quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Na Austrália: saco com bomba só não entrou num avião por ser demasiado pesado!


...Muçulmanos, evidentemente! 😑

«Um plano terrorista para fazer explodir um avião que saía do aeroporto de Sídnia1 só falhou porque o saco onde a bomba foi colocada era demasiado pesado para passar no check-in do aeroporto.


A imprensa australiana dá conta de que o plano dos terroristas islâmicos que foram presos na semana passada em Sídnia só falhou por essa limitação de peso. A bagagem não passou do check-in, mas também não chegou a ser alvo de qualquer controlo de segurança.

Os investigadores souberam do caso aquando das detenções de Khaled Merhi, Khaled Khayat e Mahmoud Khayat, suspeitos de planearem um ataque terrorista de larga escala. Um quarto homem detido pela polícia acabou por ser libertado por não haver provas do seu envolvimento.

Os três homens foram detidos por suspeita de terem tentado sabotar um voo da Etihad que partia de Sídnia para Abu Dabi.»

Neste outro artigo temos mais alguns pormenores interessantes:
    ▪ os "jovens" detidos eram todos libaneses;
    ▪ os "jovens" eram desconhecidos das autoridades e dos serviços secretos australianos;
    ▪ no entanto, o irmão de um desses "jovens" tinha ido combater para a Síria;
    ▪ este já foi o 16º atentado do género evitado pelas autoridades australianas, só desde 2014!

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(1) Vocabulário da Língua Portuguesa de Rebelo Gonçalves, lá vem realmente Sídnia, "Equiv. vern. do ingl. Sydney".

2 comentários:

João disse...

Esse Sidnia soa um bocadinho abichanado, mas pronto. E mesmo que não soasse fazia lembrar os tenebrosos dias do fascismo salazarista, quando os manuais escolares traduziam Oxford e Cambridge por Oxónia e Cantabrígia.

Afonso de Portugal disse...

João disse...
«Esse Sidnia soa um bocadinho abichanado, mas pronto.»

LOL, há bem pior... por exemplo Lípsia (Leipzig)! :P

Seja como for, antes do aborto ortográfico, as letras k, w e y não faziam parte da nosso alfabeto. Por isso, recusou-me a usar qualquer palavra que as contenha, a menos que não haja alternativa! E qualquer dia até volto a escrever farmácia com ph, de tão fundamentalista que estou a ficar!


«E mesmo que não soasse fazia lembrar os tenebrosos dias do fascismo salazarista, quando os manuais escolares traduziam Oxford e Cambridge por Oxónia e Cantabrígia.»

Tchiii... agora é que vou mesmo usar essas palavras! :P