quinta-feira, 19 de abril de 2018

Um testemunho sobre a crescente presença alógena no interior português


Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por ter partilhado connosco, aqui nas caixas de comentários do TU, este seu desabafo:
«Meu caro, se me permite vou relatar aqui mais uma daquelas histórias da vida real que se passou comigo mesmo neste Domingo de Páscoa (bem sei que foi a 1 de Abril mas é mesmo verdade).
Passei então o referido dia numa aldeia do interior norte de Portugal com uma parte da minha família. Diga-se de passagem que todos esses familiares são votantes do BE, PS ou PSD (já vai perceber porque é que isto é relevante).

Após o delicioso almoço decidimos ir ao café da Aldeia beber qualquer coisa... Chegados ao estabelecimento, eu e mais 3 membros masculinos da família decidimos jogar bilhar enquanto as senhoras ficaram na mesa a conversar. Estava até a ser uma tarde muito agradável e familiar, quando de repente e para meu espanto entram no café nada mais nada menos que 7 indivíduos todos diversamente muito morenos e parecidos, na casa dos 20 anos de idade, e com bastante mau aspecto. À primeira vista até pensei que eram ciganos mas mal passam por mim ouvi-os a falar árabe ou qualquer coisa parecida. Percebi então que eventualmente estaria na presença daquelas "crianças refugiadas" de 20 e tal anos de idade que o prof. Marcelo vai buscar à Grécia. Não sei de onde é que eles são, mas pela língua e pelo aspecto físico deveriam ser Iraquianos, ou Sírios ou do Norte de África.
 Somos os "novos portugueses"! Porque vocês, os "velhos portugueses", já eram!
Os indivíduos num primeiro momento ficaram em pé com os olhos fixados na mesa de bilhar como quem diz "viemos aqui jogar e estes nativos estão nos a ocupar a mesa..." 1 dos meus familiares do sexo masculino que estava a jogar comigo comentou logo baixinho e entre dentes "o ambiente está a ficar pesado..." e esta frase deixou-me chocado! Então um orgulhoso votante das esquerdas em vez de dizer "Eina! Olha para estes belos jovens que vieram dinamizar a economia local! Vamos já meter conversa no sentido de ter experiências inter-culturais vibrantes!" Em vez disso o preconceituoso achou que o ambiente estava a ficar PESADO :D

Resignados os alógenos sentaram-se numa mesa ao lado e passado 2 minutos tinham a mesa repleta de cervejas!! O Allah na Pascoa deve estar a dormir! Como é óbvio nós não podíamos dar parte fraca e fugir dali a 7 pés com o jogo a meio, então continuamos a jogar mas a cada minuto que passava a tensão aumentava...ainda por cima eles estavam mesmo ao lado da mesa onde estava a minha companheira e restantes mulheres da família, e não havia quase mais ninguém no café...estava a ver que com o andar da hora e das cervejas os jovens podiam dar ar de sua graça e lá tinha eu que dar com o taco no focinho de alguém (o que provavelmente ia acabar mal para o meu lado...)

Finalmente a bola preta lá entrou no buraco (estava difícil) e fomos embora. Claro está que já no exterior do café tive que me afastar um bocado da restante família para não ter que lhes gritar aos ouvidos "estão a ver a malta que os vossos partidos querem usar para "rejuvenescer" o interior? mas a presença destes gajos não altera em nada o nosso estilo de vida! que ideia!"

Diga-se de passagem que nesta aldeia relativamente isolada acho que nem há posto da GNR pelo que eu, os meus familiares e a envelhecida população daquela freguesia estão completamente à mercê da boa ou má disposição deste tipo de Indivíduos...e é este o Estado da Nação, e particularmente do Interior do país, que muitos Nacionalistas românticos viam como "o refugio das metrópoles cosmopolitas"...
Ass: FdT»

Que esta história sirva para abrir os olhos àqueles que continuam a achar, estupidamente, que a iminvasão é um fenómeno que afecta apenas os grandes centros urbanos de Portugal. E deixo aqui esta pergunta: os "jovens" deste relato do FdT estavam sozinhos... com que mulheres é que vocês acham que estes "novos nortenhos" vão acabar? Pode ser que uma delas seja vossa filha, vocês que votaram PS/PSD/CDS/CDU/BE/PAN!!!

