quinta-feira, 8 de março de 2018

Nigel Farage volta a denunciar o criminoso Soros


«Durante o Fórum Económico Mundial em Davos (Suíça), George Soros disse que a Google e o Facebook são “uma ameaça à liberdade” e precisam, urgentemente, de regulamentações mais severas [1]. O bilionário de 87 anos afirma que o poder de nos autogovernarmos está em baixa e atribui isso, em parte, à influência das redes sociais sobre o pensamento dos indivíduos e ao seu potencial de influência sobre os governos. 

Soros declara-se assustado com o modo como a “influência maligna” das redes sociais cresce exponencialmente e de forma inédita. Dentro de alguns anos, “o Facebook já não terá pessoas para converter no planeta”, afirma o benfeitor da humanidade que ameaça: o domínio das companhias de internet está com seus dias contados; esta “ameaça pública” será aniquilada pelos esforços em prol de severa regulamentação e tributação liderados pelos seus grupos de interesse travestidos de “instituições beneficentes”. 

Obviamente, o que se esconde por trás deste nível estratosférico de disparate é o oposto daquilo que Soros declara. Assim como a Folha de São Paulo - um jornal decadente, ameaçado pela ascensão de veículos de informação alternativos e que, recentemente, anunciou a sua saída do Facebook - o que Soros teme é o alto fluxo de informação relativamente livre das redes sociais - e o consequente impacto político que isso pode causar. Como bem lembrado por Nigel Farage, neste vídeo traduzido em exclusivo pelos Tradutores de Direita, Soros abomina o conceito de Estados-nação, financia a maior campanha política já registada na história da humanidade ao redor do globo, e tem queimado milhões de dólares para sabotar a vontade popular revelada no Brexit.

Na sua cruzada contra a liberdade nas redes sociais, Soros alia-se aos regimes totalitários que diz combater. A nobre luta pela autogovernança das nações, pelas liberdades individuais e pelo livre mercado é, na verdade, a menor de suas preocupações. Apesar de seu discurso antimonopolista e aparentemente libertário, é Soros, na verdade, quem luta pela manutenção do monopólio da informação, até pouco tempo atrás exercido pelos grandes conglomerados de média por ele controlados.  

No seu desabafo ressentido, Soros não esconde que as eleições de 2016 nos EUA ainda doem como uma chaga aberta e purulenta em seu traseiro octogenário – cujo resultado, não poucos afirmam, foi grandemente influenciado pela “média apócrifa” e pela militância na internet. Que bom seria para ele e as demais raposas globalistas se todos os americanos estivessem grudados no televisor, hipnotizados e envolvidos pelo mantra de conluio russo entoado pelos pivôs da CNN. Mas, em tempos em que as pessoas se informam mais pela internet e menos pela imprensa tradicional, é o império dos grandes conglomerados mediáticos que estão com seus dias contados. E nós, os Tradutores de Direita, estamos orgulhosos em contribuir com nossos cinco centavos na guerra contra a desinformação dos grandes média financiados por George Soros.»


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