terça-feira, 25 de julho de 2017

E na sequência da posta anterior...


Duas muçulmanas "australianas" explicam como é bom poderem ser sovadas pelos seus maridos... "É lindo! É uma bênção de Alá!", diz mesmo uma delas! Estranhamente (ou nem por isso), as feministas ocidentais não têm nada a dizer acerca disto.

A melhor parte é quando, perto do fim, uma das tristes criaturas diz que "é tudo simbólico"... claro que sim, as escoriações, as nódoas negras, os ossos partidos, isso é tudo simbólico, então não? A mulher do xeque Munir que o diga! Para não falar nas desgraçadas que são enriquecidas com ácido e ficam desfiguradas para sempre! Simbolicamente, é claro!!! O mais surreal é que são precisamente as mulheres muçulmanas que, no Ocidente, estão a ter filhos aos montes, não são as nossas mulheres ocidentais... por isso, aqui a piada é às nossas custas! ☹

Mas ainda há no Ocidente quem pense que pode combater o Islão com "educação", com "progresso" e com "direitos humanos"... iá meu, isso vai mesmo resultar!

6 comentários:

Raghnar disse...

Entretanto, na nossa sociedade "hiperheteropatriarcal", lê-se disto:

http://expresso.sapo.pt/blogues/bloguet_lifestyle/Avidadesaltosaltos/2017-07-26-Lisboa-duas-em-cada-tres-mulheres-silenciam-atos-de-violencia

Colocando de parte as intrincadas questões epistemológicas sobre a generalização de um "inquérito" como retrato fidedigno da realidade, fiquei pasmado com esta "brilhante" conclusão do "sociólogo" coordenador do "estudo":

“A violência contra as mulheres é fundamentalmente baseada na desigualdade de género, nas relações de poder...”

Porque a violência dirigida a vítimas que não sejam mulheres é "fundamentalmente baseada na igualdade" e não tem nada que ver com as "relações de poder", são coisas que acontecem, pá.

A camarada foi uma das mais beneficiadas com a eliminação dos comentários no Espesso coincidente com a morte do "pai da democracia", agora pode debitar as teorias lunáticas que copia, a maioria das vezes, de sítios "feministas" americanos sem contraditório. E anda a CML a pagar isto, mais os boys e girls familiares das elites "democratas"...

Afonso de Portugal disse...

«Entretanto, na nossa sociedade "hiperheteropatriarcal", lê-se disto»

Essa Paula Cosme Pinto é outra alucinada neomarxista que aderiu à insanidade da "justiça social" a la amer(d)icana. Já não é o primeiro artigo desse género que ela escreve... e a minha previsão é que virão muitos mais, cada vez mais delirantes!

O que me preocupa não é tanto os artigos em si, mas o facto de que, contrariamente ao que se passa nos EUA e no Canadá, ninguém se está a insurgir contra eles. Há cada vez mais Paulas Pinto na imprensa "tuga", mas ninguém as enxovalha como elas mereciam. Não temos um Paul Joseph Watson ou um Milo Yiannopoulos portugueses, que denunciem estas criaturas ridículas e os seus sofismas absurdos.


«fiquei pasmado com esta "brilhante" conclusão do "sociólogo" coordenador do "estudo"»

Mas, caro Raghnar, nada disto é novo! Ou melhor, talvez seja novo aqui em Portugal, mas já se lêem coisas dessas na imprensa internacional há pelo menos duas décadas. No Al-Guardian, por exemplo, todas as semanas há uma crónica desse género. Se o caro Raghnar pesquisar por "Jessica Valenti", "Laurie Penny", "Lindy West", "Julie Bindel" ou "Anita Sarkeesian" (assumindo que ainda não teve o infortúnio de ouvir falar nestas criaturas hediondas), ficará assombrado com a forma como o ódio aos homens se tornou perfeitamente corriqueiro no mundo anglófono...

Não surpreendentemente, a "conclusão" desse "estudo" é decalcada de outros "estudos" feitos no estrangeiro. Aliás, aquela outra grande paspalha que, há algumas semanas se queixava de haver sexismo nas universidades portuguesas, tinha vindo precisamente do Departamento de Sociologia da Universidade de Warwick, no Reino Unido.


«Porque a violência dirigida a vítimas que não sejam mulheres é "fundamentalmente baseada na igualdade" e não tem nada que ver com as "relações de poder", são coisas que acontecem, pá.»

Exactamente! Neste género de "estudos", ignora-se a informação que não interessa e constrói-se a narrativa que dá jeito com base generalizações abusivas. É Teoria Crítica em estado puro, mas os portugueses têm muito poucas defesas contra esta calamidade, mesmo entre os nossos intelectuais!


«A camarada foi uma das mais beneficiadas com a eliminação dos comentários no Espesso coincidente com a morte do "pai da democracia"»

Bem visto! Não é por acaso que há uma tendência crescente para a eliminação dos comentários em todos os grandes mé(r)dia ocidentais. Curiosamente, são sobretudo os média alternativos, "fascistas" e "reaccionários", que mantêm os comentários abertos.


«agora pode debitar as teorias lunáticas que copia, a maioria das vezes, de sítios "feministas" americanos sem contraditório.»

Ah! Retiro o que disse acima, afinal o caro Raghnar percebe bem o que se está a passar! :) É isso mesmo, 'copy+paste' directo do "mundo civilizado" para a "parvónia tuga". E é por isso mesmo que este fenómeno é particularmente perigoso: nos EUA existe contraditório, aqui (ainda) não. As Paulas Pinto estão perfeitamente à vontade para lavar o cérebro de quem as lê e alimentar as frustrações dos infelizes que, do alto do seu ressabiamento, estiverem dispostos a dar-lhe ouvidos!

Lura do Grilo disse...

É dar-lhes coça ... muita!

Afonso de Portugal disse...

Ahahaha e elas até agradecem! É "uma bênção!" :)

Leitora disse...

Mas, mas... a maioria dos assassinos não são homens?
A maioria dos assassinos de homens são homens (geralmente "jovens")
e a maioria dos assassinos de mulheres também são homens.
Ora, então, quer dizer que as mulheres e homens partilham da mesma culpa em relação a assassinatos e violência no geral (no qual os mesmos padrões se repetem; a maioria dos estupros contra homens é feito por homens, e a maioria de estupros contra mulheres é feita por homens também, e etc)?

Afonso de Portugal disse...

Onde você quer chegar Leitora? Você acha que a Paula Pinto e o sociólogo têm razão?