quinta-feira, 1 de março de 2018

Coisas que não veremos nos "nossos" mé(r)dia...


    Tive de ir buscar esta notícia a um jornal angolano, porque os grandessíssimos mé(r)dia "tugas" não a deram... por que será que não a deram??? POR QUE SERÁ?!?!?
«O Parlamento sul-africano aprovou uma proposta dos Combatentes pela Liberdade Económica (EFF, em inglês), pequeno partido fundado por Julius Malema, mas com apoio do Congresso Nacional Africano (ANC), no sentido de serem entregues terras a cidadãos negros sem indemnizar os seus proprietários brancos.»

A linguagem utilizada no parágrafo que transcrevi acima é deliberadamente enganosa, por isso vou reescrever a última frase de forma a ficar mais clara:
«(...) no sentido de serem roubadas terras aos brancos e entregues aos pretos

Julius Malema: racista, marxista e ignorante da história (passe a redundância).


Porque é disso que se trata efectivamente, roubar aos brancos para dar aos pretos. Continuando:
«Este passo, dado semanas depois de Cyril Ramaphosa ter assumido o poder após a resignação de Jacob Zuma, imposta pelo ANC, é justificado com o facto de a minoria branca, numa clara consequência do regime do apartheid que vigorou na África do Sul entre 1948 e 1992, ser ainda hoje detentora da esmagadora maior parte das terras no país.
A proposta aprovada, com origem nos radicais do EFF de Malema, antigo militante do ANC, expulso devido ao seu radicalismo de esquerda, que tem 6 por cento dos lugares no Parlamento, não é uma surpresa porque estava prometida há muito tempo e o novo Presidente sul-africano tinha prometido acelerar este processo de transferência de terras das mãos dos brancos para propriedade de negros, embora tenha sublinhado a exigência de não ser colocada em causa a segurança alimentar e a produção de alimentos nas fazendas.
(...) Malema foi claro: “Fez-se justiça, este era o tempo de fazer justiça na questão das terras!”, acrescentando, citado pela imprensa sul-africano após a votação, que “vai ser preciso agora garantir que se restaura a dignidade do povo sem indemnizar os criminosos que roubaram as terras do povo”.

Sublinhei a frase anterior por dois motivos: (1) ninguém roubou nada aos sul-africanos. A maioria dos brancos que detêm terras na África do Sul já nasceu naquele país; e mesmo em relação aos que não nasceram, foram eles que as cultivaram e fizeram daquilo um país. (2) repare-se que este discurso é quase idêntico ao dos marxistas que acusam os burgueses de terem roubado o sustento do povo; a mentira é sempre a mesma, quem tem alguma coisa é mau, quem não tem nada é bom... só mudam os protagonistas!
«De sublinhar que esta matéria, para ser aplicada, carece de uma alteração à Constituição de forma a tornar legal retirar terras a proprietários nacionais, porque os brancos não perderam a nacionalidade sul-africana, sem as respectivas indemnizações, sendo certo que os partidos que votaram favoravelmente esta lei, nomeadamente o ANC e os EFF somam os dois terços exigidos para alterar a Lei Fundamental do país.
Esta abrangente reforma agrária não deixa de ter contestação no país, embora o facto de já ser esperada há alguns anos, justifique o acto de ser dada como adquirida rapidamente, apesar de alguns economistas não terem dúvidas de que vai ser um problema sério no futuro devido à menor experiência previsível dos novos proprietários das fazendas.
Mas a oposição da Aliança Democrática, que agrega uma parte importante dos interesses dos brancos, situando-se ideologicamente no centro, criticou este passo porque ele vai “minar claramente a confiança dos investidores internacionais num país que não respeita os direitos de propriedade”, gerando uma barreira ao urgente investimento externo de que a África do Sul precisa para ultrapassar a grave crise económica que atravessa.
Alguns juristas do país sublinharam ainda a ideia de que este processo está longe de acabar porque vai ser confrontado nos tribunais e muito provavelmente nas instâncias internacionais.»

A avaliar pelo silêncio quase completo dos mé(r)dia ocidentais, os brancos da África do Sul vão passar um mau bocado. No entanto, se considerarmos o que aconteceu no Zimbabué, pode ser que esta medida seja apenas temporária.

Seja como for, uma coisa é certa: os pretos podem ser tão racistas como bem entenderem, que ninguém lhes cai em cima. Já os brancos, nem sequer podem contestar a imigração para a sua própria terra, que logo aparecem hordas de "tolerantes" a querer metê-los na prisão... deve ser o tal "privilégio branco" de que tanto se ouve falar!

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Ver também:


Podes tirar o negro da selva; mas nunca tiras a selva do negro (Algol Mínima)
'Miss' sul-africana usa luvas em orfanato. Inquisição anti-racista não perdoa!
"O racismo anti-branco não existe, pá!" 

2 comentários:

Anónimo disse...

Até custa a acreditar, se existe alguma duvida que os publicos, jn's etc são anti europeus a omissão desta noticia dissipa qualquer duvida.

Ass:FdT

Afonso de Portugal disse...

Perfeitamente resumido, caro FdT. Mas as redes sociais é que são 'fake news', hããã!!! Os grandes mé(r)dia são todos muito íntegros, sérios e competentes! ;)