quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

A importância da entrevista do Prof. Peterson no contexto das escolas portuguesas


     Cliquem na hiperligação abaixo, caros leitores, e ouçam bem o que está a acontecer nas nossas escolas! Sim, nas escolas deste (cade vez menos) nosso Portugal! Ouçam bem o que estas "professoras" estão a exigir aos outros professores e alunos! O marxismo cultural está em força nas nossas escolas, a intimidar os professores que o rejeitam e a lavar impunemente o cérebro das nossas crianças e adolescentes sem que ninguém o detenha! Isto é criminoso, verdadeiramente criminoso!!!



E o que é mais triste é que a conversa destas criminosas é exactamente a mesma que se ouve às feministas mais radicais do Canadá, no Reino Unido ou nos Estados Unidos: «a função do professor não pode ser apenas leccionar a matéria, (...) é preciso consciencializar os rapazes para a realidade da desigualdade entre os géneros, (...) os manuais escolares têm demasiados textos escritos por homens, (...) é preciso dar prioridade às filósofas e não aos filósofos, (...) é preciso reflectir sobre e discutir mais os direitos das mulheres, (...) a perspectiva de género deve estar sempre presente na sala de aula, (...) nós não fazemos a diferença se apenas ensinarmos a escrever ou a fazer contas.»

Há até uma fulana nesta entrevista que se gaba de ter provocado um divórcio! Sim, um divórcio!!! Tudo isto podia ter sido evitado se tivéssemos uma direita a sério no nosso país! Uma direita cujas preocupações e mundivisão não se cingissem à luta pela liberdade de mercado, que tivesse percebido atempadamente que era apenas uma questão de tempo até o neomarxismo pós-modernista do mundo anglófono chegar aqui ao nosso rectângulo e intoxicar tudo! Agora ele está aqui, a formatar as nossas crianças desde tenra idade! Triste, muito triste!!!

2 comentários:

Rick disse...

Ahahaha!
Bom, a tara está na ideologia. Estas professoras são apenas gente medíocre, imbecis que enveredaram por uma profissão onde nunca deviam ter sido aceites por falta de qualidade. Replicam todos chavões do politicamente correcto. Alguém fala pela boca delas que não as próprias.
É por esta razão que o partido comunista nunca largará o Ministério da Educação e os sindicatos de professores, bastiões do comunismo e da sua marcha pela destruição dos valores ocidentais.
É por isso que nunca permitem que se ponha em causa o ensino público e se perseguiram os contratos de associação.
As escolas do Estado são as linhas de produção dos soldadinhos de chumbo para os gangs de esquerda que dominaram Portugal manobrarem e que mais tarde ou mais cedo porão fim ao que D.Afonso Henriques começou.

Afonso de Portugal disse...

«Estas professoras são apenas gente medíocre, imbecis que enveredaram por uma profissão onde nunca deviam ter sido aceites por falta de qualidade.»

É verdade, mas o problema é que enveredaram e são mesmo professoras, para mal das nossas crianças e adolescentes! E é urgente desenvolvermos formas de contrariar a sua influência tóxica e castradora sobre os nossos filhos, sob pena de a próxima geração ser ainda pior do que os millenials nos EUA!


«Replicam todos chavões do politicamente correcto. Alguém fala pela boca delas que não as próprias.»

Sem dúvida, mas o meu receio é o efeito de contágio. Papagaios tendem a produzir mais papagaios. E as crianças e adolescentes são demasiado influenciáveis para perceberem o que lhes está a acontecer!


«É por esta razão que o partido comunista nunca largará o Ministério da Educação e os sindicatos de professores, bastiões do comunismo e da sua marcha pela destruição dos valores ocidentais.»

Bingo! A tomada das instituições é uma das estratégias centrais do marxismo cultural. A nossa direitinha é que parece nunca ter percebido isso…


«As escolas do Estado são as linhas de produção dos soldadinhos de chumbo para os gangs de esquerda que dominaram Portugal manobrarem e que mais tarde ou mais cedo porão fim ao que D.Afonso Henriques começou.»

Esse é o meu grande receio! É por isso que, embora sejamos poucos e tenhamos de conciliar o trabalho com a militância, não podemos dar-nos ao luxo de baixar os braços e deixar passar em claro esta imundice!