quarta-feira, 7 de março de 2018

Al-Público promove as "novas feministas"...


Esta era a primeira página da edição de ontem do Al-Público... parece que o "jornalismo de elite" ainda não recuperou do resultado das eleições italianas:



Mas o que eu queria mesmo destacar era a parte central...

"Novas feministas", porque o feminismo convence cada vez menos e é preciso branqueá-lo!
São "jovens", mas são tão feias que preferimos olhar para algumas velhas... ou até velhos!
São "frontais", porque têm uma fronte de meter medo!
São "confiantes", porque nunca se viram ao espelho.
"Trabalham em rede", porque não têm vida própria...

18 comentários:

Anónimo disse...

Quando vi estas imagens vieram-me logo á cabeça um punhado de palavras do vernaculo portugues para descrever esta miseria. Miseria ideologica, miseria visual, enfim.

Sabe que eu nao sou ateu mas tambem tenho problemas com o cristianismo, vai daí acredito que há algo superior (não faço ideia o quê nem como) que não deixa isto ao livre arbitrio e controla um bocado "o jogo" e por alguma razão não gosta de dar o "paraíso" a nenhuma geração de humanos. Tira e dá, dá e tira. Então como a nossa geração, a nossa era, tem acesso a conhecimento que nos torna a vida bastante mais confortavel que a vida, por exemplo, da malta da idade media (vacinas, antibioticos automoveis etc) para que isto não seja bom demais coloca estas "feministas" no mundo para que a nossa experiencia mundana não seja tão feliz e para que as nossas vistas não se alegrem em demasia :p

Ass:FdT

Afonso de Portugal disse...

FdT disse...
«Sabe que eu nao sou ateu mas tambem tenho problemas com o cristianismo, vai daí acredito que há algo superior (não faço ideia o quê nem como) que não deixa isto ao livre arbitrio e controla um bocado "o jogo" e por alguma razão não gosta de dar o "paraíso" a nenhuma geração de humanos. Tira e dá, dá e tira.»

Eu sou ateu e tendo a concordar com isso. Numa das suas aulas, o Prof. Jordan Peterson resumiu a questão com uma observação muito pertinente: «Se olharmos para os textos religiosos em todas as religiões da história da humanidade, alguns deles com mais de 3 mil anos, observamos um conflito permanente entre caos e ordem. Parte da mensagem religiosa é precisamente a ideia de que esse conflito é eterno e que, quando a balança tende demasiado para um dos lados, acaba sempre por haver uma correcção demasiado forte no sentido contrário».


«Então como a nossa geração, a nossa era, tem acesso a conhecimento que nos torna a vida bastante mais confortavel que a vida, por exemplo, da malta da idade media (vacinas, antibioticos automoveis etc) para que isto não seja bom demais coloca estas "feministas" no mundo para que a nossa experiencia mundana não seja tão feliz e para que as nossas vistas não se alegrem em demasia :p»

Ahahahahahahahaha já o agente Smith e o arquitecto do filme Matrix faziam uma observação semelhante. No primeiro filme, o agente Smith faz uma reflexão deste género: «A primeira versão da Matriz foi concebida para ser um paraíso, um mundo em ninguém sofria e toda a gente vivia feliz. No entanto, as mentes humanas não aceitaram esse pressuposto e colheitas inteiras [de seres humanos] foram perdidas.» No segundo filme, o arquitecto consegue ser ainda mais contundente: «A primeira versão da Matriz que eu projectei era naturalmente perfeita, uma obra de arte, sem imperfeições, sublime. Um triunfo igualado apenas pelo seu fracasso monumental!»

Eu tenho de lhe confessar, caro FdT, que levo cada vez mais a sério a ideia de que os seres humanos precisam de uma certa dose de sofrimento para se superarem e continuarem a evoluir. Ao longo da minha carreira profissional, vi muitas pessoas estagnarem por terem acedido a posições confortáveis. Mas, mais do que isso -e é aqui que muitos Nacionalistas falham a analisar a realidade- ao lidar de perto com alguns imigrantes brasileiros vi uma atitude que não vejo na esmagadora maioria dos ocidentais. Uma maior garra, uma maior força de vontade. Não em todos eles, é claro, mas parece haver uma tendência geral. O terceiro-mundista tende a ser muito mais aguerrido na prossecução dos seus desejos e aspirações. Não é por acaso: com todos os seus defeitos, ele está mais habituado ao sofrimento e à necessidade de superação. Isto explica, por exemplo, que vejamos tantas das nossas mulheres com terceiro-mundistas. O terceiro-mundista nunca desiste, ele persegue a mulher até que ceda. E quando uma não cede, ele avança logo para a seguinte. E claro, o facto de o terceiro-mundista raramente ser reprovado pela sua “masculinidade tóxica” também ajuda…

Anónimo disse...

