentagramas: https://2.bp.blogspot.com/-k_PjlYoTZGM/TqmS_lNsLDI/AAAAAAAABVk/0moK-99eiYA/s1600/eu+poster+006.jpg

Mais óbvio e sinistro era difícil.

Por isso sim, rejeito completamente (e em concordância com a fundação da minha mundividência) o zeitgeist multiracial e a ideia de que nos devemos todos misturar e de que várias raças podem e devem coabitar o mesmo espaço.

Isto faz de mim racialista? Não sei.

Sei que, comparado com algumas pessoas com quem falei, não serei. Por exemplo, uma vez disseram-me que ser cordial com pessoas de outras raças (alógenos residentes) era uma forma de traição - se lhes dissesse que em tempos já dei uns beijos a uma mulata, aí é que perdiam mesmo as estribeiras.

Mas a sério que isso não entendo. Se um preto é educado, me trata com respeito numa situação social ou de trabalho, não vou ser um energúmeno para com ele. Acho isso contraproducente e sem sentido. Não acho que o deva odiar só por estar aqui quando esta terra não lhe pertence - acho que tanto ele como eu, somos em larga medida, vítimas da circunstância e do mundo ao contrário em que vivemos.

Inimizade a sério tenho para com aqueles, da mesma raça que eu, que os convidam, fazem e aplicam leis para os trazer. Obviamente que desgosto dos criminosos, e daqueles que não têm qualquer gratidão (como os que documentou recentemente). Mas já tive de lidar (como todos tivemos) com vários alógenos que nunca demonstraram ser más pessoas comigo ou com outros, que eram bons profissionais, educados e respeitadores e não consigo tratar mal uma pessoa (seja qual for a sua cor) nessas condições.

Serei um traidor à tribo, vítima da minha moral Cristã?


um abraço
Ilo

Afonso de Portugal disse...

Ilo Stabet disse...
«Talvez um dia possamos fazer um livestream para debater isto, se estiver interessado. Seria uma honra da minha parte.»

Fico muito honrado pelo convite, mas vou declinar. Que fique bem claro que não é por falta de respeito para com o caro Ilo, antes pelo contrário, é por saber por experiência própria que, ao contrário do Ilo, eu tendo a dar-me mal quando tenho de defender as minhas posições em directo. Um dos meus problemas crónicos é que a blogosfera e o nacionalismo são apenas um hobby, a minha vida consiste em fazer coisas completamente diferentes, pelo que nem sempre consigo ter a frescura mental necessária para estruturar devidamente os meus pensamentos. Para falar convincentemente em directo é preciso ter-se uma opinião muito precisa do que se quer dizer e eu nem sempre tenho, preciso de pensar um pouco nas coisas antes de me decidir, sob pena de dizer coisas que não traduzem bem aquilo que realmente penso. Ou então ser um daqueles caramelos que passa o tempo todo a dizer “hum… hããã…” e outras interjeições afins. Acho isso horrível! É por isso que jamais daria um bom político! :P


«Mais óbvio e sinistro era difícil.»

De facto… parece até algo criado pela oposição, mas não, a realidade supera a ficção!


«Isto faz de mim racialista? Não sei.»

Julgo que sim, embora não um racialista absoluto, naquele sentido de “eu não aceito quaisquer alógenos, ponto final!”


«Sei que, comparado com algumas pessoas com quem falei, não serei. Por exemplo, uma vez disseram-me que ser cordial com pessoas de outras raças (alógenos residentes) era uma forma de traição - se lhes dissesse que em tempos já dei uns beijos a uma mulata, aí é que perdiam mesmo as estribeiras.»

Sim, isso é de um radicalismo ideológico tão infantil que eu duvido muito que seja verdade. É impossível não falar com pessoas de outras raças, porque eles estão em todo o lado. Uma criança que não fale com os pretos da sua escola corre o risco de ser castigada pelos professores. Um adulto que não fale com os pretos no seu trabalho corre o risco de ser despedido por discriminação. Só quem não anda neste mundo é que não sabe isto! A verdade é que é muito fácil dizer-se racialista no plano teórico mas, pela minha experiência, a maioria dos caramelos “racialistas” não faz aquilo que prega. Os adeptos racistas das claques, por exemplo, torcem pelos jogadores alógenos em campo. Os racialistas com amigas que andam com pretos não deixam de falar com essas amigas. Aliás, nem é preciso ir mais longe: até o PNR tem pretos como militantes!


«Inimizade a sério tenho para com aqueles, da mesma raça que eu, que os convidam, fazem e aplicam leis para os trazer.»

