quarta-feira, 9 de maio de 2018

Finlândia: supremo tribunal considera que violação de uma de menina de 10 anos não foi violação!


     Pois é, parece que o vírus que deu cabo da Suécia já atravessou o Golfo de Bótnia e infectou a Finlândia. Curiosamente, ainda não consegui encontrar nada acerca do racional dos juízes nos mé(r)dia. Desde quando é que uma menina de 10 anos pode ter sexo com um adulto sem que o acto seja uma violação? Então e a maturidade sexual? E a idade de consentimento? Ou agora a pedofilia já é permitida desde que o pederasta seja escurinho?...

Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia simplesmente escandalosa:
«É um caso que está a causar uma onda de indignação na Finlândia. O Supremo Tribunal manteve a decisão de que a relação sexual entre um homem e uma menina de 10 anos não constitui violação.


De acordo com a imprensa finlandesa, o homem é um imigrante que pediu asilo ao país identificado como Juusuf Muhamed Abbudin, de 23 anos. O indivíduo foi condenado a uma pena de prisão de três anos por abuso sexual agravado. Foi ainda condenado a pagar uma indemnização à criança de cerca de 3 mil euros.

A acusação pedia uma pena por violação sexual e recorreu ao Supremo Tribunal para que a sentença fosse alterada, mas sem sucesso. O caso ocorreu na cidade de Tampere, em 2016. O homem teve relações sexuais com a menina no pátio de um prédio abandonado.

No ano passado, o homem foi condenado por abuso sexual agravado por dois tribunais que não consideraram o caso como uma violação, tendo prevalecido o argumento de que a menina não foi forçada a praticar um acto sexual. O desfecho deste caso na justiça gerou uma onda de críticas, com membros do parlamento finlandês a manifestarem-se a favor de penas mais pesadas para este tipo de crimes no código penal finlandês.

A posição da justiça gerou uma onda de críticas, mas também uma vontade de mudar as leis. Em Março, o ministro da Justiça finlandês fez saber que quer avançar com a alteração na lei referente aos crimes sexuais.»

O Breitbart diz-nos ainda que:
«Tuula Tamminen, Professora de Psiquiatria Infantil na Universidade de Tampere, disse à impressa que não havia nenhuma forma de a criança de dez anos perceber o que lhe estava a acontecer [durante as violações]»

Três anos de prisão por violar uma menina de 10 anos! Quanto não vale ser refujiadista, tudo é permitido a esta "gente"! Parece uma piada de mau gosto, mas é mesmo a realidade desta (cada vez menos) nossa Europa "moderna" e "progressista"! Entretanto, há europeus a serem presos em vários países europeus, apenas por escreverem umas linhas contra a anti-imigração nas redes sociais!...

Vou aproveitar para deixar aqui um pertinente comentário a este caso feito pela Helena Matos no seu habitual artigo dominical no Observador da direitinha:
«Em Espanha cresce a revolta com a Justiça por causa da sentença  do caso de La Manada, um grupo de cinco homens, com idades entre os 24 e os 27 anos, que nos Sanfermines [festas populares de Pamplona] de 2016, empurraram uma jovem de 18 anos para dentro do portal de um prédio e penetraram-na seis vezes sem a sua autorização. O tribunal condenou-os a nove anos de prisão, sendo que os cinco homens estão presos desde 2016. A revolta instalou-se porque se esperava uma condenação por violação e não por abuso. Ministros, líderes partidários, associações, jornalistas, freiras de clausura  e até a ONU têm manifestado o seu repúdio pela decisão  do tribunal espanhol.

No mesmo ano de 2016, na Finlândia, um homem de 23 anos teve relações sexuais com a menina de dez anos, no pátio de um prédio abandonado. Em 2017, o homem foi condenado a três anos de prisão por abuso sexual agravado, tendo prevalecido o argumento de que não se tratou de uma violação. Posição que agora foi subscrita pelo Supremo Tribunal daquele país.

Dos membros de La Manada conhecemos os rostos, os nomes, a vida. E pelo menos do ponto de vista mediático pode concluir-se que para seu azar são espanhóis. Pois se em vez de José Ángel Prenda, Alfonso Jesús Cabezuelo, Ángel Boza, Jesús Escudero e Antonio Manuel se chamassem Juusuf Muhamed como acontece com o agressor da Finlândia, tivessem nascido num país que as autoridades não identificam (alguns jornais dizem que se trata do Paquistão) e tivessem pedido asilo certamente que apesar dos actos hediondos que praticaram, as notícias seriam bem mais escassas e as indignações muito mais controladas.»

2 comentários:

João disse...

Esta escumalha- no caso os juízes- precisava de sentir na pele os actos destes criminosos. Não seis e mudariam de opinião, tão formatados estão, mas era uma questão de justiça. Pode ser que aconteça.

Afonso de Portugal disse...

Merecer, bem mereciam, é inegável. Eu duvido muito que a sentença fosse a mesma se a miúda fosse filha deles!