quinta-feira, 29 de março de 2018

"Esquerda branca" - o insulto da moda na China


Já alguma vez ouviram falar na palavra chinesa 'baizuo'? Não?... Pois fiquem sabendo que é o insulto mais em voga na China da actualidade. O que é um 'baizuo', ao certo? Eu até vos dizia, mas não quero estragar a surpresa... 😜

18 comentários:

Anónimo disse...

Ahahaha será mesmo verdade? Não esquecer que o Partido Comunista domina aquele país e a liberdade de expressão por lá não é grande coisa...não sei até que ponto podem os chineses dizer algo pejorativo acerca da "esquerda"

Ass: FdT

Pedro disse...

Os asiáticos vão carregar a tocha da civilização.

FdT disse ...
"não sei até que ponto podem os chineses dizer algo pejorativo acerca da "esquerda""

Os comunistas chineses são muito diferentes dos ocidentais. Eles não aderiram ao culto do Marxismo Cultural. O governo chinês proibiu a cultura hip-hop e tatuagens na televisão.

http://time.com/5112061/china-hip-hop-ban-tattoos-television/

E também proibiu sodomitas na TV.

https://www.theguardian.com/tv-and-radio/2016/mar/04/china-bans-gay-people-television-clampdown-xi-jinping-censorship

Independente da sua opinião sobre o regime chinês, pelo menos eles têm sanidade e bom senso, algo que nem a direita ocidental tem.

Pedro disse...

Eu já sabia disso, o Black Pigeon já falou em um dos seus vídeos.
https://www.youtube.com/watch?v=1zoomb3qptg&t=350s

Eles também têm um insulto chamado Shang-Mu (Mãe Santa), se referindo a indivíduos emocionais, hipócritas e altruístas patológicos.

Ricardo disse...

Entretanto o "tsunami progressista" continua o seu caminho,e não faltaram avisos https://www.publico.pt/2016/04/29/mundo/opiniao/a-falsa-promessa-do-futuro-a-europa-e-a-armadilha-do-progresso-ii-1730506 Quem diria?Este jornal que anda a promover o desvario progressista (e cada vez mais)até publicou este artigo muito assertivo contra a "armadilha do progresso".Mas quem o leu?

joao F disse...

Caro Afonso, voce com certeza já deve saber disto, mas a beira-alta esta a ser invadida por estudantes "jovens" cabo-verdianos,brasileiros etc.

Pesquise pelas seguintes escolas

Escola Profissional de Lamego
Escola Profissional de Moimenta da Beira
Escola Profissional Mariana Seixas
Escola Profissional de Vouzela
Escola Profissional de Tondela
Escola Secundária Emídio Navarro


TODAS elas estão lotadas de pretos ciganos e brasileiros



A Beira Alta merecia umas postas de invasimigraçao, porque é sempre deixada de lado quando comparado com distritos como o do Porto e Lisboa

Anónimo disse...

Afonso, eu nem acredito que isto aconteceu! Vieram aqui uns tipos dos serviços secretos, encostaram-me à parede e ameaçaram matar-me se eu continuar a trabalhar para o nacionalismo! Eles devem ter ficado fulos por eu estar a legendar o vídeo, que estou quase a acabar. Prepare-se, eles disseram que também vão aí à sua casa, aguente aí amigo!

Ass.Rui

Afonso de Portugal disse...

FdT disse...
«Ahahaha será mesmo verdade?»

Duvido muito que a Fox desse a notícia se não fosse verdadeira. Ao contrário do que diz o esquerdalho, a Fox não é a CNN ou a MSNBC... e como o Pedro observou, o Black Pigeon Speaks, que está a viver no Japão, também já tinha dado conta do insulto.