Exacto, embora os nazionaliztaz digam que essas pessoas foram todas manipuladas pelos judeus, o que é pura e simplesmente ridículo!…


«Serei um traidor à tribo, vítima da minha moral Cristã?»

Não creio, desde logo porque não há nenhuma vantagem em ostracizar as pessoas no fundo da hierarquia, o problema reside sobretudo no topo da hierarquia. Isso é outra coisa que demasiados nacionalistas não entendem, o inimigo está lá em cima, não está cá em baixo no meio de nós! Andar a espancar comunas ou pretos, como alguns nazionaliztaz se orgulham de fazer, é perfeitamente contraproducente, só exacerba ainda mais o medo e o repúdio do povo para connosco…

...além de que eu sou um defensor acérrimo da estratégia da infiltração institucional. A meu ver, o nacionalista contemporâneo deve fazer tudo ao seu alcance para parecer “normal” e integrado, para assim poder ascender na hierarquia social e poder realmente fazer a diferença. Nós precisamos é de reverter a “longa marcha pelas instituições” dos marxistas e minar o sistema a partir de dentro… e não de andar a insistir em cantilenas falhadas sobre revoluções e aristocracias da treta!

Unknown disse...

Caro Afonso

Nós temos que ver a diferença. Há os chamados "nazis de Hollywood" que nada tem a ver com o nosso movimento, e muitos deles infelizmente encontram-se em movimentos como o NOS. No entanto há que ter conhecimento do que foi realmente o Nacional Socialismo na década de 30 e quando se tem conhecimento do que esse movimento realmente foi, só se poderá criticar esses chamados "nazis" de hoje em dia, cobertos de piercings, tatuagens, feministas, bebedolas. Ora, se formos a ver a sociedade alemã da década de 30, nós não encontravamos nada dessas aberrações. Não havia mulheres tatuadas dos pés à cabeça, não havia piercings e a ideologia primava por uma vida saudável livre de drogas, e com papeis totalmente distintos para homens e mulheres. Os media (sendo de extrema-esquerda como o Afonso sabe) distorcem totalmente como objectivos claramente ideologicos esse periodo do História. Eu investiguei durante varios anos essa época. Sabia que houve milhares e milhares de judeus que combateram pela Alemanha nessa guerra? Até Turcos combateram na frente Leste (de facto so um perfeito ignorante é que acharia possivel que Hilter quissesse conquistar o mundo, coisa impossivel militarmente desde sempre). Em relação a este artigo há que ver o vídeo deste inglês, que também tem um livro muito bom em PDF,( em que explica a "falsa oposição"), mas ele neste vídeo fala desse senhor.

Abraços Afonso

Bruno Dias

Unknown disse...

https://www.youtube.com/watch?v=gSBKLog7_y4 Aqui vai o link Do vídeo de Mark Collet acerca do Tommy Robinson

Bruno Dias

Afonso de Portugal disse...

Caro Bruno Dias,

Em primeiro lugar, bom olhos o leiam, que já cá não vinha há algum tempo! :)

Quanto ao tema da conversa, eu tenho de lhe ser o mais sincero possível: eu já não acredito em nazis bem-intencionados. Até poderá havê-los, mas eu não acredito nisso. O caro Bruno Dias tem toda a razão quando diz que a história do Terceiro Reich e da Segunda Grande Guerra está muito mal contada. E também é verdade que há nazis verdadeiramente broncos e nazis mais razoáveis, discretos e ponderados.

Mas a mundivisão dos nazis, de TODOS os nazis, assenta num dogma que eu acho absolutamente contraproducente: "o Ocidente foi capturado por judeus e os arianos são em geral gente pura e nobre de carácter que se deixou enganar". Eu não acredito nisto, porque embora a parte relativa aos judeus seja essencialmente verdade, a parte relativa aos arianos não é! Foi a corrupção e o egoísmo dos arianos que os levou a tolerar os judeus e a trair os seus irmãos de raça. E aqui não estou a falar de meia-dúzia de arianos, estou a falar de milhões, literalmente milhões de arianos que traíram os seus irmãos e abraçaram a iminvasão para ganhar dinheiro ou para fazer joguinhos políticos!

E é aqui que, no essencial, reside o meu problema com os nazis: eles acreditam que remover os judeus será suficiente, é a sua panaceia para todos os nossos males. Eu não acredito que isso seja suficiente, porque é preciso fazer com que a sociedade envergonhe e persiga activamente os arianos traidores, senão eles voltarão a trazer judeus, islâmicos, africanos, chinocas, etc.


