sexta-feira, 2 de junho de 2017

Sobre o crescimento do Islão no Brasil... (2)


    Olha mais um brasileiro que abraçou o dogma da "islamohisteria"! Dever ser um traidor sioniiiiiiista!!!



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Ver também: 

Sobre o crescimento do Islão no Brasil...

8 comentários:

CENSURADO AGAIN disse...

ja estudamos no colegio um capitulo dedicado em historia so a civilização arabe islamica ha decadas alias incrivel como sabemos mais historia da europa que muitos europeus e depois nada sabemos da proto turano beringia

Afonso de Portugal disse...

Sim, mas uma coisa é estudar a civilização islâmica, outra coisa é estudá-la de uma forma revista e politicamente correcta.

Dou-te um exemplo: quando eu andei na escola básica (7º ao 9º ano), ensinaram-me que os mouros invadiram a península Ibérica no século VIII. Nessa altura já havia politicamente correcto, pelo que nada me foi ensinado sobre a forma como eles conquistaram a península e, pior do que isso, foi-me transmitido o mito de que os mouros trouxeram consigo inúmeras inovações tecnológicas.

Mas a reconquista foi-me ensinada como sendo uma emperitada legítima: os mouros eram invasores e os cristãos tiveram razão ao expulsá-los. Mais: foi-me ensinado que, durante o período do Al-Andalus, os cristãos eram obrigados a pagar um imposto especial aos muçulmanos, embora só tenha descoberto o nome desse imposto -a jizya- muitos anos mais tarde.

Ora, isso não foi nem há 20 anos e veja o quanto as coisas mudaram: actualmente, nas escolas portuguesas ensina-se que a invasão muçulmana da pensínsula ibérica era inevitável porque "os reinos visigodos não se entendiam" e "guerreavam entre si constantemente", o que é mentira. Mas pior do que isso, o período do Al-Andalus, que foi de opressão constante sobre os dimis, é frequentemente descrito como um período de "paz, convívio entre diferentes culturas e desenvolvimento tecnológico", o que é outra grande mentira. A jízia (imposto sobre os crentes do livro, cristãos e judeus) e o caraje (imposto sobre as terras de cultivo dos não-muçulmaos) são pura e simplesmente omitidos.

E o mais obsceno de tudo, como «o Al-Andalus era pacífico», a Reconquista já não é ensinada como sendo uma empreitada legítima, mas sim um roubo por parte dos guerreiros cristãos que expulsaram os mouros da Hispânia de uma forma sangrenta e ilegítima!

CENSURADO AGAIN disse...

2 de junho de 2017 às 17:37

pois o que tem a ver visigodos e intrigas politicas endogenas?por acaso as taifas que permitiram a reconquista não surge do mesmo?

Afonso de Portugal disse...

Exacto. Mas já sabes como é funciona revisionismo histórico: os "argumentos" são usados num sentido, mas recusados no outro. Tudo depende dos protagonistas das conquistas: quando são os ocidentais, então eram opressores sanguinários e genocidas; mas quando são orientais ou africanos, é porque houve contextos específicos e circunstâncias atenuantes, ou até nesmo um motivo elevado para os seus massacres.... eeerr... massacres não, conquistas gloriosas!

Pedro disse...

Afonso, eu estudei da mesma forma também.
Parece que a classe política brasileira quer tornar o Brasil o pior país do mundo, essa lei de imigração é insanidade.
Tire seus filhos da escola pratique homeschooling.

Afonso de Portugal disse...

Sim, hoje em dia é muito complicado manter os filhos na escola, sobretudo na escola pública. A formatação ideológica é extremamente agressiva. Os pais deviam rever os manuais escolares. É aterrador o que alguns deles contêm.

Dr. No disse...

O Jean Willys é um ex-concorrente do Big Brother Brasil que se tornou deputado da extrema-esquerda.
Gay assumidíssimo defende com unhas e dentes o aborto, o cagamento gay, a adopção gay, a eutanásia, o islão, a ideologia de género e afins.
O que lhe falta em inteligência sobre em violência verbal e física: insulta e já cuspiu em deputados seus opositores em pleno Parlamento Brasileiro.
Já se deixou fotografar mascarado de Che Guevara, o seu ídolo que matava gays a tiro!
Enfim, Jean Willys é um idiota útil em toda a extensão...

Afonso de Portugal disse...

Não conhecia essa personagem, caro Dr. No! Obrigado por enriquecer o meu leque de personalidades deprimentes! :P