«Não esquecer que o Partido Comunista domina aquele país e a liberdade de expressão por lá não é grande coisa...não sei até que ponto podem os chineses dizer algo pejorativo acerca da "esquerda"»

Mas a esquerda não é toda igual, caro FdT! A esquerda dos chineses está mais próxima do "nosso" PCP, enquanto a esquerda Ocidental em geral está mais próxima do "nosso" BE. Por outras palavras, o governo chinês é marxista clássico, enquanto os governos ocidentais são marxistas culturais. A diferença é muito importante: no marxismo clássico há espaço para o patriotismo e até para algum nacionalismo, porque o poder (governo) já foi capturado ou é visto como passível de ser capturado através do convencimento do povo dentro de fronteiras. É por isso que países como a China e a Coreia do Norte são etnicamente homogéneos: os marxistas não vêem necessidade de ir buscar “proletariado” adicional ao estrangeiro porque já estão no poder e não precisam de apoiantes adicionais.

No marxismo cultural, pelo contrário, os marxistas dão como adquirido que não é possível convencer o povo dentro de fronteiras a aderir à sua ideologia, pelo que só é possível conquistar o poder recorrendo à importação de “proletariado” estrangeiro. É por isso que a imigração é um dos grandes objectivos da esquerda ocidental, a esquerda vê os imigrantes como potenciais votos, desde que devidamente espicaçados pelo complexo do colonizado. E os resultados dos sufrágios recentes dão razão a essa sua estratégia: de facto, os imigrantes no Ocidente tendem a votar muito mais à esquerda do que os autóctones.

Não é portanto de estranhar que os chineses vejam a nossa esquerda como uma anormalidade: eles são comunistas há já várias décadas e não precisaram de recorrer a estratégias de adulteração social e demográfica para atingir os seus objectivos.


Pedro disse…
«Os comunistas chineses são muito diferentes dos ocidentais. Eles não aderiram ao culto do Marxismo Cultural. O governo chinês proibiu a cultura hip-hop e tatuagens na televisão.»

LOL! Devia ter lido o seu comentário antes de responder ao FdT! É isso mesmo, o marxismo chinês é uma mistura de marxismo da URSS com capitalismo selvagem. Já o marxismo ocidental aposta na fragmentação da sociedade para rentabilizar a inveja e o ressabiamento dos “oprimidos” traduzidos em votos.

Afonso de Portugal disse...

Pedro disse…
«Independente da sua opinião sobre o regime chinês, pelo menos eles têm sanidade e bom senso, algo que nem a direita ocidental tem.»

Exacto. Mas é importante perceber como chegámos a este ponto, algo que até alguns nacionalistas têm feito mal: a China manteve a sua identidade e ordem social porque os comunistas conseguiram chegar ao poder pela via revolucionária, depois de duas décadas de guerra civil interna e de várias guerras internacionais. Mao estabeleceu a República Popular da China em 1949 e, desde então, a China não voltou a ter um governo democrático.

No Ocidente, pelo contrário, a Democracia saiu reforçada depois da Segunda Guerra Mundial e, apesar de haver vários países ocidentais com ditaduras, os marxistas perceberam que jamais chegariam ao poder pela mesma via dos russos e dos chineses, porque a própria cultura ocidental, que assentava no culto da liberdade, no mérito pessoal, no valor do trabalho, do respeito pela propriedade privada, pela família e pelos direitos do indivíduo, impedia as populações de aderir massivamente às doutrinas de redistribuição forçada marxistas. Foi por isso que os marxistas no Ocidente empreenderam aquilo a que Gramsci chamou de “longa marcha pelas instituições”, uma autêntica revolução cultural e social, concebida de raiz para destruir a civilização ocidental a partir de dentro. A estratégia deles consistiu em dividir a sociedade em grupelhos antagónicos: os opressores e os oprimidos, para depois corroer gradualmente os valores fundamentais da civilização ocidental. Cultura da liberdade? Nada disso, a liberdade individual não mais poderia sobrepor-se aos “direitos” do colectivo. A liberdade de um homem branco, por exemplo, não mais poderia justificar a “opressão” das mulheres, dos negros, dos homossexuais, etc. Mérito pessoal e valor do trabalho? Nada disso, o mérito é uma “estrutura patriarcal anacrónica” e o valor do trabalho é igual para toda a gente, independentemente do que as pessoas façam. Respeito pela propriedade privada? Era só o que faltava, a acumulação de riqueza é ilegítima porque o mundo e os seus bens pertencem a todos! Respeito pela família? Nem pensar, as famílias criam “fascistas”, por isso tem de ser o Estado a educar as crianças. Respeito pelos direitos do indivíduo? Esqueça, o colectivo tem precedência sobre o indivíduo, mesmo que o colectivo não possa manifestar a sua opinião e seja o Estado a falar em nome de todos.

