domingo, 25 de março de 2018

Mais dois excelentes artigos no Observador


O melhor é da autoria da Helena Matos, como sempre:
«A ideologia tornou-se biologia. O comunista hoje é o activista. Luta das comunidades em vez de luta de classes. Por isso o dirigente homossexual do CDS é como o preto de cabeleira loura: não é natural.»

Mas o Alberto Gonçalves também não esteve mal:
«Dado que Marielle Franco partilhava uma religião que se limita a considerar a vida dos fiéis e a desprezar as vidas restantes, o barulho selectivo e sonso em volta da sua morte é inteiramente adequado.»

Infelizmente, são os dois únicos cronistas consistentemente politicamente incorrectos que temos aqui em Portugal. Não admira que a esquerda tenha tanto poder no nosso país!

2 comentários:

Lura do Grilo disse...

Esta Marielle era um coirão! Não a sabia tão execrável: morrer às mãos dos que protegia e ganhar popularidade com isso foi épico.

Afonso de Portugal disse...

É... os esquerdistas são geralmente ateus, mas não há dúvida que percebem o conceito da vida depois da morte! Aliás, não só percebem, como abusam dele constantemente! Mas, como bem sublinhou o Alberto Gonçalves, só para os da sua cor poítica...