quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Ben Shapiro: «Hollywood quer o seu dinheiro... e a sua mente!» (com legendas)


     O eloquentíssimo judeu Ben Shapiro (sim, nazionaliztaz, judeu!) denuncia a forma verdadeiramente maquiavélica como Hollywood usa o nosso dinheiro para nos formatar ideologicamente. Muito do que ele diz tem sido denunciado na blogosfera nacionalista ao longo dos anos, mas o vídeo tem a virtude de nos mostrar vários exemplos concretos de como Hollywood influencia, de forma determinante, o comportamento daqueles que vêem as suas produções.

Moral da história:  Hollywood não é apenas uma indústria global de entretenimento, é sobretudo uma indústria global de doutrinação ideológica. E é por isso que os nacionalistas coerentes, aliás, toda a Direita digna desse nome, jamais deve pagar para ver os filmes e as séries de TV feitos pela cambada hollywoodesca. Notem bem, eu não estou a dizer que não os devemos ver, estou a dizer que não devemos contribuir para a indústria que os produz, o que é muito diferente. Eu acredito que devemos vê-los, mas sem nunca pagar por eles. E usando sempre de um espírito muito, mas muito crítico!

14 comentários:

Anónimo disse...

Caríssimo, vou só deixar aqui mais uma bela história que pode aproveitar para o seu "triste futebol"

http://www.record.pt/internacional/paises/espanha/detalhe/ruben-semedo-novamente-detido.html

http://www.record.pt/internacional/paises/espanha/detalhe/os-meses-loucos-de-ruben-semedo-da-confusao-em-bar-de-alterne-a-detencao-por-sequestro.html

Ass: FdT

Afonso de Portugal disse...

Ah! Mais um pretoguês a dar bom nome à nação portuguesa além fronteiras! Obrigado, caro FdT, por acaso já tinha visto a notícia no Correio Manhoso, mas os seus links têm muitos pormenores interessantes!

Sai uma posta a seguir ao jantar! Muito obrigado!

Pedro disse...

Tinha uma época que eu adorava cinema, ia muito para o shopping ver filme. Mas depois que tomei a pílula vermelha, saí da Matrix e ganhei consciência racial, percebi as mensagens subliminares e nunca mais fui ver nada.
A máquina de propaganda de Hollywood esta falhando, os filmes estão com cada vez menos audiência. Eu vou viver para ver a morte de Hollywood.

FdT disse ...
"Caríssimo, vou só deixar aqui mais uma bela história que pode aproveitar para o seu "triste futebol"".
Essas notícias acabam com o argumento de que alógenos se comportam mal por serem pobres. Muito usado pela esquerdalha e ás vezes pela direitinha.

Afonso de Portugal disse...

Pedro disse...
«Tinha uma época que eu adorava cinema, ia muito para o shopping ver filme. Mas depois que tomei a pílula vermelha, saí da Matrix e ganhei consciência racial, percebi as mensagens subliminares e nunca mais fui ver nada.»

Sim, comigo passou-se exactamente o mesmo. E a verdade é que, até aos anos 60, a maioria dos filmes de Hollywood era boa. A partir daí, tudo mudou. Quando chegámos aos anos 80, já havia muitos filmes completamente degenerados. Em Hollywood e não só: aqui na Europa também havia anormais como o Pasolini ou o Borowczyk, autênticos tarados sexuais e propagandistas da multirracialidade disfarçados de realizadores, que fizeram muitos filmes absolutamente condenáveis.


«A máquina de propaganda de Hollywood esta falhando, os filmes estão com cada vez menos audiência. Eu vou viver para ver a morte de Hollywood.»

Há no entanto um género de filmes que permanece irritantemente popular: a ficção científica e os super-heróis. A popularidade dos filmes da saga Star Wars, da Marvel ou da DC Comics é verdadeiramente desconcertante! E esses filmes têm sido veículos privilegiados para a propaganda globalista…

«Essas notícias acabam com o argumento de que alógenos se comportam mal por serem pobres. Muito usado pela esquerdalha e ás vezes pela direitinha.»