"Eu sou ateu e tendo a concordar com isso."

Não hoje mas talvez um dia em que esteja com cabeça para isso seria interessante o caro Blogueiro fazer uma posta em que explique aquilo em que acredita ou não acredita religiosamente/existencialmente...em que dê o seu ponto de vista sobre o ateísmo.

"Ahahahahahahahaha já o agente Smith e o arquitecto do filme Matrix faziam uma observação semelhante".

Olhe eu vi o Matrix quando o filme saíu mas na altura ainda era criança e não vi com atenção pelo que não me recordo de quase nada tirando umas imagens descontextualizadas. Ando para ver o filme há uns anos na Net mas depois esqueço-me sempre.
Isto para dizer que não tirei esta ideia do Matrix nem de filme nenhum, surgiu-me pela minha experiência mas não fico admirado por haver e ter havido mais gente, nomeadamente realizadores e filósofos a constatar coisa semelhante e de forma mais elaborada.

"Ao longo da minha carreira profissional, vi muitas pessoas estagnarem por terem acedido a posições confortáveis. Mas, mais do que isso -e é aqui que muitos Nacionalistas falham a analisar a realidade- ao lidar de perto com alguns imigrantes brasileiros vi uma atitude que não vejo na esmagadora maioria dos ocidentais."

Eu também tenho que confessar que já vi alogenos do 3ºmundo (poucos) a surpreender na minha curta vida profissional e na minha vida académica devido à sua energia, força de vontade e até capacidade trabalho. É provável que as dificuldades que tiveram que passar fortaleçam alguns mas lá está, aí é uma espécie de cruel "seleção natural" muitos alogenos não sobrevivem (ás vezes literalmente) ás condições desses países e alguns mais fortes chegam à Europa ou States e trepam a árvore das patacas, por assim dizer.

Mas claro isto acontece mais quando os tiram dos "shitholes" e os colocam sozinhos ou quase sozinhos no meio de brancos etc porque se os meterem num país supostamente branco mas no meio de milhares de outros alogenos como eles e primos e "brothers" etc eles vão se influenciar mal uns aos outros e até aos nativos! e vão puxando esta civilização para baixo com a sua expansão.

(parte 1)

Ass: FdT

Anónimo disse...


"O terceiro-mundista tende a ser muito mais aguerrido na prossecução dos seus desejos e aspirações. Não é por acaso: com todos os seus defeitos, ele está mais habituado ao sofrimento e à necessidade de superação. Isto explica, por exemplo, que vejamos tantas das nossas mulheres com terceiro-mundistas. O terceiro-mundista nunca desiste, ele persegue a mulher até que ceda."

O caro Blogueiro ás vezes escreve coisas que acertam mesmo na "muche" coisas que eu também verifiquei na vida real. Na faculdade cheguei a ser colega de curso de 1 "jovem" vindo de 1 país absolutamente insalubre. Ele até para alogeno era feio e era baixo mas isso não o impedia de tentar seduzir as colegas. O gajo era exactamente assim: mal via, mal cheirava uma fêmea, independentemente da raça da fêmea, ía logo ao encontro dela meter conversa e não largava o osso nem por nada!! então se fosse loira até trepava pelas paredes o filho da mãe. Como era 1 ambiente internacional com novas alunas de intercâmbio a aparecer para ter aulas connosco de tempos em tempos a história era sempre a mesma: o "jovem" ía logo para cima delas e é claro que eu e outros colegas brancos ou do oeste asiático éramos muito mais recatados e civilizadinhos nos modos com as mulheres e não nos atrevíamos a tanto descaramento, até podia dar a ideia de estarmos desesperados, então ficávamos ali tipo "cucks" a observar o espectáculo.