O que é realmente assombroso é que esta loucura resultou! Muito por culpa da direita ocidental e dos próprios nacionalistas, que não souberam contrariar tudo isto atempadamente. A direita em geral nem sequer se apercebeu do que estava a acontecer e os poucos que perceberam não souberam associar-se e contra-atacar a “longa marcha através das instituições”, criando os seus próprios grupos de interesse dentro da política, da educação e dos negócios.

Todo isto para dizer que a China ainda é a China porque os marxistas não precisaram de mudar nada para conquistar e permanecer no poder. Na Europa e nas Américas, pelo contrário, os marxistas continuam a sua ofensiva… e, se não forem travados nos próximos anos, podem mesmo vir a vencer!


«Eu já sabia disso, o Black Pigeon já falou em um dos seus vídeos.»

LOL! Muito bom! Por acaso não tinha visto esse vídeo, não sei bem como, porque eu costumo ver tudo o que o BPS carrega!

Afonso de Portugal disse...

Ricardo disse…
«Entretanto o "tsunami progressista" continua o seu caminho,e não faltaram avisos»

É de facto um artigo muito bom mas demasiado erudito para o leitor médio “tuga”. Um dos nossos problemas é que as poucas pessoas que fazem diagnósticos acertados escrevem textos demasiado densos e complexos para que as pessoas entendam a mensagem.


«Quem diria?Este jornal que anda a promover o desvario progressista (e cada vez mais)até publicou este artigo muito assertivo contra a "armadilha do progresso". Mas quem o leu?»

Pois… a avaliar pelos comentários, todos deixados pela mesma pessoa, o artigo terá sido lido integralmente apenas por meia-dúzia de pessoas…


joao F disse...
«Caro Afonso, voce com certeza já deve saber disto, mas a beira-alta esta a ser invadida por estudantes "jovens" cabo-verdianos,brasileiros etc.»

Não, não sabia! Sabia que as coisas estavam más ao nível do ensino superior, mas não sabia que também já estavam más ao nível do ensino básico/secundário.


«A Beira Alta merecia umas postas de invasimigraçao, porque é sempre deixada de lado quando comparado com distritos como o do Porto e Lisboa»

É verdade, mas não é só a Beira Alta, caro João. Todo o interior português tem sido pouco mencionado pelos nacionalistas dos grandes centros urbanos. Aqui no Porto, por exemplo, há uma espécie de desporto regional que consiste em dizer mal da pretalhada da região de Lisboa (como se o Porto estivesse muito melhor nessa matéria!) e esquecer o resto do país. E os lisboetas, já se sabe, vivem fechados sobre o seu umbigo. Para eles, Portugal é a capital e o resto é só parolos.

Infelizmente, tenho tido pouco tempo para actualizar este blogue, pelo que peço ao João que me traga aqui fotografias, perfis das redes sociais e afins para que eu possa denunciar essa situação.


Rui disse…
«Afonso, eu nem acredito que isto aconteceu! Vieram aqui uns tipos dos serviços secretos, encostaram-me à parede e ameaçaram matar-me se eu continuar a trabalhar para o nacionalismo! Eles devem ter ficado fulos por eu estar a legendar o vídeo, que estou quase a acabar. Prepare-se, eles disseram que também vão aí à sua casa, aguente aí amigo! »

Eheheh… este ano tive tanto que fazer até me esqueci que do dia das mentiras! Houve uma altura em que o TU era acedido regularmente por computadores do Ministério da Justiça. Tive até aqui uma “comentadora” que me perguntou várias vezes se eu sabia como arranjar armas! ;) Felizmente, os caramelos parecem ter acabado por perceber que eu não sou do tipo revolucionário…

Bilder disse...