Verdade! O Villarreal é um clube da primeira divisão espanhola, uma das ligas mais competitivas e ricas da Europa, estando presentemente em 6º lugar na classificação geral. Mais do que isso, o Villarreal joga na Liga Europa, é um dos clubes mais fortes de Espanha. Este Ruben Semedo não é nenhum pobrezinho condenado a uma vida de miséria! É apenas mais um "jovem" típico, incapaz de controlar os seus instintos primários e de viver civilizadamente...

Pedro disse...

Afonso disse ...
"Há no entanto um género de filmes que permanece irritantemente popular: a ficção científica e os super-heróis. A popularidade dos filmes da saga Star Wars, da Marvel ou da DC Comics é verdadeiramente desconcertante! E esses filmes têm sido veículos privilegiados para a propaganda globalista…"

Estes filmes ainda são populares, mas estão faturando menos que o esperado. Os filmes Star Wars, o último jedi, o mais novo do Quarteto fantástico (que colocaram um "jovem" como Tocha Humana) e o novo do caça-fantasmas (só mulheres "fortes e indepedentes") foram considerados fracassos de bilheteria. O povo está acordando, mais devagar do que gostaríamos mas ainda está.

Leitora disse...

Gostei dos exemplos que o Ben deu. Já sabia que Hollywood, assim como outras redes de tv - caso da Rede Esgoto no Brasil - não estão apenas tentando entreter as pessoas.
A gente assiste agora à exaltação de tudo que há de mais baixo e menos evoluído, uma forçação de bestialização nas massas.

João disse...

E depois ainda temos de levar com esses fdp de Hollywood a pregarem superioridade moral e a apresentarem-se como referências éticas, como é o caso do vendedor de cápsulas de café ou o diCaprio e por aí fora...

Anónimo disse...

Mas o problema é que não há como ver os filmes de hollywood sem pagar. Cada vez que se liga a TV para assistir a um deles, a empresa de transmissão pagou para exibi-lo, que é repassado para aos telespectadores em forma de audiência.
Nos "download" pela internet, também eles recebem. Recebem nos acessos aos sítios.
Nem mesmo os filmes "pirateados" escapam, pois houve uma fonte lícita.

Qual a única forma?

Hum... não assistí-los, é obvio!

Eduardo - Brasil

Afonso de Portugal disse...

Pedro disse…
«Estes filmes ainda são populares, mas estão faturando menos que o esperado. Os filmes Star Wars, o último jedi, o mais novo do Quarteto fantástico (que colocaram um "jovem" como Tocha Humana) e o novo do caça-fantasmas (só mulheres "fortes e indepedentes") foram considerados fracassos de bilheteria. O povo está acordando, mais devagar do que gostaríamos mas ainda está.

Quem me dera estar tão optimista como o caro Pedro. O medíocre “Pantera Negra”, por exemplo, ainda mal estreou e já fez $200 milhões. O “The Last Jedi” já ultrapassou os 1300 mil milhões ou 1,3 bilhões como vocês dizem aí no Brasil. Você pode ver a tabela aqui:

http://www.boxofficemojo.com/yearly/chart/?yr=2017&p=.htm

O negócio até pode já não ser o que era, mas ainda está muito longe da ruína.


Leitora disse...
«Gostei dos exemplos que o Ben deu. Já sabia que Hollywood, assim como outras redes de tv - caso da Rede Esgoto no Brasil - não estão apenas tentando entreter as pessoas.»

Isso é algo que devemos ter sempre presente quando ligamos a “caixa mágica”. A televisão foi criada com dois objectivos: (1) fazer dinheiro e (2) controlar as massas.


«A gente assiste agora à exaltação de tudo que há de mais baixo e menos evoluído, uma forçação de bestialização nas massas.»

Sim… e o Shapiro deixou de fora muita coisa. Para além do aborto, do divórcio e do homossexualismo, que ele mencionou, há também a promiscuidade sexual, o multirracialismo, o multirracialismo, a insistência em determinados eventos históricos (escravatura praticada pelo Ocidente, horrores da segunda guerra mundial) enquanto outros são constantemente omitidos (escravatura praticada pelo resto do mundo, horrores e genocídios dos regimes comunistas), etc.

Afonso de Portugal disse...