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Ver também: 


Um testemunho sobre a crescente islamização e miscigenação na zona da Grande Lisboa
Nova lei da imigração levou a um aumento recorde dos pedidos de residência em Portugal!
Triste futebol: "Associação dos Estudantes Africanos de Bragança"
Confirma-se mais uma vez: o ensino superior é um dos maiores focos de promoção da iminvasão!

7 comentários:

João disse...

isto vem de encontro ao que já se disse por aqui e que podemos constatar em visitas ao Interior. Eu sou de Castelo Branco, já lá não vivo há dez anos, mas vou lá frequentemente visitar a família (menos do que desejaria porque em portagens e combustível vai uma fortuna-obrigado ao socialismo que nos governa). Quando eu era puto, nos anos setenta, havia lá dois ou três pretos e uma macaense-lembro-me bem. Nos anos oitenta começaram a aparecer uns quantos pretos. Nos anos noventa vieram os de Leste (ao menos eram brancos). Neste século chegaram os brasileiros, mais pretos, e desde há dois ou três anos os árabes, senegaleses, paquistaneses, etc. No Natal passado deparei-me com uma família constituída por pai, mãe e umas cinco filhas, provavelmente sírios. Paquistaneses há lá uns quantos, etc. Já para não falar nos que estudam ou fingem que estudam no Politécnico e nas escolas profissionais. Só na profissional da Idanha há mais de 20 pretos, sendo que o concelho é dos mais despovoados do país. Em Castelo Branco, no Politécnico, no ano passado andavam mais de 120 cabo-verdianos (este ano não sei quantos são). Chineses serão uns trinta, este ano. Ainda temos de juntar a isto os investimentos estrangeiros em terras, lojas, imobiliário... O Interior do país não escapa à invasão, que se faz com o apoio de organizações "culturais", "de solidariedade" e outras, que à pala disto recebem fundos e trazem invasores. A Igreja, claro, ajuda à festa. Quem vá hoje a Castelo Branco fica espantado com a quantidade de invasores que há por lá, se comparado com o que tínhamos há 10, 12 anos. Pergunta-se? são muitos, são milhares? não são milhares, mas na cidade são umas boas centenas. Tendo em conta que a população do concelho anda nos 52.000 indivíduos, uns 1000 no concelho já fazem diferença. Quantos serão daqui a mais 10 anos?

Afonso de Portugal disse...

João disse…
«isto vem de encontro ao que já se disse por aqui e que podemos constatar em visitas ao Interior. Eu sou de Castelo Branco, já lá não vivo há dez anos, mas vou lá frequentemente visitar a família (menos do que desejaria porque em portagens e combustível vai uma fortuna-obrigado ao socialismo que nos governa).»

Os meus pais e sogros também são do interior, embora de regiões diferentes Além disso, no meu primeiro emprego fartava-me de viajar pelo Norte e Centro do país. Portanto, conheço bem esses dramas, o da gasolina, o das portagens e sobretudo o da iminvasão. Mas esta foi a primeira vez que ouvi falar de um grupo de “refugiados” numa pequena localidade do interior. Nas capitais de distrito já se sabe, é uma desgraça, sobretudo onde há universidades e politécnicos. Mas isto que o FdT nos contou aconteceu numa aldeia. Numa simples aldeia!!! Há inúmeras aldeias na Beira Alta e em Trás-os-Montes que não chegam sequer às duas centenas de pessoas, quase todas com mais de 50 anos!!! A ideia de haver grupos de “refugiados” tão novos nessas pequenas localidades, ainda por cima com este comportamento desafiador, é pura e implemente aterrorizadora!


