segunda-feira, 30 de abril de 2018

O declínio acentuado do Londristão (Parte II)


Importante: esta posta é a continuação de "O declínio acentuado do Londristão (Parte I)" e não pode ser totalmente compreendida sem que a primeira parte tenha sido lida. Um muitíssimo obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por ter compilado os vários links e escrito grande parte dos parágrafos que constituem esta série de postas

Se os caros leitores bem se recordam, a posta anterior terminou com uma lista dos "ingleses" assassinados em Londres desde o início de 2018 até agora. Nessa lista, predominavam nomes de origem não-britânica, pelo que o FdT não pôde deixar de fazer este comentário pertinente:
FdT: «No ultimo link tem alguns nomes de vítimas de assassinatos nos últimos meses e muitos desses nomes são algo "vibrantes"... pensei cá para mim: "será que os assassinos também têm nomes vibrantes?! Será que a imigração tem alguma coisa a ver com isto?!" 
Depois descobri o depoimento de um ex-membro de gangues que, para minha surpresa, é um "jovem"! E depois descobri outro e ainda mais outro depoimento de um "ex-criminoso" que também é "jovem", mas perdi o link...»
 
Ora, vamos espreitar os dois links que nos foram trazidos pelo FdT...

«Até aos meus 12 anos, a única ilegalidade que eu tinha cometido era jogar à bola em locais onde dizia "Não são permitidos jogos de bola". Mas isso mudou depois de eu ter visto uma pessoa ser baleada em Brixton, no sul de Londres, onde eu vivia com a minha família. Depois de ter disparado, o atirador correu em direcção a mim e os meus amigos, tirou o seu capuz, colocou-o ao lado de um dos nossos postes de baliza improvisados e disse-nos que continuássemos a jogar.»
 O "jovem" Karl Lokko, narrador desta história e membro de gangues alegadamente reformado.
«(...) Quatro anos mais tarde, eu estava seriamente envolvido nos gangues. Quando cheguei aos 16 anos, já tinha sido alvejado, cortado no rosto e esfaqueado no peito, um dos meus melhores amigos tinha sido assassinado dois dias antes dos exames nacionais.
(...) A actividade criminal era uma constante diária. Eu chegava a ir armado buscar frango à churrasqueira local.
(...) A cultura dos gangues já não está confinada a alguns bairros maus. É uma autêntica epidemia, dentro de Londres e nos seus arredores.»

2. Ex-membro de gangues: "Podem vir aí mais ataques!"
«Um antigo traficante de drogas que fez parte de um dos maiores gangues de Londres quando tinha apenas 14 anos disse à Sky News que andar armado é "tão importante como a vida e a morte" quando se está envolvido [nos gangues].
O homem de 25 anos, que não quis ser identificado, disse que a recente onda de esfaqueamentos e homicídios na capital vai criar mais raiva e, possivelmente, levar a mais ataques.
A Polícia Metropolitana de Londres [a tal que se gaba de ter 900 agentes destacados para vigiar o que ingleses escrevem nas redes sociais] teve uma reunião de emergência com vários líderes da comunidade e com as famílias das vítimas para discutir a escalada de violência. Entre os presentes estava Nicola Calica-Myall, cujo filho foi esfaqueado mais de trinta vezes e que diz: "As facas não querem saber da tua idade, do teu sexo ou de quanto dinheiro tens, são um problema de toda a gente"

Um outro "jovem", de seu nome 'Scully', tal como a agente ruiva dos X-Files, só que do sexo masculino e muito mais moreno, acrescenta:
«Um dos problemas dos mais jovens é que temos muita energia e muita intenção, mas depois não temos um alvo concreto para as canalizar.»
  O "jovem" Scully, aprendiz de DJ e autor de frases no mínimo controversas.

O quê?! "Não têm um alvo concreto para as canalizar"?!?! Mas então os imigrantes não vieram para a Europa para "fazerem aquilo que os europeus já não queriam fazer"?! Não foi isso que a nossa classe pulhítica e académica defenderam ao longo das últimas décadas?!?! Então como é  que agora não há alvos para os "jovens"!?!?!?!? Não me digam que afinal,  os "racistas" dos nacionalistas é que tinham razão e a vinda destas pessoas não constitui nenhuma mais-valia para a Europa, pelo contrário, apenas acentuou a conflitualidade social e tornou os nossos países piores para se viver?!?!?!?