"O que é realmente assombroso é que esta loucura resultou! Muito por culpa da direita ocidental e dos próprios nacionalistas, que não souberam contrariar tudo isto atempadamente. A direita em geral nem sequer se apercebeu do que estava a acontecer e os poucos que perceberam não souberam associar-se e contra-atacar a “longa marcha através das instituições”, criando os seus próprios grupos de interesse dentro da política, da educação e dos negócios."----------------------------------------------------Tendo a concordar(basta olhar para a realidade de forma racional)mas há coisas que devem ser ditas sobre os pontos mencionados por si(e certamente que tem noção do que vou dizer).A dita "direita ocidental" não existe desde há décadas(por cá desde o golpe "progressista" em 74)e as forças politicas existentes são faces da mesma "moeda"(por muito que pareçam opostos,em certas matérias)do sistema chamado de "demo-liberal" com suas correntes económico-liberais(e agora até liberais-culturais)como são os partidos do dito "partido popular europeu"(inclui o psd e afins)e os do grupo "socialista"(ambos,não por acaso,dominam a UE e permitem a existência de partidos totalitários,como o pcp e afins ao mesmo tempo que se servem da máquina estabelecida para afastar qualquer alternativa real).Quanto aos nacionalistas(basta também observar a realidade actual,para não irmos mais atrás)devemos entender que na prática falharam e falham por uma razão essencial(não ignorando obviamente,como disse atrás,que o sistema usa dos meios ao dispor para afastar alternativas)que é o facto de que qualquer reino(para usar da expressão antiga)dividido não tem futuro,ainda para mais continuam a cometer o abismal erro(falo no geral)de permitir no seu meio pessoas e grupos dedicados a ideologias(não falemos agora do crime puro e simples)que servem os interesses que dizem atacar(senão na teoria pelo menos na prática e como sabemos a prática é que vale mais que palavras ou teorias).Por último,é preciso dizer,todos se fecham nos seus "castelos"(com poucas excepções)ignorando certos factos(tal como fazem os comunas e afins)que não apoiam suas teorias/dogmas e ou censuram ou partem para a ofensa(eu se comentar em certos blogs logo sou atacado sem nexo,ou não leram meus blogs ou não o entendem,) afastando qualquer discussão racional sobre os assuntos(e isso é uma realidade que,pela minha experiência nos blogs e no face,se cola tanto às correntes marxistas,mais ou menos internacionalistas,como às ditas correntes "nacionalistas" muitas delas indo atrás de agendas(como o neonazismo)que não servem a causa que dizem defender(e eu só defendo a causa identitária e a soberania,não posso defender causas(que só fomentam o caos que serve aos inimigos da nação) que se escondem por trás do "nacionalismo" sem levarem em conta o contexto de cada povo e país).

Afonso de Portugal disse...

Bilder disse...
«A dita "direita ocidental" não existe desde há décadas (por cá desde o golpe "progressista" em 74)»

É verdade. Mas como convencer as pessoas que ainda votam na direita -acreditando falsamente que estão a votar na manutenção dos valores tradicionais-, dessa realidade?


