segunda-feira, 26 de março de 2018

Paul Jospeh Watson: «A verdade sobre a Grã-Bretanha alquebrada» (com legendas)


      E para aqueles que eventualmente estivessem a pensar que as últimas três postas são apenas casos isolados, o grande PJW (InfoWars) traça-nos um retrato verdadeiramente horripilante do estado cada vez mais sombrio e orwelliano do Reino Unido. Fui eu próprio quem traduziu e legendou este vídeo.

Devo acrescentar que, apesar de tudo aquilo que o PJW denuncia neste vídeo, ainda faltou dizer que também o Terry Jones, a Pamela Geller, o Robert Spencer e o Geert Wilders foram banidos da Grã-Bretanha pelo falso crime de "islamofobia". Devo recordar ainda que, desde que David Cameron chegou ao poder, os governos do Reino Unido têm sido supostamente de direita... por isso, esperem só até a esquerda regressar ao poder!

8 comentários:

Ilo Stabet disse...

Olá Afonso

deixo aqui estes screenshots em forma de introdução ao que vou dizer:

https://kek.gg/i/4k2ThC.png

nota: o tweet com o hashtag foi apagado.

o Reino Unido tornou-se numa piada de mau gosto, e nem é preciso escavar muito para se descobrir. nada a apontar nesse sentido.

este PJW, no entanto, é execrável e só fala mal do Islão por uma razão (que ele menciona repetidamente, não por acaso, e que torna os seus videos praticamente impossíveis de ver sem revoltar o estômago): o seu tratamento dos sodomitas.

como todos os sodomitas, ele não tem princípios. e já o demonstrou várias vezes, ao atacar os identitários (porque para ele as ilhas britânicas até podem estar cheias de alógenos, desde que não sejam homofóbicos). ele só quer um safespace para a sua perversão e que o ocidente possa continuar com o seu liberalismo sem ter entraves - algo que partilha com outras figuras da alt-lite (e, em geral, com uma boa parte da nova direita populista): que, lá está, é completamente dominada por sodomitas, mulheres e cosmopolitas em geral. Precisamente o tipo de pessoas que deveriamos rejeitar - porque não diferem em nada do cosmopolitismo de esquerda. São a mesma merda e não vão mudar nada.

rejeitar o Islão porque oprime as mulheres ou porque trata mal os sodomitas não é uma razão para se rejeitar o Islão. pelo contrário, parte da energia social que as suas comunidades têm advém precisamente por insistirem nisto.

por estas razões, não confio na criatura para me ensinar absolutamente nada (até porque a única coisa que ele faz é repetir coisas que já sabiamos, sem grande piada) e acho contraproducente continuar a promover o que dizem, pois vem sempre com um veneno escondido, disfarçado de aliança.

abraço,

Ilo.

Afonso de Portugal disse...

Ilo Stabet disse...
«este PJW, no entanto, é execrável e só fala mal do Islão por uma razão (que ele menciona repetidamente, não por acaso, e que torna os seus videos praticamente impossíveis de ver sem revoltar o estômago): o seu tratamento dos sodomitas.»

Eu tenho de confessar que não lhe conhecia essa faceta "gay friendly". É de facto lamentável, profundamente lamentável! No entanto, ele é um dos vloguers conservadores mais eloquentes de toda a internet, pelo que não me parece que devamos desperdiçar totalmente o seu trabalhao.


«por estas razões, não confio na criatura para me ensinar absolutamente nada (até porque a única coisa que ele faz é repetir coisas que já sabiamos, sem grande piada) e acho contraproducente continuar a promover o que dizem, pois vem sempre com um veneno escondido, disfarçado de aliança.»

As razões do caro Ilo Stabet são inteiramente válidas, mas penso que a sua conclusão é demasiado extrema. Repare, se formos rejeitar todas as personalidades de direita por terem posições reprováveis em relação a determinadas matérias, no final ficaremos apenas com duas ou três, provavelmente as menos eloquentes. O PJW tem 1,2 milhões seguidores no YouTube, não é por acaso! Muito do que ele diz encontra eco junto das massas.

