sábado, 7 de abril de 2018

Atenção, nacionalistas!


     Todos os nacionalistas devem ler atentamente esta posta que João fez no seu O Livro das Imagens. Quando eu digo todos, quero mesmo dizer TODOS os nacionalistas, sem excepção!!!


Nacionalistas portugueses típicos...

18 comentários:

Anónimo disse...

É verdade, e eu que como o caro Blogueiro sabe nem me considero literalmente um "Nacionalista" mas sim um simpatizante da causa, já percebi isto há pelo menos 3 anos quando pela primeira vez votei no PNR mesmo não concordando com a mentalidade das principais caras do partido em pontos importantes. E porquê? Por que há algo mais forte que nos une! que é a ideia de que estes pedaço de terra é lindo, importante, nosso e devemos trata-lo bem e assegurar que a ordem é mantida. E não deixa-lo apodrecer ás mãos de tarados e corruptos que não estão a respeitar o sangue derramado pelos nosso antepassados!

Mas os desafios para os Nacionalistas são enormes, desde logo mesmo que se conseguissem unir vão ter sempre as policias à perna e leis cada vez mais apertadas com a geringonça e a direitinha ao leme. Depois mesmo que consigam esquivar-se da repressão têm o grande desafio de atrair gente ainda mais céptica do que eu: os Patriotas. Porque a verdade é que só uma minoria da população é Nacionalista mas eventualmente a maioria ou pelo menos entre 30 a 40% acredito que são Patriotas. Mas conquistar esta gente é que é 1 trabalho gigantesco até porque somos um país 1 pouco "falhado" (peço desculpa se estou a ferir a susceptibilidade de alguém) e as taxas de emigração sempre foram bastante altas então no sub-consciente de cada português está a ideia de que "se somos 1 país de emigrantes não podemos fazer leis apertadas contra a imigração" já para não falar dos complexos todos com a "colonização" e a "escravatura" + o Africanismo e anti-europeísmo (o verdadeiro europeísmo) de muitos dos nossos compatriotas. Depois ainda existe outra fatalidade, a qual já discutimos há uns meses, que é o facto das "nossas" mulheres não serem geralmente atraentes e de se deformarem fisicamente muito cedo. E como se isto não bastasse ainda estão a ficar cada vez mais parvalhonas de mentalidade! como já discutimos esta parece-me ser uma importante razão para o Nacionalismo ser mais forte no "Leste" que no "Oeste" Europeu, elas são umas grande motivação para os homens lutarem!

E acerca do PNR aproveito também para tecer umas criticas (bem sei que o objectivo do post é apelar à união mas vai ter que ser :P) é que eu já várias vezes ao longo destes 3 anos questionei se bem em apoiar e votar no PNR.
Primeiro são contra a UE. Não vou voltar a insistir neste tema que já discutimos várias vezes, apenas digo o seguinte: há países na Europa que não precisam da UE mas nós precisamos pois mesmo estando os outros povos Europeus em declínio eles ainda existem e nós queremos conviver com eles! eu bem sei que muitos deles se estão nas tintas para nós e até nos acham inferiores mas antes eles que os povos mais hostis, violentos, acéfalos e culturalmente e geneticamente mais diferentes que nós no mundo! sem UE sabe-se bem em que tipo de "União" vamos entrar :/ Acredito mesmo que se o PNR mostra-se mais tolerância pela UE teria mais "pessoas comuns" a apoiar o partido.

(continua)

Ass: FdT

Anónimo disse...

E segundo e não menos importante: o PNR tem que ter cuidado com os tiros nos pés! eu acompanho a pagino do FB do partido e devo dizer que concordo com a maioria dos posts (que até estão a crescer em qualidade) mas já vi lá cada tiro nos pés que me deu vontade de retirar o like e fazer de conta que nunca na vida simpatizei com este partido! eu sei que é impossível remover a 100% os "tiros nos pés" mas se os conseguirem diminuir em 50% já é fantástico. As vezes até me admiro como é que a comunicação social não explora mais os erros de comunicação do PNR.

Isto para dizer que é verdade que o povo português não tem merecido muita da abnegação dos militantes do PNR mas também é verdade que o partido tem que correr atrás e não apenas ficar à espera que a maioria dos portugueses apoiem ou se envolvam no partido só porque "nós estamos a dar a cara! estamos a ser corajoso e somos melhores que os corruptos que nos governam!!" eu também acredito que são melhores que os corruptos mas as boas intenções e valentia não chegam, também é preciso inteligência e é preciso que as caras do partido deiam boas razões aos portugueses para apoiar o projecto do PNR!