Mas o tipo exagerava, eu também não sou apologista dessa abordagem tão "expansiva" ás vezes mais vale ficar tranquilo, atento, e atacar o "alvo" certo, mas enfim são estratégias e a dele até que dava resultado pois como que marcava território sem ser literalmente violento, era uma violência cínica. Chegava a ser revoltante porque automaticamente ficava uma barreira invisível entre os outros machos e a fêmea que ele "atacava" e guardava durante horas se é que me faço entender. Diria até que era concorrência desleal pois nem dava hipótese de outro macho poder aproximar-se e conhecer a nova fêmea que aparecia e que se calhar até tinha potencialmente mais afinidade comigo (o que vale é que eu estava-me nas tintas pois tinha namorada) ou com outro colega de turma que com esse alogeno esfomeado mas enfim.

(parte 2)

Ass: FdT

Pedro disse...

Isso me lembra a experiência da utopia dos ratos, cientistas criaram um paraíso para ratos com capacidade para 3000. Quando a população atingiu 2200, ratos começaram a atacar uns aos outros, fêmeas abandonavam os filhotes e alguns ratos ficaram totalmente isolados e não faziam nada. Os ratos se destruíram e a sociedade entrou em colapso.

Individualmente humanos são muito mais inteligentes que ratos, mas o comportamento de massa é muito semelhante. Muitas coisas que estão acontecendo nos países de primeiro mundo são bem parecidas com o que aconteceu na utopia roedora.

Anónimo disse...

Também descobriu essa capa! Eu vi-a hoje por acaso porque o meu pai compra o Al-Público todos os dias e ainda por cima escreve para ele e acredita nele >:( Detesto esse jornal, ele enganou-me durante muito tempo! Só pensei como é que ainda há leitores que acreditam nisso. Talvez a feiúra das criaturas faça os leitores duvidar!

Ass.Rui

Anónimo disse...

ola pedro.Conheces o mundo da auditoria? Podes me dizer o q sabes sobre ele? Ja ouviste falar das Big4? Ganha se bem? eu acabo o curso em junho e tenho propostas para essa area. que achas? Joao S.

Anónimo disse...

Olá Afonso,

ri-me bastante com a legenda da imagem - a parte do Zeca Afonso está mesmo na mouche.

eu duvido que estas coisas deem dinheiro ao Público, mas antes que alguém lhes dê dinheiro para promoverem estas zé-ninguém a ícones de alguma coisa. a quantidade desta propaganda é absolutamente impossível sem haver alguém a empurrar. não pode ser só ignorância. é dinheiro mesmo (Soros e quejandos).

mas mais preocupante para mim é o número de raparigas que se deixa cair nesta parvoice e perseguir a sua libertação sob a forma de ser escrava da corporação e do dinheiro. e vejo isso nas da minha geração (millennials), e nas adjacentes para cima e para baixo, tirando as raras excepções.

e concordo com o FdT que seria muito interessante saber a sua mundividência existencial/religiosa/espiritual.

Ilo Stabet

Pedro disse...

João S disse ...
"ola pedro.Conheces o mundo da auditoria? Podes me dizer o q sabes sobre ele? Ja ouviste falar das Big4? Ganha se bem? eu acabo o curso em junho e tenho propostas para essa area. que achas? Joao S."

Auditoria é o exame das atividades de uma empresa e Big four são as quatro maiores empresas especialistas em auditoria e consultoria. Isso é uma oferta de emprego?

Afonso de Portugal disse...

FdT disse…
«Não hoje mas talvez um dia em que esteja com cabeça para isso seria interessante o caro Blogueiro fazer uma posta em que explique aquilo em que acredita ou não acredita religiosamente/existencialmente...em que dê o seu ponto de vista sobre o ateísmo.»

Essa é uma excelente sugestão mas, de facto, não poderei atender num futuro próximo porque esse exercício exige que eu tire algum tempo para escrever os meus pensamentos de uma forma clara. A religião é um assunto muito melindroso, mesmo entre os religiosos e entre os ateus, porque há demasiadas sensibilidades em jogo. Eu julgo que há poucos ateus de direita assumidos precisamente porque o ateísmo é sobretudo uma filosofia de oposição à religião organizada, embora os ateus de esquerda jurem que é apenas a não-crença no divino.