João disse...
«E depois ainda temos de levar com esses fdp de Hollywood a pregarem superioridade moral e a apresentarem-se como referências éticas, como é o caso do vendedor de cápsulas de café ou o diCaprio e por aí fora...»

Eu cada vez me convenço mais que isso faz parte do currículo lá no sítio. Ninguém ganha papéis decentes em filmes, muito menos um Óscar, se não andar a fazer campanha política activa de tempos a tempos. Claro que algumas das vedetas são muito mais irritantes e descaradas do que outras. O vendedor de cápsulas de café e o DiCaprio, por exemplo, metem real nojo porque exigem que os outros que façam o que eles próprios não fazem, que é acolher refugiados muçulmanos no caso do primeiro e abdicar de transportes poluentes no caso do segundo. Outra que não lhes fica atrás é a hipócrita Meryl Streep, constantemente a acusar o Trump de misoginia quando ela ficou calada durante décadas a fio em relação aos abusos pedófilo Polanski. E depois temos os arruaceiros broncos como o DeNiro e o tarado Tarantino, que enriqueceram à custa de filmes extremamente violentos, mas que acusam Trump de fomentar a violência.


Educardo disse…
« Mas o problema é que não há como ver os filmes de hollywood sem pagar. Cada vez que se liga a TV para assistir a um deles, a empresa de transmissão pagou para exibi-lo, que é repassado para aos telespectadores em forma de audiência.»

É verdade, mas é preciso ver que a maioria dos lucros do Hollywood provém das receitas obtidas nas salas de cinema e das vendas de filmes e séries em Blue-ray e DVD. Cortando esse “vícios”, damos uma machadada muito forte no monstro.
E mesmo na televisão, nem todos os serviços custam o mesmo. Aqui em Portugal, por exemplo, as empresas de TV por cabo cobram um serviço básico que apenas inclui alguns canais. Quem quiser ver mais canais, com os filmes e séries mais recentes, tem geralmente que pagar mais. O ideal seria não dar dinheiro nenhum à escumalha hollywoodesca, mas é preferível cortar onde podemos do que não cortar nada.


«Nos "download" pela internet, também eles recebem. Recebem nos acessos aos sítios.
Nem mesmo os filmes "pirateados" escapam, pois houve uma fonte lícita.
»

Sim, mas essa receita é muito baixa em relação aos custos de produção dos filmes. É por isso que as multinacionais do entretenimento estão desesperadas com a pirataria. Nos EUA, há vários processos judiciais por partilha não-autorizada de filmes e música via bitorrent. E na Europa há vários países que bloquearam certos sites da internet onde são partilhados conteúdos pirateados.


«Qual a única forma? Hum... não assistí-los, é obvio!»

Essa seria a solução ideal mas, a meu ver, é irrealista. A maioria das pessoas gosta de ver um filmezinho de vez em quando, ou para descontrair ou para fazer algo diferente, ou até por vício. Por outro lado, se não assistirmos aos filmes e séries de televisão, não saberemos que tipo de propaganda os nossos filhos estão vendo e não podemos contrariar os seus efeitos. O que eu defendo é que se vejam os filmes e que se critiquem a seguir. Há anos que digo isto: é preciso usar a Teoria Crítica contra os proponentes da Teoria Crítica!

João disse...

E esta, caríssimo? os nossos irmãos lusófonos a enriquecerem Paris com o canibalismo:
https://olivrodasimagens.blogspot.pt/2018/02/enriquecimento-cultural-em-paris.html

Afonso de Portugal disse...

João disse...
«E esta, caríssimo?»

Que vibrante! Mas tenho de confessar que estou surpreendido por sabermos que são cabo-verdianos: se a notícia tivesse sido dada por um jornaleco europeu, provavelmente estaríamos agora a falar de "jovens" ou assim...

Hdccfd Ngffft disse...

Eu nao confio nos jews diria os nazis mas se existe o filkenstein honesto esse dai ia atacar os primos de los angeles mostrando a real cade o direita e suas teorias

Afonso de Portugal disse...

Há sempre excepções à regra... o Shapiro não é de todo um racialista, mas diz muitas coisas interessantes que, se fossem ditas por um branco, provavelmente não teriam o mesmo impacto.