Ass: FdT

Anónimo disse...

De acordo em quase tudo, ou cerramos fileiras entre todos os portgueses conscientes e devemos estreitar os laços com outros nacionalistas por essa europa fora, porque esta luta é comum.
Portugal está a sofrer uma grave e talvez nunca antes vista invasão de povo de fora da Europa, das nossas ex colónias de africa acho que continua a crescer, mas pior ainda é do brasil, os brasileiros a maioria sente aquele rancorzinho que os não brancos sentem. E desejam a destruição étnica de Portugal ou então apenas o nosso passaporte para se infiltrarem na europa e sempre que a coisa der para o torto vão dizer que são portugueses coisa que claramente não são, são misturados, mesmo que não pareça está lá (nos genes) e têm sempre aquela mentalidade de favela, está no sangue.

ass. Paulo

João disse...

O FdT focou um pormenor importante, o da emigração portuguesa. Não só pelo facto de criar aquela mentalidade de "reciprocidade", mas também por mostrar uma coisa importante, o facto dos portugueses votarem muito com os pés. Há muita gente que poderia contestar o regime mas que, ao emigrar, acaba por aliviar a carga sobre este. Sendo gente que vai embora é gente que não irá reclamar mudanças de regime.

pvnam disse...

PARA QUE AUTÓCTONES POSSAM VIVER EM PAZ, SEM PERSEGUIÇÃO DE MERCENÁRIOS-PALHAÇO: SEPARATISMO-50-50!
(manifesto em divulgação, ajuda a divulgar)
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-» Os mercenários-palhaço andam por aí a 'pendurar-se' em salvadores da demografia.
-» Os mercenários-palhaço são lacaios ao serviço da alta finança (capital global): eles trabalham para a eliminação de fronteiras.
[nota: a alta finança ambiciona terraplanar as Identidades, dividir/dissolver as Nações para reinar...]
-» Os mercenários-palhaço, juntamente com os mercenários-naturalizados, perseguem os autóctones que reivindicam o LEGÍTIMO DIREITO À SOBREVIVÊNCIA DA IDENTIDADE.
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O pessoal dos mídia tradicionais são uns autênticos mete-nojo:
-»»» a toda a hora eles falam da necessidade de controlo no acesso a armas por parte de indivíduos particulares... em simultâneo... eles fazem vista grossa ao facto de ser necessário um controlo sobre a produção e distribuição de armamento pesado.
Nota 1: o pessoal do armamento anda por aí a fornecer armas, desencadear guerras, e provocar milhares (milhões) de vítimas a seu belo prazer.
Nota 2: o mercenário-palhaço António Guterres não chama à responsabilidade os países aonde o pessoal do armamento tem as suas fábricas... em vez disso... anda por aí a exercer coacção psicológica sobre países pacatos que vivem sossegados no seu canto; -» sim, os países aonde o pessoal do armamento tem as suas fábricas é que têm de pagar a ajuda aos refugiados!
-»»» eles classificam de neonazi qualquer indivíduo autóctone que reivindique o Direito à Sobrevivência da sua Identidade... quando, de facto, eles é que são NAZIS: eles não suportam a existência de outros... nomeadamente, não suportam os povos autóctones que procuram sobreviver pacatamente, e ao seu ritmo, no planeta.
Obs: nazi não é ser alto e louro, blá, blá... mas sim, a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros.
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Para que as pessoas que valorizam mais a sua condição autóctone do que a sua condição globalization-lover possam viver em PAZ E LIBERDADE:
---»»» Todos Diferentes, Todos Iguais... ou seja, todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta -» inclusive as de rendimento demográfico mais baixo, inclusive as economicamente menos rentáveis.
-» Os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
-»»» blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/.
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Nota 1: Os Separatistas-50-50 não são fundamentalistas: leia-se, para os separatistas-50-50 devem ser considerados nativos todas as pessoas que valorizam mais a sua condição 'nativo', do que a sua condição 'globalization-lover'.
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Nota 2: Mais, é preciso dizer NÃO à democracia-nazi; isto é, ou seja, é preciso dizer não àqueles que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros.

Anónimo disse...