«Quando eu era puto, nos anos setenta, havia lá dois ou três pretos e uma macaense lembro-me bem. Nos anos oitenta começaram a aparecer uns quantos pretos. Nos anos noventa vieram os de Leste (ao menos eram brancos). Neste século chegaram os brasileiros, mais pretos, e desde há dois ou três anos os árabes, senegaleses, paquistaneses, etc. No Natal passado deparei-me com uma família constituída por pai, mãe e umas cinco filhas, provavelmente sírios. Paquistaneses há lá uns quantos, etc. Já para não falar nos que estudam ou fingem que estudam no Politécnico e nas escolas profissionais. Só na profissional da Idanha há mais de 20 pretos, sendo que o concelho é dos mais despovoados do país.»

Pois… eu cresci junto à Fronteira com Espanha. A primeira vez que vi um preto eu já tinha dez anos, andava na quarta-classe. E só voltei a ver vários anos depois, porque mesmo na escola preparatória onde eu andei não havia nenhum, apesar de a escola ter quase 500 alunos. A situação começou a alterar-se depois de eu entrar para a faculdade. Nos primeiros anos, eu ainda não tinha carro próprio, pelo que tinha de ir passar o fim-de-semana apanhando o autocarro. No final dos anos 90, o serviço militar ainda era obrigatório e foi nessa altura que eu comecei a reparar que alguns dos “mancebos” fardados que também apanhavam o autocarro eram muito mais escurinhos do que os nativos.

Mas a situação só piorou ainda mais com o virar do século. É muito fácil andar na rua numa localidade de média dimensão nos arredores de Braga, de Viseu, de Vila Real, da Guarda ou de Bragança e ver, de uma única assentada, grupos de vários “jovens” a caminhar alegremente pelas ruas, muitas vezes acompanhados por jovens raparigas brancas…


«Em Castelo Branco, no Politécnico, no ano passado andavam mais de 120 cabo-verdianos (este ano não sei quantos são). Chineses serão uns trinta, este ano. Ainda temos de juntar a isto os investimentos estrangeiros em terras, lojas, imobiliário...»

O caso mais dramático que conheço é o da cidade de Bragança, onde os dirigentes do instituto politécnico têm como política recrutar alunos “jovens”. Como denunciei aqui no TU, o presidente dessa instituição chegou a gabar-se de ter cerca de 2 mil alunos estrangeiros e a queixar-se de que o SEF recusava demasiados vistos aos estudantes cabo-verdianos:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2017/10/confirma-se-mais-uma-vez-o-ensino.html

Afonso de Portugal disse...

«O Interior do país não escapa à invasão, que se faz com o apoio de organizações "culturais", "de solidariedade" e outras, que à pala disto recebem fundos e trazem invasores. A Igreja, claro, ajuda à festa. Quem vá hoje a Castelo Branco fica espantado com a quantidade de invasores que há por lá, se comparado com o que tínhamos há 10, 12 anos.»

É o mesmo em todas as localidades do interior de média dimensão, caro João. Seja em Portalegre, seja em Viana do Castelo, onde houver politécnicos os “jovens” multiplicar-se-ão rapidamente!


«Pergunta-se? são muitos, são milhares? não são milhares, mas na cidade são umas boas centenas. Tendo em conta que a população do concelho anda nos 52.000 indivíduos, uns 1000 no concelho já fazem diferença. Quantos serão daqui a mais 10 anos?»

E depois há muitos outros problemas para além desse: muitos dos verdadeiros portugueses emigraram ou vão emigrar, muitas das verdadeiras portuguesas têm filhos dos “estudantes”, os verdadeiros portugueses que vão ficando e casam entre si têm filhos cada vez mais tarde, quando não acabam sozinhos rodeados por cãezinhos e gatinhos, porque ente feminismos e materialismos o espírito de sacrifício é cada vez mais reduzido… e, no meio disto tudo, o único partido nacionalista do país ainda não passou dos 0,5%!!! É outra faceta desconcertante dos “tugas” que o FdT apanhou bem neste comentário: não gostam dos alógenos mas continuam a votar em quem os trás aos milhares! Aliás, às centenas de milhar!!!

Estou a ver a coisa realmente muito preta, caro João. Temo que, pelo andar da carruagem, seja inevitável que Portugal se transforme num Brasil em miniatura…

Anónimo disse...

