quinta-feira, 8 de junho de 2017

Islamismo "moderado": em jogo de selecções de futebol, sauditas desrespeitam minuto de silêncio em homenagem às vítimas da intifacada em Londres


É nestas "pequenas coisas" que percebemos o quão "moderados" são os "muçulmanos moderados"!...

«O jogo Austrália-Arábia Saudita, da fase de qualificação para o Mundial de 2018 de futebol, foi antecedido por um minuto de silêncio pelas vítimas do ataque terrorista em Londres, mas os visitantes ignoraram a homenagem, revelando-se indiferentes em campo.



Quando o locutor do estádio pediu um minuto de silêncio para homenagear as oito vítimas de sábado Sáturnes, duas delas australianas, os 11 jogadores australianos alinharam-se e abraçaram-se no círculo central, enquanto os seus opositores desmobilizaram, separaram-se e alinharam em campo, ignorando o gesto.

A federação australiana de futebol (FFA) disse depois do jogo que os sauditas sabiam sobre o plano de manter um minuto de silêncio antes da partida de qualificação, recusando-se a participar.

"A Confederação Asiática de Futebol e a equipa da Arábia Saudita concordaram com a realização do minuto de silêncio. A FFA foi avisada pela equipa saudita que esta tradição não se enquadra com a sua cultura pelo que iriam para o seu lado do campo e respeitariam os nossos costumes tomando as suas posições no campo", referem os australianos.

Os representantes da FIFA reuniram com elementos das equipas, bem como com os árbitros, no dia antes do desafio, sendo que o minuto de silêncio foi referido quando foi combinado o protocolo. Há relatos que indicam que os adeptos da Arábia Saudita entoaram também cânticos anti-Irão, país igualmente muçulmano, mas xiita, que na quarta-feira Mércores também foi vítima de ataque terrorista, tendo morrido pelo menos uma dúzia de pessoas.»

Ora bem, alguém tem dúvidas em relação ao que aconteceria a uma equipa europeia que fizesse o que a selcção saudita fez? No mínimo, seria multada... mas, para fazer dela exemplo, a FIFA poderia mesmo suspendê-la ou até puni-la com uma derrota administrativa!

Só que não estamos a falar de uma equipa europeia, mas sim da Arábia Saudita, país islâmico e islamista com o qual Donald Trump fez o maior negócio de venda de armas de sempre... 

_____________
Ver também:

Nojentos e sem disfarce

6 comentários:

Caturo disse...

Pois, mas isso é «a cultura lá deles» e sabe-se bem que a esmagadora maioria dos muçulmanos é moderadíssima...

Afonso de Portugal disse...

Então, não é?... Basta ver que estes jogadores sauditas não tentaram esfaquear ninguém, nem fizeram detonar nenhum engenhenho explosivo! São claramente moderados!

Raghnar disse...

O Afonso e a sua "islamohisteria", pois eu até acho que foi uma reacção moderada, sem celebrações efusivas, compatíveis com a "riquíssima cultura" desse farol civilizacional que é a Arábia Saudita. Nada de danças efusivas, nada de Allahu Akbar's, simples posicionamento em campo moderadíssimo, para começar a jogar...

Temos de compreender, é a sua "cultura", pá!

Afonso de Portugal disse...

Pois é, eu esqueço-me sempre que eles têm cultura, nós é que não temos! Tudo o que a Civilização Ocidental alcançou foi roubado ou imitado da cultura dos povos colonizados! É por isso que agora que abandonámos Africa, o continente negro está mais próspero que nunc... eeer... bem, talvez não esteja mais próspero, mas isso é só porque a nossa opressão foi tão brutal que ainda hoje os africanos estão a recuperar!

Aliás, os sauditas deram-nos uma lição de civilidade e carácter: protestaram sem fazer ondas, de uma forma ordeira... aliás, até perderam este jogo, que mais lhes podemos pedir?

Dr. No disse...

"Não estão habituados a jogar com bolas de couro, só com cabeças de infiéis" escreveu o Vitor Cunha, no Insurgente.

Afonso de Portugal disse...

Ahahahahahah brilhante, caro Dr. No!