Quanto a esse vídeo que o caro Bruno Dias aqui trouxe, não concordo de todo com o Sr. Collet:

- A justificação do tribunal de primeira instância ainda se aceita, uma vez que o Sr. Robinson tinha filmado os acusados; mas a justificação do juiz que o mandou para a prisão não é minimamente aceitável, uma vez que o Sr. Robinson não tinha filmado nenhum dos acusados, pelo que não houve interferência no julgamento.

- O Sr. Collet também não refere que é perfeitamente normal para as estações de televisão britâncias esperar pelo desfecho dos tribunais à porta; foi apenas isso que os Sr. Robinson fez.

- O juiz começa por dizer que o caso não tem nada a ver com a liberdade de expressão, mas a meio do acórdão acusa o Sr. Robinson de recorrer a linguagem antimuçulmana. Ou seja, contradiz-se no espaço de apenas alguns parágrafos, denunciando as suas verdadeiras intenções.

- Mais importante, o Sr. Collet não parece compreender que a jurisprudência é um círculo vicioso: quando um tribunal toma uma decisão inédita, cria-se um precedente judicial que serve de referência aos julgamentos futuros, isto é, os juízes vão ter menos reservas em repetir uma determinada sentença em ocasiões futuras.

- As queixas dele em relação ao seu próprio julgamento são choraminguice invejosa. O Tommy está a ser muito apoiado porque soube fazer amigos entre várias personalidades com uma grande audiência nas redes sociais: a Lauren Southern, a Brittany Pettibone, o Paul Joseph Watson, o Sargão da Acádia, o Ezra Levant, o Pat Condell, etc. Já os militantes do BNP nunca souberam criar presença nas redes sociais... e depois claro, no dia do seu julgamento, tiveram pouca gente a apoiá-los!

- O Sr. Collet tem toda a razão em relação aos casos de Ursula Haverbeck e dos dirigentes do Britain First, mas estas personalidades eram muito menos conhecidas do grande público e, sobretudo, eram muito mais radicais do que o Sr. Robinson. A Sr.ª Haverbeck nega o holocausto, pelo que a maioria das pessoas tem medo de se pronunciar a favor dela e ir também parar à prisão. Já os líderes do Britain First encabeçavam um pequeno grupo considerado demasiado radical até mesmo por alguns "islamófobos" famosos, como o Paul Joseph Watson e o Pat Condell. Ou seja, as suas prisões foram igualmente injustas, mas o Tommy usufruiu da vantagem de ter sido mais moderado e, dessa forma, agregado uma audiência muito maior.

Afonso de Portugal disse...

Abraços!

Unknown disse...

"Mas a mundivisão dos nazis, de TODOS os nazis, assenta num dogma que eu acho absolutamente contraproducente: "o Ocidente foi capturado por judeus e os arianos são em geral gente pura e nobre de carácter que se deixou enganar". Eu não acredito nisto, porque embora a parte relativa aos judeus seja essencialmente verdade, a parte relativa aos arianos não é! Foi a corrupção e o egoísmo dos arianos que os levou a tolerar os judeus e a trair os seus irmãos de raça. E aqui não estou a falar de meia-dúzia de arianos, estou a falar de milhões, literalmente milhões de arianos que traíram os seus irmãos e abraçaram a iminvasão para ganhar dinheiro ou para fazer joguinhos políticos!"

Sem dúvida alguns milhoes dos nossos não passam de um bando de traidores. Não só os partidos merdosos de extrema-esquerda, como também os direitinhas e nós temos exemplos por toda a nossa Europa (traem por dinheiro ou por auto-desprezo que se reflecte no ódio pela sua propria cultura). Esses sim são para mim o nosso principal inimigo. Os judeus aproveitaram-se da nossa ganancia e fraquezas para se apoderarem dos media e criarem o chamado lobbie judeu em washington, mas isso tudo nao tera sido só por NOSSA culpa? Nao tera sido a nossa propria decadencia que tera provocado tudo isso? Esta é a maneira como eu vejo a situaçao. Eles influenciam muitas vezes para o mal, mas fomos nós que o permitimos.

Quanto ao canal do Mark Collet, aconselho o Afonso a seguir os videos dele (apesar de nao ter gostado desse que eu lhe mostrei) Ele fala em questoes pertinentes e ele fez um muito bom acerca de toda aquela palhaçada do "casamento real" entre o ruivo e a aquela híbrida. Vale a pena ver

Abraços

Bruno Dias