Gostava de chamar á atenção para esta noticia que não vi na nossa mídia:

https://latribunadelpaisvasco.com/not/8701/el-atacante-de-munster-era-de-origen-kurdo-y-musulman/

cumprimentos

Telmo Barcena

Raghnar disse...

http://www.tvi24.iol.pt/politica/marcelo-rebelo-de-sousa/marcelo-culpa-todos-pelo-crescimento-do-estado-islamico

E ainda diziam que a Múmia Cavaco é que estava senil. Comparado com Marcelinho, parecia no auge da sua capacidade cognitiva...

Rick disse...

O FdT focou um pormenor importante, o da emigração portuguesa. Não só pelo facto de criar aquela mentalidade de "reciprocidade"
João

Curiosamente, essa reciprocidade é exigida aos que não emigraram, que ficaram dentro de portas.
Como se tivéssemos que pagar tributo aos países africanos por fornecermos mão-de-obra a outros países, na maioria europeus e americanos, que entendem necessário contratá-la.
Valem-se da fraca inteligência média da população para estas operações de lavagem cerebral.

Anónimo disse...

Lol resumir tudo a escravoceta ta quase um n sobre o leste

Ass: fabio

Afonso de Portugal disse...

FdT disse…
«E porquê? Por que há algo mais forte que nos une! que é a ideia de que estes pedaço de terra é lindo, importante, nosso e devemos trata-lo bem e assegurar que a ordem é mantida. E não deixa-lo apodrecer ás mãos de tarados e corruptos que não estão a respeitar o sangue derramado pelos nosso antepassados!»

Eheheh, não me leve a mal, mas eu continuo a achar que o caro FdT é um nacionalista em negação! :P O caro FdT acredita no essencial do nacionalismo: o primado da nação, do território, do património e, tanto quanto eu percebo dos vários comentários que foi deixando aqui do TU, até da raça. Há muita gente no PNR que não acredita nem em metade disso tudo! Os minho-timoristas, por exemplo, não acreditam no território, nem na raça. Para eles, o fim do império colonial foi ilegítimo e os habitantes das ex-colónias são portugueses de pleno direito.

Tudo isto para dizer que, no momento actual, não podemos ser esquisitos em relação aos militantes nacionalistas, porque somos tão poucos que não nos podemos dar a esse luxo. Eu também não gosto de “nacionalistas” multurracialistas, muito menos “nacionalistas” abortistas, homossexualistas, anti ou pró-religiosos fanáticos, separatistas e afins… mas é preciso ter sentido das prioridades e perceber que, neste momento, o importante é unificar sob a mesma bandeira todas as pessoas dispostas a lutar contra o monstro do globalismo. O resto decide-se depois, quando esse monstro tiver sido derrotado, coisa que eu duvido cada vez mais que seja possível.


«Mas os desafios para os Nacionalistas são enormes, desde logo mesmo que se conseguissem unir vão ter sempre as policias à perna e leis cada vez mais apertadas com a geringonça e a direitinha ao leme.»

Sem dúvida. A nossa Constituição proíbe os partidos fascistas mas permite os partidos marxistas, portanto, estamos conversados quanto à legitimidade democrática da escumalha que a escreveu. Mas é precisamente por isso que o combate nacionalista já não pode ser travado isoladamente em cada país, é preciso olhar para o que se tem feito noutros países e aprender com o exemplo. O percurso da FN, do PVV, do UKIP, do Presidente Trump, do Viktor Orbán, da Liga Norte, etc. ensinam-nos muitas coisas úteis sobre como conquistar o eleitorado. O problema tem sido que muitos nacionalistas insistem em não querer aprender a lição…


«(…) a verdade é que só uma minoria da população é Nacionalista mas eventualmente a maioria ou pelo menos entre 30 a 40% acredito que são Patriotas. Mas conquistar esta gente é que é 1 trabalho gigantesco até porque somos um país 1 pouco "falhado" (peço desculpa se estou a ferir a susceptibilidade de alguém) e as taxas de emigração sempre foram bastante altas então no subconsciente de cada português está a ideia de que "se somos 1 país de emigrantes não podemos fazer leis apertadas contra a imigração"»

Eu aqui estou um pouco mais optimista do que o caro FdT. Por duas razões: (1) o argumento de que “somos um país de emigrantes” só convence e amordaça quem quiser ser convencido e amordaçado, porque a verdade é tão simples quanto isto: quem fica aqui dentro do rectângulo não deve nada a quem saiu do rectângulo, muito menos a quem nunca cá esteve. Quem sai de Portugal é que tem todo o dever de se amanhar e fazer por se integrar lá fora, quem cá fica não tem nada a ver com isso. Se eu viver numa casa com dois irmãos e eles decidirem partir, eu não tenho de meter dois estranhos em casa para eles serem bem acolhidos noutro lado! Os portugueses que ficaram em Portugal não podem ficar reféns dos portugueses que saíram lá para fora, até porque a história da nossa emigração mostra-nos que a maioria dos nossos emigrantes acaba por ficar a viver nos países para onde emigrou, ou eles, ou a sua descendência. O grande problema é que os mé(r)dia têm debitado a falácia de que “somos um país de emigrantes” ad nauseam, sem que ninguém os tenha contestado devidamente.