Enfim... vou terminar esta posta aqui, porque já sei que (quase) ninguém lê postas muito longas. Mas atenção, caros leitores, ainda só vamos mais ou menos a meio do material deixado aqui no TU pelo FdT, pelo que ainda vai haver O declínio acentuado do Londristão (Parte III) e, muito provavelmente, Parte IV! É que os benefícios da "diversidade" são tantos que enumerá-los se torna uma tarefa hercúlea!

11 comentários:

Anónimo disse...


Então os jovens não têm 1 objectivo para onde canalizar a sua energia?! Porque é que nao canalizam a sua energia em fazer crescer a economia? :p

Ass:FdT

Afonso de Portugal disse...

O mais curioso, caro FdT, é que era supostamente isso que eles vinham fazer para a Europa... mas "surpresa!", parece que afinal os defensores da imigração andaram a aldrabar-nos este tempo todo! Quem diria, hããã??? Gente tão "séria" e "responsável" ter-nos mentido tão descaradamente!!! ;)

Rick disse...

"Bem lhes podem fechar a porta. Eles entrarão pela janela. Felizmente tomarão conta das nossas cidades, como os portugueses que queriam viver melhor tomaram conta de Toronto, Joanesburgo ou Estugarda. E, se não fôssemos tão estupidamente arrogantes, até fariam qualquer coisa desta Europa aristocrata, falida e snobe. Se tivéssemos aprendido com a América, saberíamos que o futuro é dos melhores. E os melhores são os que partem. Espero que não se integrem na mediocridade nacional. Que venham muitos e façam disto um país."
Daniel Oliveira (2006)

Palavras para quê? Os vermelhos estendem a passadeira à invasão. A destruição das populações nativas é apenas um detalhe.

Anónimo disse...

O mais ridiculo é que muitas das pessoas que apoiaram e AINDA APOIAM a vinda em massa de "jovens" e a garantia dos seus direitos todos, são exatamente aquelas que supostamente estão mais vilneraveis ao enriquecimento:as mulheres e os gays. E porque? As primeiras porque querem ser enriquecidas (na cama) pelos alogenos, os segundos porque os "fascistas brancos" não gostam que eles coloquem o penis no cu um dos outros e espalhem as mais nefastas doencas pela sociedade.

Pode parecer infantil e ridiculo mas são mesmo estas as principais razões qie levam estes 2 grupos de interesse a apoiar a "iminvasão".

Mas são os brancos heterossexuais que tambem gostam muito de ter "jovens" por todo o lado, ou que pelo menos não fazem absolutamente nada para contrariar a tendencia, ou que têm como trabalho persseguir os nacionalistas, são esses os que mais vergonha deviam ter na cara!!


Ass:FdT

Afonso de Portugal disse...

Rick disse...
«Palavras para quê? Os vermelhos estendem a passadeira à invasão. A destruição das populações nativas é apenas um detalhe.»

Eu próprio já recordei essas palavras desse canalha várias vezes aqui no TU, caro Rick. Mas a parte mais surreal é que o Daniel Oliveira, sendo vermelho dos quatro costados, diz abertamente o que muitos "direitinhas" globalistas pensam mas não dizem publicamente para não espantar os seus eleitores. Perceber isto foi uma das lições mais difíceis que teve de interiorizar nos últimos anos. Há muitos apologistas da imigração descarados como o Oliveira, mas temos muitos outros dissimulados, que militam em partidos supostamente conservadores.


FdT disse...
«E porque? As primeiras porque querem ser enriquecidas (na cama) pelos alogenos, os segundos porque os "fascistas brancos" não gostam que eles coloquem o penis no cu um dos outros e espalhem as mais nefastas doencas pela sociedade.»

É verdade... enquanto o ódio ao homem branco e à sua civilização superar o temor pelo alógeno e pelo seu terceiro-mundismo, essas pessoas continuarão a apoiar os iminvasores. Os marxistas culturais foram brilhantes quando perceberam isso. É muito difícil sair desta situação e não há uma solução óbvia...