Aquilo que eu posso adiantar aos caros FdT e Ilo Stabet (que reforçou a sua sugestão/pedido mais abaixo) é que, de facto, eu não acredito em nenhum tipo de divindade. No entanto, eu acredito convictamente que os textos religiosos contêm sabedoria intemporal numa forma cristalizada. Por outras palavras, as passagens e parábolas descritas nos evangelhos resultam da experiência acumulada de milhões de seres humanos ao longo da história e, por muito que os ateus digam que aquilo é tudo arcaico e que foi escrito em sentido figurado, eu tenho a convicção de que quem ignorar completamente os textos religiosos corre o sério risco de ser destruído pela realidade, não apenas individualmente, mas sobretudo em termos colectivos ou sociais.

Tomemos a bíblia como exemplo: a Queda do Homem no Jardim do Éden, o assassinato de Abel às mãos do seu irmão invejoso Caim, a ascensão do Rei David, a odisseia do Êxodo, os Dez Mandamentos, Sodoma e Gomorra, o episódio da Torre de Babel, a vinda do Messias -o Rei dos reis-, a parábola dos talentos, etc. Há sempre qualquer coisa a reter em todas estas histórias, por mais que os ateus de esquerda garantam que é tudo treta. Há lições de vida importantes que, embora tenham sido grafadas num período em que ainda nem sequer havia electricidade, reflectem a realidade intemporal da natureza e da condição humana. E essa condição humana ainda é essencialmente a mesma no mundo tecnológico em que vivemos.


«Isto para dizer que não tirei esta ideia do Matrix nem de filme nenhum, surgiu-me pela minha experiência mas não fico admirado por haver e ter havido mais gente, nomeadamente realizadores e filósofos a constatar coisa semelhante e de forma mais elaborada.»

Sim, sim, eu não pretendi de forma alguma menorizar a pertinência das observações do caro FdT, muito menos sugerir que não eram originais, apenas quis reforçá-las.


« Na faculdade cheguei a ser colega de curso de 1 "jovem" vindo de 1 país absolutamente insalubre. Ele até para alogeno era feio e era baixo mas isso não o impedia de tentar seduzir as colegas. O gajo era exactamente assim: mal via, mal cheirava uma fêmea, independentemente da raça da fêmea, ía logo ao encontro dela meter conversa e não largava o osso nem por nada!!»

Pois eu não tive apenas um colega de curso desses, tive vários! Aliás, dos nove “jovens” que concluíram o curso no meu ano, só um é que era um pouco nerd, os outros oito passavam a vida ou em festas académicas, ou a fumar charros ou a perseguir as alunas brancas! Um deles chegou a fazer um filho a uma colega de curso e depois abandonou-a e voltou para Angola… é o que dá abrir as pernas a qualquer “jovem” e sem sequer tomar as devidas precauções!

Afonso de Portugal disse...

FdT disse...
«eu e outros colegas brancos ou do oeste asiático éramos muito mais recatados e civilizadinhos nos modos com as mulheres e não nos atrevíamos a tanto descaramento, até podia dar a ideia de estarmos desesperados, então ficávamos ali tipo "cucks" a observar o espectáculo.»

Uma história cada vez mais recorrente um pouco por todo o Ocidente! Uma vez tive alta discussão com uma fulana aqui do Porto por causa disso. Eu critiquei essa atitude que os “jovens” têm de disparar sobre tudo o que se mexe… e a fulana ainda me censurou, dizendo que eu tinha era inveja deles! Eu nem queria acreditar! Então estas tipas das grandes cidades andam sempre com o assédio na boca e a dizer que os homens são uns machistas por andarem sempre atrás delas… e depois a gaja sai-me com uma destas??? É por essas e por outras que eu cada vez dou mais razão àqueles que dizem que não podemos ligar àquilo que as mulheres dizem… nem mesmo elas se levam a sério!


«Chegava a ser revoltante porque automaticamente ficava uma barreira invisível entre os outros machos e a fêmea que ele "atacava" e guardava durante horas se é que me faço entender. Diria até que era concorrência desleal pois nem dava hipótese de outro macho poder aproximar-se e conhecer a nova fêmea que aparecia e que se calhar até tinha potencialmente mais afinidade comigo (o que vale é que eu estava-me nas tintas pois tinha namorada) ou com outro colega de turma que com esse alogeno esfomeado mas enfim.»