Afonso de Portugal disse...

(2) a emigração portuguesa é de matriz europeia, étnica e culturalmente. Já a imigração terceiro-mundista não é; pelo contrário, é frequentemente antiocidental e até contra o direito e a cultura ocidentais. Meter todos os imigrantes no mesmo saco é por isso extremamente desonesto, um truquezinho retórico rasca que os apologistas da imigração usam para nos obrigarem a aceitar resmas e resmas de iminvasores, que deve ser denunciado como aquilo que realmente é: uma falácia criminosa, um relativismo moral atentatório contra a nossa inteligência e, pior do que isso, insultuoso para com os inúmeros sacrifícios que muitos dos nossos emigrantes fizeram, ao longo de várias gerações, para se integrarem nas sociedades dos países para onde foram.


«já para não falar dos complexos todos com a "colonização" e a "escravatura" + o Africanismo e anti-europeísmo (o verdadeiro europeísmo) de muitos dos nossos compatriotas.»

Também aqui a nossa resposta deve ser peremptória: nós nem sequer tínhamos nascido quando tudo isso aconteceu; aliás, nem todos os nossos antepassados lucraram com essas coisas. O meu avô paterno, por exemplo, chegou a dormir ao relento sob a geada em Espanha para amealhar alguns tostões. Portanto, não, não temos nada que pagar retroactivamente pelos crimes de portugueses que já morreram há séculos, até porque muitos dos nativos dos países colonizados também colaboraram nesses crimes.


«Depois ainda existe outra fatalidade, a qual já discutimos há uns meses, que é o facto das "nossas" mulheres não serem geralmente atraentes e de se deformarem fisicamente muito cedo. como se isto não bastasse ainda estão a ficar cada vez mais parvalhonas de mentalidade!»

Pois, mas dizem os “entendidos” da nossa praça que “criticar o feminismo não interessa ao combate nacionalista”, pá! :P


«E acerca do PNR aproveito também para tecer umas criticas (bem sei que o objectivo do post é apelar à união mas vai ter que ser :P) é que eu já várias vezes ao longo destes 3 anos questionei se bem em apoiar e votar no PNR. »

Quanto a isso, o meu critério é tão simples quanto isto: há outra alternativa viável? Não. Então, só posso mesmo votar neles! Os cretinos dos nazionaliztaz, como são semianalfabetos e não entendem as nossas leis, muito menos matemática e estatística, acham que a abstenção resolverá o assunto. Mal eles imaginam que os níveis de abstenção que eles pretendem não vão ser atingidos no seu tempo de vida e, pior do que isso, mesmo que fossem atingidos não mudariam nada.


«Primeiro são contra a UE. Não vou voltar a insistir neste tema que já discutimos várias vezes, apenas digo o seguinte: há países na Europa que não precisam da UE mas nós precisamos pois mesmo estando os outros povos Europeus em declínio eles ainda existem e nós queremos conviver com eles!»

Mas não é preciso uma UE para isso, caro FdT! Basta uma aliança de nações, como defendem os partidos do grupo Europa das Nações e das Liberdades. O problema desta UE é que, no modelo actual, não nos dá qualquer hipótese de recusar os seus ditames, o que é obsceno dado que o único órgão com poder legislativo e executivo de facto na UE é a comissão europeia, uma matilha de oportunistas não-eleitos!

Afonso de Portugal disse...

FdT disse...
«sem UE sabe-se bem em que tipo de "União" vamos entrar :/ Acredito mesmo que se o PNR mostra-se mais tolerância pela UE teria mais "pessoas comuns" a apoiar o partido.»

Entraremos sempre, caro FdT, com ou sem UE! As elites tugas vão continuar a forçar a ligação à lusofonia vibrante até conseguirem concretizá-la. Costa e Marcelo já nos mostraram bem isso, o primeiro com o seu “Espaço Schengen da Lusofonia” e o segundo com as suas constantes visitas, vénias, cedências e condecorações aos terceiro-mundistas, tanto aqui em Portugal como no estrangeiro. Julgar que a UE nos vai proteger das aspirações destes pulhíticos é pura ilusão. Quando muito, poderá atrasar a sua concretização, mas sem uma mudança constitucional que proclame a especificidade étnica dos portugueses, Portugal não vai conseguir evitar a miscigenação africanista a longo prazo.

Seja como for, eu também concordo que a insistência no tema da EU é, neste momento, contraproducente. Mas Portugal tem um problema grave a longo prazo, que é a sua dívida pública impagável, que –ao contrário do que vociferam os direitinhas– não se deve apenas a termos “vivido acima das nossas possibilidades”, mas à incapacidade crónica que as nossas elites têm demonstrado em limitar a corrupção e criar riqueza. Logo que a crise voltar, os caciques da EU vão voltar a cair-nos em cima com tudo, a chamar-nos vigaristas, ladrões e preguiçosos e a exigir novas medidas de austeridade. O que faremos daqui a 30 anos, quando o nosso sistema de segurança social tiver falido e tivermos milhões de portugueses a passar fome? A Europa tem sido, na última década, a região do mundo que menos tem crescido em termos económicos! A mama não pode durar para sempre, sobretudo agora que a Alemanha tem os “filhos da Mer(d)kel” para amamentar…


«(…) já vi lá cada tiro nos pés que me deu vontade de retirar o like e fazer de conta que nunca na vida simpatizei com este partido! »

Hum… é-me difícil compreender o que o caro FdT quer dizer com “tiros nos pés” sem um exemplo croncreto…


« também é verdade que o partido tem que correr atrás e não apenas ficar à espera que a maioria dos portugueses apoiem ou se envolvam no partido só porque "nós estamos a dar a cara! estamos a ser corajoso e somos melhores que os corruptos que nos governam!!"»

O problema aqui não é tanto a boa vontade deles, mas a diferença abissal de meios em relação aos grandes partidos. Aos líderes dos grandes partidos basta apenas abrir a boca e dizer duas ou três frases para aparecerem nos noticiários. Já os dirigentes do PNR só têm conseguido aparecer nos debates que a CNE obriga, ou então quando há peixeirada. A inércia política do eleitor médio português é muito grande, não é fácil correr atrás dele porque ele só dá ouvidos às opiniões diferentes quando já está enfiado num buraco…


Paulo disse…
«(…) ou cerramos fileiras entre todos os portgueses conscientes e devemos estreitar os laços com outros nacionalistas por essa europa fora, porque esta luta é comum.»

Ontem já era tarde, caro Paulo! Se isto não for feito nas próximas duas décadas, depois só iremos lá com guerra…

Afonso de Portugal disse...

Paulo disse...
«Portugal está a sofrer uma grave e talvez nunca antes vista invasão de povo de fora da Europa, das nossas ex colónias de africa acho que continua a crescer, mas pior ainda é do brasil, os brasileiros a maioria sente aquele rancorzinho que os não brancos sentem.»

Pior ainda são as nossas elites, caro Paulo! Veja-se a nossa “direita”: esta semana, foram publicadas várias crónicas no Observador da direitinha de bradar aos céus! Começámos com a semana com a globalista Diana Soller a condenar a vitória do Viktor Orbán; depois veio a Marta Mucznik a denunciar o “racismo” dos portugueses e a justificar a “acção afirmativa” que o BE propôs e o Par(a)lamento “tuga” aprovou; já hoje, o Luis Aguiar-Conraria voltou a insistir na necessidade de combater o “racismo”, acrescentando ainda a necessidade de combater o “sexismo”; e claro, para compor o ramalhete, tinha de vir a femibronca da Maria João Marques a branquear o movimento #MeToo. Esta é a nossa “direita”! Uma “direita” que é tão marxista cultural e partidária da (in)justiça social quanto qualquer esquerdalho fanático…


«E desejam a destruição étnica de Portugal ou então apenas o nosso passaporte para se infiltrarem na europa e sempre que a coisa der para o torto vão dizer que são portugueses coisa que claramente não são, são misturados, mesmo que não pareça está lá (nos genes) e têm sempre aquela mentalidade de favela, está no sangue.»