O que eu sugiro é que aproveitemos o que ele diz de bom e denunciemos o que ele diz de mau. Essa tem sido a minha forma de estar aqui no TU. Por exemplo, eu não concordo a 100% com nenhum dos blogues que tenho à direita, na coluna "blogosfera relevante". Mas entendo que todos eles têm algo que deve ser aproveitado. Não me parece viável isolarmo-nos totalmente dos outros conservadores /tradicionalistas /identitários /nacionalistas. Esse tem sido um dos maiores erros que tem sido cometido por parte dos militantes da Direita ocidental.

Um abraço!

Ilo Stabet disse...

Olá Afonso,

o problema não é tanto a faceta 'gay friendly' - há muitos heterossexuais que não estão elucidados sobre o perigo que os sodomitas representam para a ordem social, mas podem sempre ser elucidados.

o problema do PJW é que ele mesmo é um sodomita - ou seja, é um degenerado com uma doença mental, que defende a sua doença mental de qualquer crítica e pensa que essa defesa é o principal da 'civilização ocidental'. para ilustrar que ouvir alguém assim não faz sentido, faço uma pergunta: acha que é benéfico ouvir a (na realidade o) Blair White? ela (isto é, ele) diz muito do que o PJW diz. mas faz sentido ouvir uma pessoa assim? e ficar contente que ela atraia pessoas? que tipo de pessoas está a atrair?

um esquizofrénico, ou um heroinómano, podem estar certos sobre algumas coisas - mas será por acaso (um relógio estragado etc), e eu vou continuar a não ouvi-lo até ele mostrar vontade de se curar.

por isso da minha parte não é tanto uma questão de sectarismo - ninguém pode concordar totalmente sobre tudo com outra pessoa, mas essa pessoa, para eu a ouvir, tem de mostrar que é sã, não nas banalidades políticas que regurgita, mas nos seus actos. sempre achei que aquela história da 'biografia' não interessar para avaliar as ideias uma farsa. é olhar para quem promoveu as piores ideias e ver as vidas degeneradas que levaram, e não é um acaso (Michel Foucault, Sartre, etc).

um sodomita, tal como uma mulher emancipada, não podem ser, a meu ver, vozes da direita, ou conservadores, ou reaccionários. no caso do PJW, da Lauren Southern, do Milo, etc - eu não diria que são de direita de todo. a meu ver são simplesmente liberais que perceberam que a importação de culturas antiquadas vai estragar-lhes a festa. quando defendem a civilização ocidental, não é a mesma que eu defendo, é a da liberdade, da licenciosidade, da igualdade, da tolerância, do 'live and let live' e da libertação sexual. eles próprios o admitem. e para isso, honestamente, acho que estamos melhor com o Islão. porque o que eles defendem na sua génese, foi o que nos trouxe ao momento presente.

para terminar, o facto de serem tão populares é uma prova de que a mensagem em si mesma não é apelativa, mas apenas o meio porque é propagada (se for um homem branco heterossexual a dizer o mesmo, ou semelhante, por exemplo - e o facto é que há muitos). eu penso ser muito mais importante atrair as pessoas certas do que atrair muita gente.

abraço

Ilo

Afonso de Portugal disse...

«o problema do PJW é que ele mesmo é um sodomita»

O caro Ilo Stabet tem a certeza? É que ele ainda anteontem falou na sua namorada:

https://twitter.com/prisonplanet/status/845792007238889474?lang=en


E, noutra ocasião, defendeu os conservadores que se opõem ao casamento homossexual:

https://twitter.com/prisonplanet/status/614500142297837574?lang=en

Não estou a querer desculpar a sua defesa dos movimentos LGBT, mas ainda não estou convencido que ele próprio seja panasca...


«faço uma pergunta: acha que é benéfico ouvir a (na realidade o) Blair White? ela (isto é, ele) diz muito do que o PJW diz. mas faz sentido ouvir uma pessoa assim? e ficar contente que ela atraia pessoas?»

O grande problema do(a) Blaire White é a normalização da transsexualidade, algo que eu considero nefasto, tóxico até, sobretudo porque muito do público dele(a) é adolescente e, por conseguinte, muito influenciável. No entanto, (ainda) não acho que o PJW possa ser metido no mesmo saco que ele(a).