Nessas situações, eu ataco à mesma! Agora já não, que sou praticamente casado, mas atacava, a menos que houvesse muitos outros “jovens” por perto e houvesse potencial para haver violência de grupo. A sério, muitas dessas mulheres até ficaram nitidamente aliviadas quando eu me aproximei! Além disso, já me apercebi que, quando as situações como essa que o caro FdT descreveu acontecem, os cabrões dos “jovens” ainda se ficam a rir, como se fossem donos das nossas mulheres e nós fôssemos todos uns valentes cornudos! Uma vez, um dos tais “jovens” confessou-me isso mesmo, depois de já ter bebido uns copos a mais: “vocês são demasiado covardes (note bem, ele não disse respeitadores nem nada que se pareça, disse mesmo covardes!) com as vossas mulheres, as mulheres só respeitam os homens com atitude”.


Pedro disse…
«Isso me lembra a experiência da utopia dos ratos, cientistas criaram um paraíso para ratos com capacidade para 3000.»

É curioso você mencionar isso, porque já fiz uma posta sobre isso aqui no TU:
http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2016/03/dos-homens-e-dos-ratos.html


«Individualmente humanos são muito mais inteligentes que ratos, mas o comportamento de massa é muito semelhante.»

Essa é uma excelente observação! As pessoas em geral não compreendem o quanto os seres humanos são parecidos com os animais. A forma como as hormonas determinam o nosso comportamento, por exemplo, é transversal a quase todos os vertebrados. Indivíduos com altos níveis de serotonina tendem a ser mais confiantes e agressivos, enquanto indivíduos com baixos níveis de serotonina tendem a ser menos confiantes e passivos. Isto é verdade dos peixes aos seres humanos!

Afonso de Portugal disse...

Além de que a forma de organização social dos ratos –que convém sempre lembrar, são mamíferos como nós– não é assim tão diferente da nossa. Tal como acontece connosco, as sociedades dos ratos são baseadas em sistemas de hierarquia em que os ratos mais fortes dominam os restantes indivíduos e acedem à maioria das fêmeas reprodutoras. Tal como nas sociedades humanas, os ratos especializam-se em determinadas tarefas. Há ratos batedores, ratos escavadores, ratos recolectores, etc. Mas há nuances sociais muito engraçadas que deitam por terra a ideia da exclusividade da empatia humana. Por exemplo, quando um rato adulto brinca de luta com um rato adolescente, o rato adulto permite que o rato adolescente vença cerca de 1/3 das vezes! Ou seja, os ratos sentem empatia para com os seus adolescentes, chegando a deixá-los vencer lutas de brincadeira para os encorajar! É realmente notável…


«Muitas coisas que estão acontecendo nos países de primeiro mundo são bem parecidas com o que aconteceu na utopia roedora.»

Sem dúvida. O caso dos “homens herbívoros” no Japão é talvez o mais flagrante, mas na Europa também já há muitos fenómenos assustadores e semelhantes àqueles que foram observados no “Universo 25”.


Rui disse…
«Também descobriu essa capa!

Sim, para mal dos meus pecados! :P


«Eu vi-a hoje por acaso porque o meu pai compra o Al-Público todos os dias e ainda por cima escreve para ele e acredita nele >:( »

Argh! Os meus sinceros pêsames, caro Rui! O meu velhote também assina o Al-Público, para minha grande mágoa. Já tive várias pegas com ele por causa disso, mas não há nada a fazer. A geração anterior já não muda, temos de nos concentrar nos indivíduos da nossa idade e mais jovens. Em Itália, essa estratégia parece estar a resultar, uma vez que foram sobretudo os jovens que votaram na Liga Norte e no Movimento 5 Estrelas.


«Detesto esse jornal, ele enganou-me durante muito tempo! Só pensei como é que ainda há leitores que acreditam nisso.»

Quando eu era miúdo, o Al-Público era o meu jornal favorito! Aos domingos, o jornal trazia um suplemento chamado “Público Jovem” no qual era publicada banda desenhada (o meu favorito era a excelente série XIII da Dargaud). Mas não só, quando o meu pai o começou a comprar, o jornal trazia uma cidade de cartão para construir, publicada às prestações…

…é incrível o quão baixo o jornal desceu. Hoje não passa de um veículo de propaganda da extrema-esquerda.