Verdade. Há quem diga que o amor é a força mais poderosa do mundo, mas eu discordo. O ressabiamento e o rancor superam largamente o amor. Na Bíblia, Caim matou o próprio irmão Abel precisamente por ressabiamento, por não aceitar que Deus o tivesse favorecido. Eu não sou religioso, mas há passagens nos textos religiosos que são verdadeiramente intemporais: o ressabiamento destrói tudo, até a própria família, quanto mais as outras pessoas. O marxismo teve tanto sucesso precisamente porque explora o que de pior há no ser humano: a inveja, o rancor e o ressabiamento.

João disse…
«O FdT focou um pormenor importante, o da emigração portuguesa. Não só pelo facto de criar aquela mentalidade de "reciprocidade"»

Sim, mas eu e o caro João já falámos nesse problema noutras ocasiões: é preciso desmontar o mito da “reciprocidade”, recorrendo aos argumentos que eu apontei ao FdT e que o próprio João detalhou em tempos numa posta no seu O Livro das Imagens.


«Há muita gente que poderia contestar o regime mas que, ao emigrar, acaba por aliviar a carga sobre este. Sendo gente que vai embora é gente que não irá reclamar mudanças de regime.»

Aqui sim, temos um problema bem mais difícil de resolver. Não foi por acaso que o ídolo da direitinha Pedro Passos “casei com África” Coelho disse aos portugueses para emigrarem. Nem é por acaso que os liberalóides d’O Insurgente insistem na barbaridade de que um português empregado no estrangeiro não deve contar como desempregado em Portugal, mesmo que esteja inscrito num centro de emprego aqui do rectângulo. Quanto mais descontentes lá fora, mais contentes ficarão cá dentro… e todos os nossos pulhíticos percebem isso muito bem.

No entanto, é preciso ver que, nas últimas legislativas, os nossos emigrantes ainda deram mais votos ao PSD (43,95%), do que os portugueses em território nacional (36,83%); e o PNR, que aqui em Portugal teve uns míseros 0,5%, só teve pelo que é realmente difícil perceber


pvnam disse…
«O pessoal dos mídia tradicionais são uns autênticos mete-nojo:
-»»» a toda a hora eles falam da necessidade de controlo no acesso a armas por parte de indivíduos particulares... em simultâneo... eles fazem vista grossa ao facto de ser necessário um controlo sobre a produção e distribuição de armamento pesado.
»

Claro, porque os média seguem as orientações dos seus donos… e os seus donos querem desarmar os povos ao mesmo tempo que se armam até aos dentes! ;)

Afonso de Portugal disse...

pvnam disse...
«o mercenário-palhaço António Guterres não chama à responsabilidade os países aonde o pessoal do armamento tem as suas fábricas... em vez disso... anda por aí a exercer coacção psicológica sobre países pacatos que vivem sossegados no seu canto; -» sim, os países aonde o pessoal do armamento tem as suas fábricas é que têm de pagar a ajuda aos refugiados!»

O Guterres só chegou a secretário-geral da ONU porque os seus donos são os mesmo dos grandes mé(r)dia, a superclasse globalista que nos quer destruir enquanto povos e enquanto nações. Portanto, o Guterres está apenas a fazer o que os seus donos lhe mandam. O problema é haver entre nós quem lhes dê ouvidos!


«eles classificam de neonazi qualquer indivíduo autóctone que reivindique o Direito à Sobrevivência da sua Identidade... quando, de facto, eles é que são NAZIS»

Já tivemos esta conversa antes, mas eu insisto: o termo correcto para essas pessoas é estalinista. Os nazis, com todos os seus defeitos, nunca negaram o direito às identidades. Pelo contrário, a sua política decorreu do exacerbar das identidades. Os estalinistas, pelo contrário, sempre fizeram e continuam a fazer por negá-las. Para os estalinistas, as nações e as identidades constituem barreiras aos seus planos de dominação global.


Telmo Barcena disse…
Gostava de chamar á atenção para esta noticia que não vi na nossa mídia:

Muito obrigado! E seja bem-vindo ao TU! :)


Raghnar disse...
«E ainda diziam que a Múmia Cavaco é que estava senil. Comparado com Marcelinho, parecia no auge da sua capacidade cognitiva...»

Muito obrigado! Essa tem mesmo de ser divulgada!... E pensar que continua a haver gente que insiste que esse grandessíssimo fdp “só quer o bem dos portugueses”!!!


Rick disse...
«O FdT focou um pormenor importante, o da emigração portuguesa. Não só pelo facto de criar aquela mentalidade de "reciprocidade"
João

Curiosamente, essa reciprocidade é exigida aos que não emigraram, que ficaram dentro de portas.

