sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

"Misandria nos Mé(r)dia" ou o mito disparatado do Patriarcado, partes 1 e 2 (com legendas)


     Há já alguns anos que sigo esta excelente série de vídeos, "Misandria nos Mé(r)dia", pelo que decidi começar a traduzi-la. Este vídeo não tem como objectivo atacar as mulheres. Desde logo porque as feministas, que são várias vezes criticadas neste vídeo, não falam em nome das mulheres. Não, não falam, tenham santa paciência, mas não basta formar um clubezito de mulheres ressabiadas para se poder falar em nome todas as mulheres! Era só o que faltava!... O objectivo deste vídeo é mostrar o quão ridícula é a ideia de que vivemos num Patriarcado: se vivemos mesmo num Patriarcado em que as mulheres são cruelmente oprimidas, como é possível que haja tantos anúncios a ridicularizar os homens?...

Mais uma vez relembro que eu tenho um canal de YouTube para onde carrego muitos vídeos como este. Subscrevam-se!

6 comentários:

Anónimo disse...

É nisto e no "racismo" a diferença de criterios é abismal! No circo merdiatico o homem pode ser massacrado mas se se toca na mulher é o fim do mundo, o "branco" pode ser massacrado mas se se fala no negro é o fim do mundo, o heterossexual pode ser massacrado mas se se fala do "homossexual" as florzinhas de estufa colocam logo os corninhos de fora...qualquer cidadão comum com 2 dedos de testa nota a diferenca de criterios, e depois os "oprimidos" e os capitalistas selvagens tipo Soros que os patrocinam, ficam "chocados" com o crescimento da extrema-direita na Europa e têm a lata de dizer que não entendem como é que é possivel! As grandessissimas bestas...

Ass:FdT

Afonso de Portugal disse...

«qualquer cidadão comum com 2 dedos de testa nota a diferenca de criterios»

Eu também acho que sim, que qualquer indivíduo minimamente inteligente conseguirá ver que há efectivamente dois pesos e duas medidas, sempre com prejuízo para o homem branco e heterossexual. Mas o que é mais surreal no meio disto tudo é que continua a haver imensa gente que, com o maior descaramento do mundo, nos garante que os homens brancos heterossexuais são os maiores privilegiados deste mundo! Não há pachorra!!!


«(...) e depois os "oprimidos" e os capitalistas selvagens tipo Soros que os patrocinam, ficam "chocados" com o crescimento da extrema-direita na Europa e têm a lata de dizer que não entendem como é que é possivel! As grandessissimas bestas...»

O que é verdadeiramente surpreendente é que a ‘extrema-direita’ cresça tão pouco, isso sim! Nós, homens brancos heterossexuais, somos insultados, maltratados e enxovalhados praticamente todos os dias, diabolizados como opressores históricos e imperialistas genocidas. E esta conversa de merda pega! E pega não só entre os alógenos, mas também entre a esmagadora maioria das nossas mulheres e de -pasme-se!- muitos dos nossos homens!

Anónimo disse...

"E de pasme-se de muitos dos nosso homens"

Isso é que é o mais triste! Há um genero de ditado que diz "se nós não nos defendermos ninguem nos vai defender" ou "se nos não gostarmos de nós próprios ninguem vai gostar" e eu concordo a 100%. Acho que já toda a gente no mundo entendeu isto menos o homem europeu e muita tristes e vendidas mulheres europeias.

Mas a quantidade de "cucks" que consegue ser pior que muitos alogenos e muitas feministas é abismal! Podiamos estar aqui a noite toda a dar exemplos. É por isso que eu não vou completamente na conversa de "o problema é as mulheres votarem" pois parece me que a diferenca entre o que as mulheres pensam sobre o estado de coisas e o que os homens pensam não é assim tão grande como se julga, e há muitas mulheres tipo Le Pen etc etc com mais "tomates" e lealdade que muitos homens que por aí andam.

Ass:FdT

Afonso de Portugal disse...

«É por isso que eu não vou completamente na conversa de "o problema é as mulheres votarem" pois parece me que a diferença entre o que as mulheres pensam sobre o estado de coisas e o que os homens pensam não é assim tão grande como se julga, e há muitas mulheres tipo Le Pen etc etc com mais "tomates" e lealdade que muitos homens que por aí andam.»

Sem dúvida, mas a questão é a proporção do fenómeno em cada sexo. Olhando para os resultados dos sufrágios no mundo Ocidental, sobretudo nas eleições presidenciais dos EUA, verifica-se que as mulheres tendem a votar significativamente mais à esquerda do que os homens. Nem todas as mulheres o fazem, é certo, mas há muitas a fazê-lo. Veja-se o caso da eleição do Presidente Trump: 62% dos homens brancos votaram no loiro, enquanto apenas 52% das mulheres brancas o fizeram. Ora, 10% é muita coisa. E é preciso compreender muito bem o porquê deste fenómeno.

Anónimo disse...

Mas olhe que esses 10%, é óbvio que ainda é uma margem com significado, mas tendo em conta o que se vê na blogosfera nacionalista (onde quase não há mulheres) e o que se vê no dia a dia nem é assim tão mau! Quem ouve os nacionalistas que consideram que devia existir um género de "charia branca" na sociedade europeia até fica a pensar que a diferença é de 50% ou mais.

E atenção que eu sou 1 índividuo que prefere mil vezes uma mulher tradicional que uma dessas "sluts" assumidas dos dias de hoje, mas daí a considerar que as mulheres servem "exclusivamente para reproduzir" ou que só os homens é que sabem pensar politica etc vai uma distancia.

Ass:FdT

Afonso de Portugal disse...

«Quem ouve os nacionalistas que consideram que devia existir um género de "charia branca" na sociedade europeia até fica a pensar que a diferença é de 50% ou mais.»

Sim, mas essa conversa da "chária branca" é papagueada por uma escassa minoria de nacionalistas. Eu não acredito que a maioria do nosso pessoal leve isso a sério. Se algum político de Direita tentasse implementar uma coisa dessas, as mulheres votariam todas ou quase todas na esquerda. Seria suicídio político.


«E atenção que eu sou 1 individuo que prefere mil vezes uma mulher tradicional que uma dessas "sluts" assumidas dos dias de hoje, mas daí a considerar que as mulheres servem "exclusivamente para reproduzir" ou que só os homens é que sabem pensar politica etc vai uma distancia.»

Sim, mas lá está, limitar a liberdade política e sexual das mulheres parece-me francamente impossível no Ocidente actual. O que é realista é limitar -e é apenas isso que eu defendo- é o número de benefícios que o Estado concede actualmente às mulheres, sobretudo às mães solteiras. Por exemplo, não é legítimo que o dinheiro de todos os contribuintes seja usado para comparticipar abortos e medicamentos contraceptivos. Quem quer ter sexo tem de ser responsável pelos seus actos e isso inclui a responsabilidade financeira. Também não é legítimo que se dê dinheiro directamente às mulheres para alegadamente as ajudar a criar os seus filhos. Se o Estado quer mesmo ajudar as crianças, então que lhes dê senhas de alimentação, livros escolares, consultas médicas, medicamentos e vestuário. As mulheres votam na esquerda porque o Estado lhes dá demasiada mama. É isso que tem de ser combatido.