«que tipo de pessoas está a atrair?»

Não tenho tanta certeza. O caro Ilo Stabet talvez não saiba, mas eu próprio fui criado por um casal de marxistas. E garanto-lhe, há apenas uma década atrás, eu consideraria o Ilo Stabet demasiado radical! Julgo que as pessoas como o PJW são necessárias por serem aquilo a muitos nacionalistas chamam "stepping stone", uma espécie de ‘degrau intermédio’ entre aqueles que estão realmente acordados e aqueles que foram alvo de uma propaganda tão intensa que, usando a já velhinha analogia da Matrix, não conseguem tomar a red pill imediatamente, só podendo ser acordados gradualmente.


« a meu ver são simplesmente liberais que perceberam que a importação de culturas antiquadas vai estragar-lhes a festa. quando defendem a civilização ocidental, não é a mesma que eu defendo, é a da liberdade, da licenciosidade, da igualdade, da tolerância, do 'live and let live' e da libertação sexual. eles próprios o admitem. e para isso, honestamente, acho que estamos melhor com o Islão. porque o que eles defendem na sua génese, foi o que nos trouxe ao momento presente.»

Bem, nesse caso, vamos ter que concordar em discordar. Eu odeio o Ocidente actual, mas odeio muito mais o mundo islâmico. Repare, com todos os seus defeitos, o Ocidente deu ao mundo a tecnologia e o progresso científico que hoje nos possibilita trocar estas mensagens na internent. Deu-nos saúde, qualidade de vida, arte e beleza. O mundo islâmico, pelo contrário, só deu ao mundo guerras e centenas de milhões de mortos...

Afonso de Portugal disse...

«eu penso ser muito mais importante atrair as pessoas certas do que atrair muita gente.»

Bem, os nazionalizataz em tempos disseram-me o mesmo. Por isso vou dizer ao caro Ilo Stabet o mesmo que lhes disse na altura. Ao contrário do que acontece com eles, eu tenho bastante respeito por si, mas infelizmente não há como dourar a pílula, nem convém andar com floreados nestas questões: nesta matéria, não posso estar menos de acordo consigo.

Na minha forma de ver a política, a única forma de mudar as coisas é conquistando o poder e mudando as leis a partir de cima. O caro Ilo Stabet, tal como o Reaccionário do blogue Veritas, pretende mudar as coisas apostando na recuperação moral dos indivíduos, mas eu acredito que essa estratégia está condenada ao fracasso, porque é impossível contrariar a gigantesca máquina de propaganda massiva criada e imposta pelo Estado nas nossas instituições. Ora, a partir do momento em que se traça o objectivo de conquistar o poder, a única forma viável de o fazer nos tempos que correm é através da Democracia. Posso estar enganado, mas não vejo alternativa à Democracia: aqueles que ainda sonham com revoluções armadas parecem-me alienados, gente completamente desligada da realidade. O problema é que o jogo democrático pressupõe a sedução política das massas e, por conseguinte, o apelo aos anseios imediatos dos eleitores. Porque em Democracia, o que conta são os números, os votos depositados nas urnas. E é aí que, a meu ver, pessoas como o PJW são muito úteis.

Espero que isto não seja uma grande desilusão para si, porque considero o seu trabalho muito valioso. Mas não vale a pena andarmos aqui a enganar-nos uns aos outros, o caminho que eu preconizo é o do apelo às massas. Mais, julgo que o Nacionalismo tem fracassado precisamente por ter desprezado as massas.

Um abraço!

Ilo Stabet disse...