Como se tivéssemos que pagar tributo aos países africanos por fornecermos mão-de-obra a outros países, na maioria europeus e americanos, que entendem necessário contratá-la. Valem-se da fraca inteligência média da população para estas operações de lavagem cerebral.
»

Na mouche, caro Rick! Eu sempre fiquei impressionado com a quantidade de pessoas que se deixa levar por essa falácia, que é algo do género: “tens de aturar estes gajos aqui se queres que os teus irmãos acolá sejam bem tratados!” É ridículo: nem os imigrantes são da mesma matriz cultural dos emigrantes (já nem falo em raça/etnia), nem nós temos de ficar reféns de terceiros! Isto é só entre nós e os imigrantes… os emigrantes que se entendam com que os acolhe! A opção de sair daqui foi deles, não nossa!!!


Fábio disse..
«Lol resumir tudo a escravoceta ta quase um n sobre o leste

O quêêêêêê?!?!?!?!??! Cê bêbêu nóvámentji rápaíz???...

Anónimo disse...

"Eheheh, não me leve a mal, mas eu continuo a achar que o caro FdT é um nacionalista em negação! "

Ehehehe se calhar sou :p

"(1) o argumento de que “somos um país de emigrantes” só convence e amordaça quem quiser ser convencido e amordaçado, porque a verdade é tão simples quanto isto: quem fica aqui dentro do rectângulo não deve nada a quem saiu do rectângulo, muito menos a quem nunca cá esteve. Quem sai de Portugal é que tem todo o dever de se amanhar e fazer por se integrar lá fora, quem cá fica não tem nada a ver com isso."

Sim mas atenção eu não estou a dizer que concordo com o argumento. Ainda para mais a maioria da nossa emigração no ultimo século tem tido como destino países do centro e norte da Europa e os nativos desses países praticamente só vêm ao nosso país fazer turismo ou viver em PT durante a idade de reforma. A maioria dos "jovens" imigrantes vêm da America do Sul, Africa e "Ásia".

A questão é que esse argumento de "sermos 1 país de emigrantes" e portanto sem moral para não ter as fronteiras escancaradas vai sendo repetido muitos vezes e uma grande parte do povo engole. E diga-se que por vezes até é feito por gente que nunca emigrou.

"Entraremos sempre, caro FdT, com ou sem UE! As elites tugas vão continuar a forçar a ligação à lusofonia vibrante até conseguirem concretizá-la."

Sim nós de qualquer maneira já estamos "afogados" nessa "Lusofonia vibrante" mas por incrível que pareça a coisa ainda tem margem para piorar...já agora aproveito para relembrar que a maior parte dos terroristas islâmicos interceptados no nosso país foram apanhados devido a informações da Interpol e de outras policias europeias, aparentemente os nossos investigadores andam completamente ás aranhas com os Islamitas! não topam nada! se calhar estão demasiado ocupados a investigar a temível "extrema-direita"...

"Hum… é-me difícil compreender o que o caro FdT quer dizer com “tiros nos pés” sem um exemplo croncreto…"

Bom recordo-me de ter ficado desiludido e/ou irritado com umas 3 ou 4 publicações deles, mas de momento só me estou a recordar de duas: quando insultaram (literalmente) o Juíz Neto de Moura devido aquele polémico acordão e um post relacionado com as educação nas escolas onde colocaram uma criança árabe com um cinto de bombas à volta da cintura, até para mim que não sou 1 escravo do politicamente correto pareceu-me de mau gosto...por vezes eles fazem assim uns posts um bocado amadores e com uns insultos foleiros que não ajudam a dar credibilidade ao partido...

Ass: FdT




Afonso de Portugal disse...

FdT disse…
«Ehehehe se calhar sou :p»

;)


«Sim mas atenção eu não estou a dizer que concordo com o argumento. Ainda para mais a maioria da nossa emigração no ultimo século tem tido como destino países do centro e norte da Europa e os nativos desses países praticamente só vêm ao nosso país fazer turismo ou viver em PT durante a idade de reforma. A maioria dos "jovens" imigrantes vêm da America do Sul, Africa e "Ásia".»

Exacto e devemos sempre fazer essa destinção àqueles que recorrem ao “argumento”.


«A questão é que esse argumento de "sermos 1 país de emigrantes” (…) vai sendo repetido muitos vezes e uma grande parte do povo engole. E diga-se que por vezes até é feito por gente que nunca emigrou.»