Ler o comentario do João dá-me a certeza que isto está mesmo uma desgraça :/ só 1 reparo: os alogenos com quem me deparei tinham ainda pior aspecto que os 4 que aparecem nessa imagem que o caro blogueiro postou!

Ass:FdT

Afonso de Portugal disse...

FdT
«Ler o comentario do João dá-me a certeza que isto está mesmo uma desgraça :/»

E o João nem disse nada que fosse propriamente uma novidade... já sabíamos que as maiores cidades do interior, sobretudo aquelas com estabelecimentos do ensino superior, estavam assim. O problema é que as próprias aldeias do interior começam a ficar assim também!


«só 1 reparo: os alogenos com quem me deparei tinham ainda pior aspecto que os 4 que aparecem nessa imagem que o caro blogueiro postou!»

LOL... acredito, apesar do seu aspecto "exótico", os da imagem parecem lavar-se de vez em quando, coisa que nem sempre os "novos portugueses" sabem fazer! :P

João disse...

Há uma aldeia perto de Castelo Branco, Sarzedas, onde existe uma comunidade de uns 20 ingleses. Mas esses, ao menos,são brancos europeus. São reformados que vêm para cá. No concelho de Penamacor, Idanha-a-Nova, por exemplo, há mais. Mas esses europeus que vêm para cá, muitas vezes em busca de tranquilidade, qualquer dia têm o mesmo cenário de onde fugiram.

Afonso de Portugal disse...

João disse...
«Há uma aldeia perto de Castelo Branco, Sarzedas, onde existe uma comunidade de uns 20 ingleses. Mas esses, ao menos, são brancos europeus»

Houve uma altura que eu não tinha problemas com a imigração de origem europeia, mas depois mudei de opinião e hoje não penso assim, acho que toda a imigração em grandes quantidades é indesejável. Sempre notei uma tendência cosmopolita muito irritante nos imigrantes europeus, mesmo entre aqueles que, como no caso que o caro João refere, foram viver para o mundo rural.

Foi no auge da crise dos "refugiados", em 2015, que eu passei a ver toda a imigração como indesejável. Nessa altura, li dois artigos que me convenceram em definitivo do efeito perverso de importar imigrantes europeus:

1. Uma ucraniana cujos pais tinham imigrado para Portugal quando ela era criança criara uma associação para acolher os refujiadistas. Entre os argumentos invocados pela criatura para justificar a sua “caridadezinha”, constava o mui nobre "desejo de ajudar outros que estão a passar pelo mesmo drama que eu e os meus pais passámos".

2. Alguns meses depois, soube de uma aldeia no Alentejo, povoada quase exclusivamente por reformados alemães que se tinham juntado todos e criado uma associação financiada com o dinheiro de todos os habitantes dessa localidade para acolher "refugiados". Detalhe: a associação só servia para angariar dinheiro para a causa, porque os seus altruístas promotores não queriam os "refugiados" na sua aldeia, só os queriam em Portugal!

A isto chama-se a verdadeira filha da putice: esta ucraniana e estes alemães agradeceram a generosidade e a hospitalidade dos portugueses impingindo-nos imigrantes do terceiro-mundo!


«Mas esses europeus que vêm para cá, muitas vezes em busca de tranquilidade, qualquer dia têm o mesmo cenário de onde fugiram.»

Muito por sua culpa: fugiram mas não aprenderam a lição! Uma apelo que eu tenho feito aos húngaros, aos checos e aos polacos com quem falo no YouTube é que não deixem entrar os europeus vindos do Oeste nos seus países. Porquê? Porque não há forma de distinguir entre europeus nacionalistas e mundialistas. E, se os europeus de Leste deixarem entrar demasiados europeus do Oeste, acabarão por importar a nossa mentalidade suicida das fronteiras escancaradas.

Com os suecos, os alemães, os ingleses e afins que vêm para Portugal passa-se exactamente a mesma coisa. Eles fugiram de lá, mas a mundivisão mantém-se. Nalguns casos, até se agrava com o choque entre a cultura protestante e a cultura católica portuguesa!