Olá Afonso,

estranho, porque nos outros tweets (sobretudo o que diz 'date night') a ilação a tirar é a contrária. se calhar é bissexual? não sei, mas pronto, dou-lhe o benefício da dúvida então. continuo a não achar que o seu conteúdo seja de qualidade ainda assim.

quanto ao tweet sobre o "casamento" gay, o que ele está a dizer é que foi uma vitória para a liberdade, o que comprova a minha asserção de que é apenas um liberal. e lembrar que até o Milo Yiannopolis(?) era contra o "casamento" gay.

acho que quase toda a gente foi criada por marxistas de uma estirpe ou outra (mesmo os católicos, em geral, não se distinguem em quase nada na prática). eu tenho família que sempre votou e fazia parte das festas do PCP, apesar dos meus pais terem fugido um bocado disso.

a arte e a beleza que o Ocidente produziu foi quase toda inspirada e enformada pelo Cristianismo. e quando o deixou de ser, passou a ser o horror que é hoje.

sobre a tecnologia, um dos autores que mais me influenciou foi o Ted Kaczynski, e cada vez mais lhe dou razão na sua tese central, de que a revolução industrial foi um desastre para a humanidade, e em especial para o ocidente. acho que a ausência de uma identidade, de comunidades, a destruição da família, a libertação sexual, etc, não teria sido possível sem ela e sem o nível de vida que trouxe. pelo que, apesar de usufruir desse nível de vida e da tecnologia que trouxe, não vejo como vamos voltar à sanidade sem ficarmos bastante mais pobres, e voltarmos a trazer a vida para as suas bases, mais perto da natureza, com mais perigo e vidas mais curtas e duras.

a questão da estratégia. eu acho que as elites não têm tanto poder como se imagina, ou melhor, têm apenas na medida em que a pessoa comum compactua. e gosto de lembrar duas coisas que o ilustram: a URSS promoveu o ateísmo e perseguiu a religião como poucos, e 30 anos depois da sua queda é onde o Cristianismo mais está a crescer no Ocidente. e o outro episódio é a promoção LGBT feita pelos Americanos, com milhares de milhões, que só resultaram no apertar das leis contra a sodomia.

ou seja, acho que nem o golpe nem a democracia vão resultar para mudarem o rumo das coisas sem a mudança espiritual. mas é um ponto sobre o qual gostaria bastante de estar enganado e que mo provassem ainda durante a minha vida.

por fim, como o Afonso disse, não precisamos de concordar com tudo o que uns e outros dizemos, e apesar de eu ter as minhas reservas em relação a movimentos, eu percebo que se a estratégia é chegar às massas, então pessoas como PJW são necessárias. não concordo com a estratégia, mas não penso que o Afonso promova maus valores, quer no blog, que aprecio, quer na sua vida pessoal que vai desvendando de vez em quando. lá está, talk the talk and walk the walk.

como sempre me disseram, a conversar é que a gente se entende.

um abraço,

Ilo

Afonso de Portugal disse...

«continuo a não achar que o seu conteúdo seja de qualidade ainda assim.»

A questão é que é muito difícil cativar os jovens sem ser um bocado pimbalhão. Eu acho que, nesse aspecto, ele nem é dos piores. O Mark Dice, por exemplo, tem um estilo muito mais boçal e brejeiro do que o PJW e, não surpreendentemente, têm ainda mais subscritores!


«o que ele está a dizer é que foi uma vitória para a liberdade, o que comprova a minha asserção de que é apenas um liberal. e lembrar que até o Milo Yiannopolis(?) era contra o "casamento" gay.»

Por acaso não sabia disso. Mas continua a achar que a virtude do PJW e do Milo é seduzir as pessoas que estão indecisas entre a esquerda e a direita. É evidente que nenhum deles tem condições de servir de compasso moral a ninguém…


«a arte e a beleza que o Ocidente produziu foi quase toda inspirada e enformada pelo Cristianismo. e quando o deixou de ser, passou a ser o horror que é hoje.»

Vou ter de discordar respeitosamente. Julgo que o caro Ilo Stabet tem razão no que diz, mas só a partir do séc. V. Porque olhando para os gregos e para os romanos da antiguidade, já havia manifestações artísticas belíssimas muito antes de Jesus Cristo ter vindo ao mundo. Posso garantir-lhe que há mais beleza para ver em monumentos, estátuas e museus da antiguidade em Atenas, em Roma ou em Pompeia do que na esmagadora maioria das cidades europeias.