«as forças politicas existentes são faces da mesma "moeda" (por muito que pareçam opostos em certas matérias)»

Sim, mas a oposição -e aqui estou a referir-me à verdadeira oposição, i.e. aos antiglobalistas- não tem sido suficientemente inteligente na denúncia dessa "moeda". A ilusão de que os partidos políticos são diferentes uns dos outros decorre das aparentes divergências que eles manifestam no plano económico. Quando a direita "tuga" fala em liberdade de mercado, por exemplo, ela não fala em nada que o PS não faça: o PS tem resgatado bancos, tem apoiado o capitalismo selvagem (e.g. privatização de empresas públicas ao desbarato) e o globalismo económico. Por outro lado, em matéria de contenção orçamental e sustentabilidade financeira, a direita revelou ser tão incompetente quanto a esquerda: o Passos Coelho, por exemplo, impôs a panaceia da austeridade a todos os portugueses pela corrupção de apenas alguns, mas a verdade é que a dívida pública continuou a aumentar mesmo durante o seu governo.

Tudo isto para dizer que, de facto, nem PS nem PSD se importam verdadeiramente com a industrialização e auto-suficiência de Portugal, imprescindíveis para a nossa autodeterminação, nem com o combate à corrupção e com a racionalidade financeira. E o motivo pelo qual não se importam não é por serem incompetentes, ao contrário do que muitos sonsos armados em intelectuais escrevem nos nossos jornais, mas sim obedecerem a ordens dos seus donos!


«Quanto aos nacionalistas (...) devemos entender que na prática falharam e falham por uma razão essencial (...) que é o facto de que qualquer reino (...) dividido não tem futuro, ainda para mais continuam a cometer o abismal erro (...) de permitir no seu meio pessoas e grupos dedicados a ideologias (...)que servem os interesses que dizem atacar»

Na mouche, caro Bilder! Infelizmente, o diagnóstico do fracasso nacionalista é mesmo esse. Por um lado, e como disse em tempos o João d'O Livro das Imagens, "para cada cem nacionalistas, teremos sempre cem aspirantes a líderes"! Por outro lado, a quantidade de nacionalistas que ainda subscreve ideologias criminosas e genocidas é francamente desconcertante. Cada vez me convenço mais que esses nacionalistas, aliás, nazionalizataz, são precisamente aquilo que acusam os nacionalistas “moderados” de ser: oposição controlada. Tenho cada vez mais dificuldade que eles sejam tão estúpidos que não percebam que a população em geral tem medo das suas ideias e da sua forma de estar no mundo. Que eles afugentam o cidadão médio com as suas roupas, suásticas, bandeiras, cortes de cabelo e discurso anti-semita primário. Ou que a sua aderência cega ao imaginário do Terceiro Reich e o seu ódio irracional pelo processo democrático só convencem ainda mais os eleitores do seu potencial para a tirania. Não, ninguém pode ser assim tão estúpido! E se pode, então merece bem ser derrotado…

Afonso de Portugal disse...

«eu só defendo a causa identitária e a soberania, não posso defender causas(que só fomentam o caos que serve aos inimigos da nação) que se escondem por trás do "nacionalismo" sem levarem em conta o contexto de cada povo e país).»

Eu próprio demorei algun anos a perceber essa triste realidade. Há nacionalistas que, em termos ideológicos, estão mais perto dos comunas do que do resto da população. Que encaram o Estado como sagrado (como se o Estado não fosse apenas as pessoas que o constituem), privilegiam o colectivo sobre o individual de uma forma verdadeiramente fanática, defendem a destruição total do sistema económico vigente, como se a prosperidade do Ocidente tivesse sido conquistada única e exclusivamente à custa de trabalho braçal. Enfim... acabei por constatar que muitos dos nossos “camaradas” são afinal camaradas sem aspas, comunistas que também são racistas e que, na prática, defendem todas as atrocidades colectivistas e mais alguma desde que a nação continue a ser branca. Muitos deles adorariam viver na Coreia do Norte, não tenho qualquer dúvida! Porque a única coisa que lhes interessa é que identidade étnica… como se, no longo prazo, a identidade étnica pudesse ser mantida em condições económicas de miséria e condições humanas de martírio!!!

Ricardo disse...

