sábado, 5 de agosto de 2017

Genocídio branco nos EUA: os caloiros de Harvard em 2017 são maioritariamente alógenos


«Pela primeira vez em 380 anos de funcionamento, os caloiros da Universidade de Harvard pertencem maioritariamente a minorias étnicas. A instituição confirmou, num comunicado ao Boston Globe, que 50,8 % dos seus novos alunos não são brancos. Nos últimos anos, a Universidade de Harvard tem feito esforços concertados para se tornar um "bastião mais diversificado de ensino superior".


"Para nos tornarmos líderes nesta nossa sociedade diversa, os alunos devem ter a capacidade de trabalhar com pessoas de diferentes origens, experiências de vida e perspectivas. Harvard continua empenhada em angariar diversas classes de estudantes.", disse a porta-voz de Harvard, Rachael Dane, no comunicado. E continuou: "O processo de admissão em Harvard considera cada candidato como uma pessoa inteira e temos em conta muitos factores, consistentes com os padrões legais estabelecidos pelo Tribunal Supremo dos EUA". 

Dos caloiros que irão para Harvard neste Outono, quase 51% são de "grupos minoritários", incluindo afro-americanos, "hispânicos", asiáticos-americanos, nativos americanos e nativos havaianos. É um aumento significativo em relação aos caloiros que entraram em Harvard do ano passado, que foi 47,3% não-branca.»


Hoje os EUA, amanhã aqui na Europa... os brancos continuarão a perder terreno em todas as instituições que criaram, nas suas próprias terras. E merecem: quem não dá valor àquilo que tem, não merece mantê-lo. Quem permite que a sua terra fique pejada de alógenos e assobia para o lado, só merece ser um escravo e até um eunuco desses alógenos!

Não escrevo isto de ânimo leve! A falta de reacção dos brancos face àquilo que está a acontecer ao Ocidente e aos seus povos só pode ter um desfecho possível: a extinção, o caixote do lixo da história! Os nossos antepassados jamais se conformariam em ver Londres, Paris, Milão, Berlim ou Lisboa no estado em que estão! Muitos derramaram o seu sangue e deram a sua própria vida para que nós pudéssemos estar aqui hoje e ter a terra que temos! E nós, com a nossa resignação conformada, com a nossa inércia materialista e individualismo cosmopolita, não somos dignos da sua herança e dos seus inúmeros sacrifícios!

2 comentários:

Leitora disse...

Nem me fale nisso porque eu só fico imaginando os médicos, professores e outros profissionais do futuro. No Brasil já tem bastante analfabeto funcional nas Universidades, imagina essa gente se formando e indo trabalhar ? Que coragem seria preciso para fazer uma cirurgia com pessoas vibrantes, por exemplo, hein..

Afonso de Portugal disse...

Que coragem e que desespero! Em toda a minha vida, eu só tive de ir duas vezes ao hospital... uma por fractura de um pulso e outra por uma intoxicação alimentar. No caso da fractura, o imbecil da máquina de raios-x demourou 4 horas a perceber onde estava o problema! E no caso da intoxicação alimentar, o ainda mais imbecil que me administrou cortisona espetou mal a agulha na minha veia e provocou-me uma flavite!

Isto não se passou no terceiro-mundo, foi aqui na cidade do Porto, há pouco mais de uma década atrás... e os médicos eram brancos! Nem quero imaginar o que poderá acontecer quando eles forem "jovens"! Acho que, a menos que tenha algo mesmo muito grave, como um enfarte ou assim, vou ficar bem longe dos hospitais! Para não dizer que eles estão cheios de bactérias multi-resistentes!