segunda-feira, 10 de julho de 2017

O Prof. Jordan Peterson explica a necessidade das fronteiras (com legendas)


    Aqui fica mais um grande momento do Prof. Peterson. Tudo o que ele diz é absolutamente óbvio para qualquer nacionalista mas, infelizmente, há demasiados ocidentais que aprenderam desde tenra idade que as melhores coisas da vida são más.

A tradução não é perfeita, em particular aos 1:01, quando o Prof. Peterson utiliza a palavra "consciencioso" e não "consciente". A diferença é mais importante do que pode parecer à primeira instância: de acordo com o modelo psicológico de personalidade conhecido pelos "grandes cinco", ser consciencioso é uma dimensão da personalidade humana que se traduz na procura da ordem, sentido do dever, da autodisciplina e da preferência pelo planeamento em detrimento da espontaneidade. Ser consciente não é bem o mesmo que ser consciencioso. Uma pessoa desorganizada e impulsiva poderá ser consciente, mas dificilmente será conscienciosa. E quando o Prof. Peterson afirma que os conservadores tendem a ser mais conscienciosos do que os esquerdistas, ele está precisamente a referir-se à dimensão de personalidade da consciencialidade, não à consciência em si, que é mais ou menos transversal a toda a espécia humana.



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Ver também:


O Prof. Jordan Peterson denuncia a infiltração neomarxista no Ensino Superior (com legendas)
O Prof. Jordan Peterson sobre a covardia dos tradicionalistas ocidentais (com legendas)
O Prof. Jordan Peterson fala sobre o mito da "apropriação cultural" e as preferências sexuais das mulheres
3VVPV (40): Jordan Peterson vs. Guerreiro da (in)Justiça Social transsexual (com legendas)
Jordan Peterson vs. ideólogo de "género" (com legendas)

3 comentários:

Bilder disse...

as prioridades da esquerda neomarxista são http://www.returnofkings.com/124916/12-ways-leftism-embraces-weakness-disease-victimhood-and-general-mediocrity

Afonso de Portugal disse...

Muito bom, mesmo! Os artigos do ROK não costumam ser maus, mas este está uns pontos acima da média! Obrigado, caro Bilder!

Armor King disse...

É ironico ou talvez não, que os maiores proponentes da política de fronteiras abertas ou inexistência de fronteiras costumam viver nas casas a terrenos mais bem muralhados, vigiados e protegidos.