Pois… a avaliar pelos comentários, todos deixados pela mesma pessoa, o artigo terá sido lido integralmente apenas por meia-dúzia de pessoas…"---------------Sim,o que não admira,tendo em conta o número de jornais vendidos(consta que menos de 20 mil por dia)e o facto de a esmagadora maioria dos fazedores de opinião(não só desse jornal)escreverem uns para os outros(tipo masturbação em grupo).Quanto ao artigo em questão(do investigador José Pedro Fernandes)nem é assim tão complicado de entender(descontando o facto da maioria hoje em dia se aborrecer ao 1º parágrafo de qualquer texto que não esteja de acordo com suas ideias feitas tipo "fast food")e pode ler alguns parágrafos(um texto que nem é muito longo)no blog www.planetadosprimatas.blogs.sapo.pt nota final: tem um link para os livros do dito investigador no post "Armadilha do Progresso".

Afonso de Portugal disse...

«Quanto ao artigo em questão(do investigador José Pedro Fernandes)nem é assim tão complicado de entender(descontando o facto da maioria hoje em dia se aborrecer ao 1º parágrafo de qualquer texto que não esteja de acordo com suas ideias feitas tipo "fast food")»

O problema é esse... na era dos smartphones e da TV por cabo, tudo o que exija mais do que alguns segundos de atenção é imediatamente descartado...


«pode ler alguns parágrafos(um texto que nem é muito longo)no blog www.planetadosprimatas.blogs.sapo.pt nota final: tem um link para os livros do dito investigador no post "Armadilha do Progresso".»

Muito obrigado, caro Ricardo! Prometo passar por lá mais tarde! :)

Bilder disse...

"Enfim... acabei por constatar que muitos dos nossos “camaradas” são afinal camaradas sem aspas, comunistas que também são racistas e que, na prática, defendem todas as atrocidades colectivistas e mais alguma desde que a nação continue a ser branca. Muitos deles adorariam viver na Coreia do Norte, não tenho qualquer dúvida! Porque a única coisa que lhes interessa é que identidade étnica… como se, no longo prazo, a identidade étnica pudesse ser mantida em condições económicas de miséria e condições humanas de martírio!!!"------------------------------Exactamente,e o pior é que há mesmo muitos que acreditam nessa via(parece que estamos cercados por alucinados,ideologiamente falando e não só,por todos os lados e receio que(tendo em conta o colapso total do sistema demo-liberal,que será questão de tempo)acabe tudo na tal guerra civil europeia(e no states já agora,tendo em conta a quantidade de alucinados tanto de esquerda/neomarxistas,como extrema-direita ou religiosos incluindo os tais maomes invasores)entre extremistas/irracionais de todas as fontes e origens.(eu pela minha parte vou insistir na estratégia de tentar analisar a realidade racionalmente e apontar as causas e consequências do problema "globalista",até porque(para além de já estar fora da idade em que se pensa na imortalidade como possibilidade)não me identifico com os grupos mencionados(chamem-se eles o que se chamarem,pois como diz o Afonso tudo irá parar no totalitarismo ou social-fascismo sejam quais forem os "vencedores" de tal apocalipse,possivelmente os tais "globalistas" que ficam a ver a partir de um bunker algures)

Afonso de Portugal disse...

«o pior é que há mesmo muitos que acreditam nessa via (parece que estamos cercados por alucinados,ideologiamente falando e não só) e receio que (tendo em conta o colapso total do sistema demo-liberal,que será questão de tempo) acabe tudo na tal guerra civil europeia(e no states já agora,tendo em conta a quantidade de alucinados tanto de esquerda/neomarxistas,como extrema-direita ou religiosos incluindo os tais maomes invasores)»

Nos EUA, acredito que esse seja um cenário bem possível, desde que o Partido "Democrata" não consiga confiscar as armas dos rednecks. Mas aqui na Europa, não, não acredito. Os europeus já não têm tomates para levar a cabo uma guerra civil, vai acontecer-nos exactamente o que aconteceu no Brasil: os invasores vão superar-nos em número e depois tomar conta das nossas ruas.