«Talvez a feiúra das criaturas faça os leitores duvidar!»

LOL! Infelizmente, o que não falta neste mundo são homens desesperados…


Ilo Stabet disse…
«ri-me bastante com a legenda da imagem - a parte do Zeca Afonso está mesmo na mouche.»

Eheheh… Obrigado! Temos que ir rindo com estas coisas, senão entramos todos em depressão! :P


«eu duvido que estas coisas deem dinheiro ao Público, mas antes que alguém lhes dê dinheiro para promoverem estas zé-ninguém a ícones de alguma coisa.»
Sim, sim, não tenho a menor dúvida de que é isso mesmo que acontece, até porque este género de artigos tem quase sempre poucas visualizações…

Afonso de Portugal disse...

Ilo Stabet disse...
«a quantidade desta propaganda é absolutamente impossível sem haver alguém a empurrar. não pode ser só ignorância. é dinheiro mesmo (Soros e quejandos).»

É bem possível. O que mais me perturba é que, embora nem todos os jornais sejam tão descarados como o Al-Público e o Diário de Noticiazinhas, todos publicam “notícias” deste género de tempos a tempos. Até mesmo o Observador, que é supostamente o jornal dos reaccionários, publica propaganda deste género pelo menos uma vez por semana…


«mas mais preocupante para mim é o número de raparigas que se deixa cair nesta parvoice e perseguir a sua libertação sob a forma de ser escrava da corporação e do dinheiro. e vejo isso nas da minha geração (millennials), e nas adjacentes para cima e para baixo, tirando as raras excepções.»

Julgo que o caro Ilo Stabet tocou num ponto crítico: parece-me que, embora a resistência ao feminismo esteja a crescer no mundo anglófono, o feminismo parece estar a ganhar terreno aqui em Portugal.


«e concordo com o FdT que seria muito interessante saber a sua mundividência existencial/religiosa/espiritual.»

Fica então prometido que hei-de fazer uma posta sobre isso! :)

Anónimo disse...

"não poderei atender num futuro próximo porque esse exercício exige que eu tire algum tempo para escrever os meus pensamentos de uma forma clara. A religião é um assunto muito melindroso, mesmo entre os religiosos e entre os ateus, porque há demasiadas sensibilidades em jogo"

Compreendo perfeitamente, eu próprio também tenho dificuldade em exprimir as minhas ideias sobre esse assunto e mais do que isso: ainda não sei muito bem aquilo que acho e aquilo em que acredito.

"Há lições de vida importantes que, embora tenham sido grafadas num período em que ainda nem sequer havia electricidade, reflectem a realidade intemporal da natureza e da condição humana"

Bem visto! compartilho de semelhante ideia em relação ás Bíblias e afins acho que não são para levar demasiado a sério mas também convém não menosprezar algumas passagens...tal como o Mein Kamp ehehehe ;)

"Pois eu não tive apenas um colega de curso desses, tive vários! Aliás, dos nove “jovens” que concluíram o curso no meu ano"

Porra tantos! eu só tive 1 mas o tipo falava por 9 (especialmente com as mulheres...), era 1 verdadeiro "alogeno expansivo e vibrante"

"Um deles chegou a fazer um filho a uma colega de curso e depois abandonou-a e voltou para Angola… "

Típico! as bimbas adoram destruir-se a elas e ao país (mas a culpa não é só delas) e os alogenos ficam-se a rir.

"Eu critiquei essa atitude que os “jovens” têm de disparar sobre tudo o que se mexe… e a fulana ainda me censurou, dizendo que eu tinha era inveja deles!"

Típico! mas tão típico que também já tive uma moça da região do Porto a dizer-me exactamente o mesmo! o que não é de admirar dado que na referida região há cada vez mais bimbas com o intestino grosso ligado ao cérebro. Só que na realidade é exactamente ao contrário: eles é que têm inveja das nossas sociedades e da beleza e feminilidade das mulheres brancas...vá de algumas... mas para os alogenos qualquer coisa que seja branca serve.

"A sério, muitas dessas mulheres até ficaram nitidamente aliviadas quando eu me aproximei!"

Como é óbvio.