Claro que, mesmo assim, o expoente máximo da arte europeia foi atingido com o Cristianismo, quanto a isso não há discussão possível. Tanto na pintura, como na escultura, como na arquitectura, como na literatura, como na música. O auge da Europa foi cristão, isso é inegável. Agora resta saber o ter sido cristão foi ou não decisivo para esse sucesso. Eu julgo que sim, porque o Cristianismo trouxe uma ordem moral e social que deu força à Europa. Mas há muita gente no Ocidente que não concorda…


«um dos autores que mais me influenciou foi o Ted Kaczynski, e cada vez mais lhe dou razão na sua tese central, de que a revolução industrial foi um desastre para a humanidade, e em especial para o ocidente.»

É curioso, o Anders Breivik também incluiu várias passagens do Manifesto do Unabomber no seu “2083”! Eu confesso que simpatizo grandemente com o Sr. Kaczynski e com a sua análise, mas julgo que a sua conclusão final está errada. A revolução industrial era inevitável, tal como o progresso tecnológico é inevitável. Desde que os nossos antepassados da idade da pedra começaram a construir ferramentas e utensílios para caçar, confeccionar roupa e cozinhar, que a humanidade não mais parou de procurar novas formas de, através da tecnologia, ter a vida mais simplificada. Pretender reverter os efeitos do progresso tecnológico (não confundir com o falso “progresso” dos justiceiros sociais) parece-me uma quimera, uma demanda condenada ao fracasso.
O grande problema da revolução industrial –e é aqui que eu concordo com o Sr. Kaczynski– foi a ruptura repentina com o modo de vida dos nossos antepassados, com a consequente alienação do ser humano em relação à sua própria natureza. Mas a sua grande virtude foi o aumento exponencial da nossa qualidade de vida. Como o caro Ilo Stabet bem observou, é impossível voltar atrás sem abdicarmos dos níveis de conforto, riqueza material, saúde e bem-estar de que usufruímos actualmente.

Afonso de Portugal disse...

«a URSS promoveu o ateísmo e perseguiu a religião como poucos, e 30 anos depois da sua queda é onde o Cristianismo mais está a crescer no Ocidente.»

Sim, mas aqui a questão é sabermos se o fenómeno é transitório, i.e. se o efeito vai perdurar nas próximas gerações ou se, pelo contrário, é uma reacção momentânea (momentânea em termos milenares) à opressão estalinista.


«e o outro episódio é a promoção LGBT feita pelos Americanos, com milhares de milhões, que só resultaram no apertar das leis contra a sodomia.»

Confesso que não entendo o que é que o caro Ilo Stabet quer dizer com isto. Tanto quanto eu sei, os gueis têm tido a sua vida cada vez mais facilitada nos EUA. Em 2015, o Supremo Tribunal dos EUA obrigou todos os estados a aceitar o “casamento” panisga:

https://en.wikipedia.org/wiki/Same-sex_marriage_in_the_United_States

Faço também notar que as poucas pessoas que se têm oposto ao “casamento” guei nos EUA tem sido implacavelmente perseguidas, como foi o caso desta família cristã do estado do Oregão:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2018/01/a-triste-verdade-sobre-liberdade.html


«ou seja, acho que nem o golpe nem a democracia vão resultar para mudarem o rumo das coisas sem a mudança espiritual. mas é um ponto sobre o qual gostaria bastante de estar enganado e que mo provassem ainda durante a minha vida.»

O grande Ilo Stabet é bem capaz de ter razão. No entanto, eu julgo que o nosso dever é combater, mesmo perante a perspectiva da derrota. Tal como os Espartanos nas Termópilas, às vezes é possível vencer mesmo quando se perde…


«por fim, como o Afonso disse, não precisamos de concordar com tudo o que uns e outros dizemos, e apesar de eu ter as minhas reservas em relação a movimentos, eu percebo que se a estratégia é chegar às massas, então pessoas como PJW são necessárias. não concordo com a estratégia, mas não penso que o Afonso promova maus valores, quer no blog, que aprecio, quer na sua vida pessoal que vai desvendando de vez em quando. lá está, talk the talk and walk the walk.

como sempre me disseram, a conversar é que a gente se entende.
»

Exactamente. Enquanto assim for, haverá sempre algo que poderemos aprender uns dos outros. Eu posso garantir-lhe, caro Ilo Stabet, já aprendi algumas coisas consigo! 

Um abraço!