«eu pela minha parte vou insistir na estratégia de tentar analisar a realidade racionalmente e apontar as causas e consequências do problema "globalista", até porque (para além de já estar fora da idade em que se pensa na imortalidade como possibilidade) não me identifico com os grupos mencionados»

Eu também já estive bem mais optimista. A idade e a experiência de vida fazem-nos perceber a inutilidade de certas posições e comportamentos. O mundo não se muda de repente e os nacionalistas em geral não percebem isto. Para mim, a eleição do Presidente Trump foi um grande abrir de olhos nesse sentido: a quantidade de nacionalistas que se convenceram que ele era uma espécie de salvador da raça branca e que depois se desiludiram e lhe chamaram traidor quando perceberam que ele afinal não era disso fez-me convencer em definitivo que estamos a lidar com crianças, não com adultos. Os nacionalistas continuam muito ingénuos, sem perceber o principal: há uma guerra cultural contra os globalistas que tem de ser ganha antes de qualquer mudança poder ser efectivada. Todas as outras alternativas estão condenadas ao fracasso: o poder económico e militar da superclasse é demasiado poderoso para poder ser contrariado por um punhado de revolucionários.


«possivelmente os tais "globalistas" que ficam a ver a partir de um bunker algures»

O caro Bilder não tenha a menor dúvida! Eles já acautelaram essa possibilidade e, caso cheguemos a esse ponto, eles vão certamente resguardar-se, como já fizeram noutros momentos da história, como por exemplo a guerra civil americana...

Ricardo Amaral disse...

"Os nacionalistas continuam muito ingénuos, sem perceber o principal: há uma guerra cultural contra os globalistas que tem de ser ganha antes de qualquer mudança poder ser efectivada. Todas as outras alternativas estão condenadas ao fracasso: o poder económico e militar da superclasse é demasiado poderoso para poder ser contrariado por um punhado de revolucionários."---------------------------------------------Eu acho que é demasiado tarde para ganhar no campo cultural,e parece-me que(mesmo sabendo que boa parte dos militares são tão alienados como a população em geral)a única saída vai ser um golpe a partir de dentro do sistema politico/militar(ou puramente militar)do Ocidente,ou de dentro de certos países chave(os que fazem realmente a diferença e podem levar de arrasto os outros).Isto claro senão rebentar a "coisa" entretanto por via do conflito global(guerra de blocos etc)ou outro cataclismo qualquer na lista de espera.

Afonso de Portugal disse...

« acho que é demasiado tarde para ganhar no campo cultural»

Então estamos perdidos, porque não há alternativa possivel.


«parece-me que (mesmo sabendo que boa parte dos militares são tão alienados como a população em geral) a única saída vai ser um golpe a partir de dentro do sistema politico/militar(ou puramente militar )do Ocidente»

Posso estar engando, mas creio que isso é impossível, caro Ricardo Amaral. Não conteceu no Líbano e na Malásia à medida que os muçulmanos tomaram conta daquilo tudo, não aconteceu no Brasil com toda aquela "diversidade vibrante", não aconteceu na África do Sul, com todos os massacres de brancos nas últimas décadas.

E hoje já houve outro sinal de alarme, aqui mesmo em Portugal: o par(a)lamento "tuga" aprovou a acção afirmativa que o Mamadou Ba tinha pedido!! Mais: aprovou-a por unanimidade!!! É oficial: os portugueses brancos passaram a ser cidadãos de segunda categoria na sua própria terra!!!


«Isto claro senão rebentar a "coisa" entretanto por via do conflito global (guerra de blocos etc) ou outro cataclismo qualquer na lista de espera.»

Também acho isso muito pouco provável, caro Ricardo. Há já décadas -décadas!- que ouvimos falar na iminência da Terceira Grande Guerra. Mas não aconteceu nos últimos 50 anos e duvido muito que aconteça durante as nossas vidas. Os globalistas querem o controlo dos mercados, pelo que só partirão para a destruição massiva se não conseguirem assegurar esse controlo.