"Além disso, já me apercebi que, quando as situações como essa que o caro FdT descreveu acontecem, os cabrões dos “jovens” ainda se ficam a rir, como se fossem donos das nossas mulheres"

Mas é que é mesmo isso meu caro sem tirar nem pôr! Também vislumbrei o mesmo, bastam apenas uns meses de conversa com mulheres Europeias e já se acham os "donos do gado" e ainda levam a mal se a mulher que têm na mira se interessar por outro mesmo que nunca tenham tido nada com ela. É impressionante...há de reparar que nós não nos conhecemos de lado nenhum, estudamos em diferentes Universidades, em diferentes anos e de certeza em diferente cidade (o meu caso nem foi em Portugal) e o alogeno a quem eu me estive a referir não era sequer dos PALOPS mas o "modus operandis" é exactamente igual! há 1 padrão comportamental...

Ass: FdT

Anónimo disse...

"Uma vez, um dos tais “jovens” confessou-me isso mesmo, depois de já ter bebido uns copos a mais: “vocês são demasiado covardes"

Não é verdade! Estamos é OPRIMIDOS. Os homens brancos têm sido bastante corajosos até (pelo menos até esta geração) têm-se aventurado muito mais e com sucesso no mar, no ar, na ciência, medicina etc e isso é que é coragem e sucesso! não é andar em gang a espancar pessoas em situações de 5 para 1 ou andar a perseguir as "bitches" como os "jovens" suburbanos que vivem no Ocidente gostam de dizer.

Ass: fFdT

Leitora disse...

Sabe que eu tava lendo um livro (um tanto antigo, não sei bem a data mas os dados que o livro aborda são relativos aos anos 90) esses dias que falava sobre a ação da ONU (as mãos da elite) em relação as mulheres no Ocidente e na China Comunista.
Essa "Libertação" das mulheres teria a ver com um propósito futuro de controle governamental sobre o planejamento familiar, como ocorreu na China Comunista em que cada casal só podia ter 1 filho, e muitos eram obrigados - segundo o livro - a fazerem abortos e havia até relatos de que alguns pais chegavam a matar filhos, ou eram presos se tinham mais de um filho. Enfim, e que tudo isso teria ligação com o suposto desejo da elite de diminuir a população mundial.

Em uma parte do livro, dizia algo assim: "Os esforços são para que no futuro a mulher deseje ter qualquer profissão menos a de mãe." E parece que é assim mesmo hoje em dia.
Eu mesmo me identifico um pouco com isso.
Minha maior preocupação é relativa a vida financeira e profissional e a manter um grau de conforto contínuo. E a gente vê que muitas agora também pensam assim.

Esse é o pdf do livro (tem várias partes de mais de um livro do autor) caso você tenha interesse: http://americasurvival.org/wp-content/uploads/2016/11/Drugs-Euthanasia-and-Pedophilia.pdf

Ainda não li tudo.

Raghnar disse...

60 balas/mês, para levar com isto regularmente. É preciso estômago!

"Minha maior preocupação é relativa a vida financeira e profissional e a manter um grau de conforto contínuo. E a gente vê que muitas agora também pensam assim."

A Leitora toca aqui num ponto essencial, o resultado mais óbvio da "emancipação" feminina foi a redução do custo de mão-de-obra com a entrada de parte significativa da população no mercado de trabalho. Ora, se antes o "conforto no lar" (os tempos eram outros, a tecnologia também) conseguia ser alcançado com um só a trabalhar fora de casa, hoje é praticamente impossível. Isto permitia um maior acompanhamento da educação da prole e a grande maioria dos lares tinha alguma produção alimentar doméstica, com impacto no orçamento familiar.

Hoje poucos conseguem fazer isso, o "sonho da carreira" acaba por ser uma obrigação para a maioria...

Anónimo disse...

Vejam este "artigo" escrito pelo independent, sobre Portugal:

Todo o 'artigo' são falsidades históricas, exageros com o objectivo de abrir mais Portugal à (imi)invasão, ou fazer com que se relativize a mesma porque no passado eles já andaram por cá.

http://www.independent.co.uk/voices/portugal-war-arabs-european-country-peace-iran-iraq-syria-middle-east-eu-nato-a8222941.html

E logo sobre Portugal, que nasceu como nação, efectivamente contra os mouros, fazem um artigo destes, é mesmo muita falta de ideia, ou melhor, é propaganda multicultural mesmo.

Assinado
Ouriato