«Pode parecer infantil e ridiculo mas são mesmo estas as principais razões qie levam estes 2 grupos de interesse a apoiar a "iminvasão". »

Eu concordo, mas acho que o caso das mulheres não se resume apenas à cama, é sobretudo um problema de apêgo ao Estado Social. Em Portugal ainda não se nota muito, mas nos EUA, no Canadá e no Reino Unido as mulheres quase casam com Estado: o governo força os solteiros, os maridos e os divorciados a pagar subsídios de todos os géneros; tenho lido sobre casos verdadeiramente surreais, em que os homens descobrem que os filhos não são deles mas, mesmo assim, há um juiz "iluminado" que os obriga a pagar pensão de alimentos porque "o interesse da criança sobrepõem-se sempre ao do adulto"! E isto para não mencionar a figura legal ridícula do "alimony", uma espécie de pensão que os divorciados têm de pagar às suas ex-esposas durante x anos, sob o argumento de que "um casamento falhado é um investimento com prejuízo que têm de ser repartido pelos dois cônjugues"!


«Mas são os brancos heterossexuais que tambem gostam muito de ter "jovens" por todo o lado, ou que pelo menos não fazem absolutamente nada para contrariar a tendencia, ou que têm como trabalho persseguir os nacionalistas, são esses os que mais vergonha deviam ter na cara!!»

Aquele caso que o caro FdT nos contou naquela aldeia em que esteve durante a Páscoa é do tipo mais difícil de engolir, o do branco heterossexual cosmopolita fingido que é a favor da imigração e dos seus "benefícios", mas só até ao dia em que a imigração lhe bate à porta! Há demasiados brancos assim...

Anónimo disse...

Exatamente! É o europeu que gosta de fazer de conta que nao tem 1 pingo de "racismo" no sangue mas na hora da verdade prefere não ter "juventude" à sua volta a perturbar o ambiente... mas mesmo assim continua a votar nas esquerdas e a ajudar a patrocinar esta trampa toda!

Ass:FdT

Anónimo disse...

Londres mais parece uma Jamaica, que outra coisa:

https://www.youtube.com/watch?v=U4uv87PrA48

tal como Paris e Lisboa para lá caminha.
Ass. Paulo

Afonso de Portugal disse...

FdT disse...
«(...)mas mesmo assim continua a votar nas esquerdas e a ajudar a patrocinar esta trampa toda!»

E é precisamente essa atitude que eu acho indesculpável. Ao menos os imigracionistas são honestos em relação àquilo que querem. Esses "anti-racistas", pelo contrário, só querem a imigração se forem os outros a arcar com as consequências, o que faz deles pura e simplesmente hipócritas.

E que fique bem , caro FdT, eu não pretendo atacar ninguém em particular, eu próprio tenho dessas pessoas hipócritas na minha família, para minha grande mágoa. Gente que vive em vivendas com 3 ou 4 pisos em zonas e bairros exclusivamente brancos, mas que depois insiste que a imigração é uma coisa boa, sem nunca ter experimentado de perto a "diversidade".


Paulo disse...
«Londres mais parece uma Jamaica, que outra coisa»

Que vídeo medonho, caro Paulo! Obrigado por partilhar! Vou usá-lo num dos próximos capítulos desta série!


«tal como Paris e Lisboa para lá caminha.»

Eu tenho ido a Lisboa 2 a 3 vezes por ano e posso confirmar isso. Já não há zona da cidade que escape à "diversidade". Mas a avaliar pelos resultados do PNR nos últimos actos eleitorais, o lisboeta médio não parece importar-se... essa é a parte que eu não entendo!

pvnam disse...

Londres, Portugal, e muitos outros locais por aí: territórios sob o domínio de mercenários-palhaço.
.
.
Os mercenários-palhaço 'penduram-se' em salvadores da demografia. [a comunidade nativa não é demograficamente sustentável]
Os mercenários-palhaço são lacaios ao serviço da alta finança (capital global): eles trabalham para a eliminação de fronteiras.
[nota: a alta finança ambiciona terraplanar as Identidades, dividir/dissolver as Nações para reinar...]
Os mercenários-palhaço, juntamente com mercenários-naturalizados, perseguem os autóctones que reivindicam o LEGÍTIMO DIREITO À SOBREVIVÊNCIA DA IDENTIDADE.

Leitora disse...

O fato das vitimas terem sobrenomes de "jovens" é usado como vantagem pelos comunistas. Com isso, eles podem sempre dizer que há um genocídio negro. Só que só mostram casos falsos de jovens matando "Jovens" e aí fica parecendo que todos os "jovens" foram mortos por jovens.

Afonso de Portugal disse...

Sim, Leitora, a estratégia é mesmo essa. Tomar o particular como geral e esconderar o geral do público. Marxismo cultural em estado puro!