Sim, aqui estamos totalmente de acordo. O “argumento” é uma espécie de chantagem emocional que faz ceder muita boa gente. Mas insisto, creio que o grande problema é que o “argumento” raramente é contrariado. Na maior parte das vezes em que o “argumento” é usado, as pessoas calam-se, amocham e deixam-no passar. É isso que tem de mudar. As pessoas têm de perceber que é impossível bater o pé aos globalistas sem correr alguns riscos. Enquanto a atitude de jogar sempre pelo seguro prevalecer, o “argumento” também prevalecerá e nós não teremos qualquer hipótese de inverter o processo de destruição do nosso país.


« já agora aproveito para relembrar que a maior parte dos terroristas islâmicos interceptados no nosso país foram apanhados devido a informações da Interpol e de outras policias europeias, aparentemente os nossos investigadores andam completamente ás aranhas com os Islamitas!»

Sim, é verdade, é por essas e por outras que eu digo que os países europeus devem continuar a cooperar, apenas não nos moldes actuais. O problema que eu tenho com a UE é o facto de ser um grupo restrito de pessoas a mandar, com a agravante desse grupo de pessoas nem sequer ser eleito. E também o facto de os estados-membros da UE terem economias, sistemas de produção e tributação muito distintos, que me parecem impossíveis de conciliar mesmo a longo prazo. Mas não tenho nada contra a ideia de os países Europeus cooperarem, antes pelo contrário, seria suicida não o fazermos. Também não tenho nada contra o mercado comum e contra e um Espaço Schengen que funcionasse devidamente, i.e. que fosse restrito aos cidadãos europeus (e não “europeus”) e com bases de dados internacionais partilhadas por todas as forças de segurança nacionais. Mas o que acontece actualmente é que basta um alógeno obter a nacionalidade num estado-membro para depois poder saltitar alegremente por toda a UE. E tem havido várias situações em indivíduos que cometem crimes num determinado país vão passar umas “férias” a outro país antes de voltarem a entrar no país em que cometeram o crime!


« se calhar estão demasiado ocupados a investigar a temível "extrema-direita"...»

Pois… a vida é feita de prioridades, como dizia aquele anúncio televisivo há uns anos. Por exemplo, a prioridade do “nosso” presidente-pimba beijocador compulsivo de velhinhas e criancinhas indefesas parece ser tentar convencer os mouros de que a Europa lhes pertence…


«(...) por vezes eles fazem assim uns posts um bocado amadores e com uns insultos foleiros que não ajudam a dar credibilidade ao partido...»

Pois... o problema é que a maioria dos militantes do PNR não tem tempo para andar a fazer postas no Facebook e o que acontece é que, mutas vezes, essa tarefa acaba por ser realizada por pessoas que... enfim, não são propriamente ponderadas, se é que me faço entender.

Unknown disse...

"Eu também não gosto de “nacionalistas” multurracialistas, muito menos “nacionalistas” abortistas, homossexualistas, anti ou pró-religiosos fanáticos, separatistas e afins"

Não diga nada caro Afonso, eu já conheci cada figurinha no PNR. Como todos já sabemos, a Direita está tão corrupta como a esquerda (basta vermos aquela aberraçao que se diz conservadora que governa a Inglaterra). Dito isto, nos ultimos anos tem vindo uma afluencia de ex membros do CDS PP e ate mesmo do PSD para o PNR, e isso tem alterado as posiçoes do partido em algumas áreas fundamentais. E o facto de atacarem publicamente no Facebook os ex-membros do partido que sairam por nao se identificarem com a ideia de que "somos todos portugueses e vamos tirar uma foto com o cafre todos sorridentes para mostrar-mos aos media que queremos forçosamente agradar, que nós não somos racistas", fica muito mal visto. Vejo um crescimento do NOS a olhos vistos no Facebook, e até com algumas pessoas capazes. E vejo-os publicarem noticias que o PNR ja não publica...

Unknown disse...

Desculpa Afonso, o comentario que começa com " Eu também não gosto de “nacionalistas” multurracialistas, muito menos “nacionalistas” abortistas, homossexualistas, anti ou pró-religiosos fanáticos, separatistas e afins…" e uma critica ao PNR e às suas influencias de direitinha foram escritas por mim, mas esqueçi-me de assinar. Pode depois por o meu nome por baixo desse comentario se quiser

Abraços

Bruno Dias