quarta-feira, 21 de março de 2018

Às vezes, é impossível não acharmos que os muslos têm alguma razão...



Ao menos esta triste criatura é honesta, podendo ser evitada pelos homens decentes! É nesse sentido que uma mulher honesta é sempre um tesouro, mesmo quando não passa de uma rameira porca! O grande problema são as mulheres -e os homens- que fornicam tudo o que se mexe e ainda desfrutam de uma auréola de respeitabilidade, ou até da admiração por parte das outras pessoas, sem nunca sofrerem consequências e represálias por parte da sociedade.

Já sei que me vai aparecer aqui algum(a) alienadozinho(a) a argumentar que isto é tudo uma questão de liberdade e que não se pode forçar as pessoas a agir de uma certa maneira, muito menos me matéria de comportamento sexual. Quem o fizer estará a cair no velho erro de confundir liberdade com libertinagem: a liberdade não significa poder fazer tudo o que queremos. Quando se põe um par de cornos a outra pessoa, está-se efectivamente a prejudicar essa pessoa, a menos que ela tenha acordado previamente com a possibilidade de ser encornada (parece que esse fetiche de ser cornudo(a) existe mesmo).

Mas a questão de prejudicar o(a) encornado(a) é apenas o pico do icebergue. É que a infidelidade, sobretudo a infidelidade generalizada, tem consequências muito funestas para a sociedade como um todo. Desde logo, porque se sabe que as pessoas mais promíscuas e inféis tendem a ter casamentos muito menos estáveis e duradouros.

Isto é tão simples quanto isto, meninos e meninas: quem for a uma gelataria regularmente e estiver habituado a comer gelados de todos os sabores, não vai passar a contentar-se em comer gelados só de morango ou só de chocolate a partir de um determinado momento! Não há nada de errado em ser-se desejado(a) por muitas pessoas, antes pelo contrário. Mas uma coisa é ser desejado(a), outra coisa é ser depravado(a). Ter muitos parceiros(as) sexuais é um objectivo de que só as prostitutas poderão tirar vantagem. É que copular em série com muitas pessoas tem um preço emocional. E, por conseguinte, desacoplar o sexo da afeição é receita segura para se acabar por não se dar valor a ninguém... incluindo a si próprio(a)!

Sem comentários: