terça-feira, 16 de maio de 2017

Um testemunho sobre a crescente islamização e miscigenação na zona da Grande Lisboa


Aqui fica um comentário muito interessante deixado nesta posta pelo leitor G, o Cigano, que já é "prata da casa" aqui no TU e a quem agradeço:

«Afonso, estou a notar um aumento massivo de muçulmanos na Grande Lisboa. Se há 3 ou 4 anos era pouco frequente cruzar-me com uma ninja ou alguma de hijab, hoje TODOS dias vejo elas, por vezes até mais que uma vez. Alguns de facto têm ar de refugiados, mas depois de Portugal ser africanizado vai ser islamizado. 

Noto igualmente que a probabilidade de ver uma mãe com um filho mestiço já não se restringe àquelas quengas de bairro. Cada vez mais mulheres "normais" andam ao colo ou de mão dada com filhos mestiços. Já é tão frequente que posso dizer que para aí 30% dos rebentos das brancas começam a ser coloridos, isto em plena cidade de Lisboa. Óbvio que tiro desses cálculos os betolas e as tias, que esses não se misturam. 

 
Há coisa de 2 semanas fui jantar a um centro comercial na Grande Lisboa e vi nada mais nada menos que 5 casais com homem africano + mulher branca (quase todas elas jeitosas) com filhos. Isto só num espaço de menos de meia hora em que lá estive, sendo que o espaço de restauração estava longe de estar cheio, o que em termos proporcionais ainda mais considerável é. Só no meu prédio, uns vizinhos meus, que tem um casal de filhos, viu o filho casar com uma preta e a filha, que é da minha idade e que estudou comigo, sempre andou com pretos e já tem filho mulato.»

Sobre este impressionante testemunho do G, parece-me pertinente tecer os seguintes comentários:

  • Quanto à crescente presença muçulmana em Portugal, a situação será mais visível na Grande Lisboa, mas a iminvasão islâmica está a acontecer um pouco por todo o país; por exemplo, o Instituto Halal "de Portugal" (o(a) caro(a) leitor(a) sabia que este instituto existia?) lista quase 30 locais de culto muçulmano só na região de Libsoa, mas também lista outros 22 centros de culto em Albufeira, Beja, Braga, Coimbra, Évora, Faro, Funchal (Madeira), Leiria, Marco de Canaveses, Olhão, Ponta Delgada (Açores), Portimão, Póvoa de Varzim, Quarteira, Sanguedo (Santa Maria da Feira),  Silves, Vila do Conde, Viseu e duas mesquitas na cidade do Porto; chamo a atenção para esta realidade porque, ao longo dos anos, têm aparecido na blogosfera gente estúpida que julga que a iminvasão é um exclusivo de Lisboa e arredores; não é... e sê-lo-á cada vez menos no futuro!
  • Já fiz este comentário ontem a propósito deste vídeo, mas vou repeti-lo: julgo que o G tem muita razão quando diz que "depois de Portugal ser africanizado vai ser islamizado". Parece haver uma maior propensão para a conversão do Islão entre as minorias étnicas, sobretudo entre os negros. Esta observação não só minha e do G, há mais gente a notar isso, até na Esquerda. Veja-se por exemplo este artigo no inenarrável Al-Guardian, o panfleto ideológico desavergonhadamente marxista que serve de modelo ao "nosso" Al-Público.
  • Também a questão da mestiçagem é bastante preocupante. Como se não fosse suficiente os iminvasores estarem a entrar a rodos no nosso país, ainda se verifica este fenómeno grotesco de eles acederem cada vez mais aos ventres das nossas mulheres! Aqui no Porto (ainda) não se vêem nem de longe os 30% indicados pelo G, mas eu também tenho visto cada vez mais mulheres brancas com amantes negros e filhos mestiços. A tendência nota-se sobretudo entre as mulheres mais novas, de classe média. Confesso que tenho algumas dificuldades em entender este fenómeno, mesmo à luz da crise de masculinidade do Ocidente, porque as mulheres brancas costumam ser muito mais exigentes para com os homens brancos do que com os homens negros.

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Outras verdades inconvenientes para reflectir:


Mulher branca tradutora do FBI traiu o seu marido e o seu país por um terrorista negro do ISIS
Mãe australiana abandona os seus filhos de 2 e de 7 anos para seguir o seu macho islâmico!
"Mulheres que procuram pornografia com um grau extremo de violência são o dobro dos homens." (A-24)

Sobre a adolescente "austríaca" que se juntou ao ISIS e acabou espancada até à morte...
Racialismo e masculinidade: uma reflexão 
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (5)  
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (4)
Insanidade feminista: "não deixar a sua mulher ter sexo com outros homens é sexista!"

15 comentários:

Ilo disse...

Caro Afonso,

também eu posso corroborar essas realidades em Lisboa. se já não é propriamente uma surpresa encontrar carruagens de metro ou de comboio, mesmo em zonas do centro, onde a maioria são africanos, agora também é possível encontrar um sortido de árabes ou magrebinos - frequentemente. para quem presta atenção, também começa a ser possível distinguir novos tipos de africanos subsarianos (leia-se, não das nossas antigas colónias). pelo que se pode concluir que o novo rendilhado europeu já foi importado para cá, e é só uma questão de tempo até que o 'enriquecimento' se comece a sentir aqui também.

o mesmo se pode dizer sobre os casais inter-raciais (na maioria, homens africanos e mulheres portuguesas).

uma última nota, talvez até mais preocupante, é que em algumas vilas as câmaras estão a oferecer casas aos 'refugiados'. por contactos pessoais, sei que os tais 'refugiados' já assaltaram casas (sítios onde nunca antes tinham havido episódios desses).

talvez não me devesse surpreender, visto que nem o primeiro ministro é português, mas admito que não deixa de me revoltar, as repetidas traições que a classe política perpetra contra o povo português.

nunca fui homem de querer emigrar, pelo contrário. sempre achei que deviamos ficar e melhorar o nosso país. mas vendo a situação e pensando na vida que quero dar à minha mulher e aos meus futuros filhos, começo a pensar seriamente se Portugal (e a Europa ocidental em geral) não será um caso perdido. fico, obviamente, extremamente triste e algo revoltado comigo mesmo por pensar assim, mas confesso que de dia para dia se torna cada vez mais difícil resistir a este pensamento.

obrigado pelo seu sempre excelente trabalho,

um abraço.

Afonso de Portugal disse...

Obrigado pelo seu comentário e testemunho, caro Ilo!... Eu já não vou a Lisboa há quase três anos, pelo que não fazia ideia que a coisa já estava assim tão má. Isso quer dizer que a situação tem piorado cada vez mais rapidamente! Tenho notado os fenómenos que o Ilo e o G denunciaram, embora a uma escala mais reduzida, aqui no Porto, no Minho e até no interior de Trás-os-Montes e Beira Alta. Mas poucas são as pessoas que parecem importar-se! Pelo contrário, onde que eu vá, a esmagadora maioria das opiniões parece ser no sentido da substituição populacional.


«também começa a ser possível distinguir novos tipos de africanos subsarianos (leia-se, não das nossas antigas colónias)»

Eu já suspeitava disso porque têm surgido, nos últimos anos, várias notícias envolvendo nepaleses, paquistaneses, nigerianos, senegaleses, eritreus e congoleses. Basta recuar 10 anos para ser praticamente impossível ouvir falar nessas nacionalidades aqui em Portugal! Infelizmente, o nosso país é uma porta de entrada na Europa e os iminvasores já perceberam isso. Uns vêm para tentar dar o salto para o resto da Europa, mas alguns acabam por ficar.


«o mesmo se pode dizer sobre os casais inter-raciais (na maioria, homens africanos e mulheres portuguesas). »

Essa é uma realidade muito triste e incontornável, há cada vez mais mulheres portuguesas a escolher os invasores como namorados, maridos e pais dos seus filhos. Tem-me sido bastante difícil aceitar que algumas das nossas mulheres preferem iminvasores feiosos, geralmente menos instruídos, por vezes até animalescos aos homens portugueses. E sei que isto acontece em toda a Europa, o que me deixa realmente muito triste e revoltado. Temos no entanto a obrigação de ver a realidade como ela é: se elas estão a trocar os europeus por terceiro-mundistas, alguma coisa está a falhar da nossa parte.


«em algumas vilas as câmaras estão a oferecer casas aos 'refugiados'.»

É verdade, também estou ao corrente. E também sei de algumas associações ligadas à Igreja Católica aqui no Norte que fizeram o mesmo.


«nunca fui homem de querer emigrar, pelo contrário. sempre achei que deviamos ficar e melhorar o nosso país.»

O meu grande receio é que mesmo emigrar para o Leste seja uma solução temporária. Tenho aqui um leitor, o Filho da Truta, que se encontra precisamente num desses países e já me deu a entender várias vezes que, apesar de ainda haver uma forte aversão ao extra-europeu, a iminvasão está a processar-se lentamente. Ou seja, nada garante que, daqui a 20-30 anos, a Polónia, a Hungria, a República Checa, a Eslováquia, etc. não estejam também iminvadidas. Até porque do outro lado da Europa, na Rússia, a situação também está a degradar-se rapidamente: não obstante o fascínio que alguns nacionalistas ocidentais têm para com Putin, os muçulmanos rezam frequentemente às centenas nas ruas de Moscovo.


«obrigado pelo seu sempre excelente trabalho»

Obrigado pelo seu comentário! Eu sei que é difícil arranjar tempo para a blogosfera, é por isso que aprecio imenso quando alguém se dá ao trabalho de comentar! :)

Um abraço!

Anónimo disse...

Quando vou ao Colombo também vejo sempre vários casais de pretos e brancas. Mas não é só lá. Dou o exemplo da minha cidade, Castelo Branco: esta semana, um dos semanários dizia que já foram acolhidos no distrito cerca de 50 refugiadistas, a maioria do Paquistão e Senegal (províncias sírias, como sabemos). No Politécnico de Castelo Branco encontram-se a estudar, só este ano, 125 cabo-verdianos. Não acredito que regressem todos ao país... nem acredito que não haja namoros entre eles e portuguesas. O problema nos politécnicos parece-me geral. Criaram dezenas deles por questões eleitorais e agora é o que se vê, devido à baixa da natalidade e ao aumento de vagas no ensino têm de recrutar alunos em África e no Brasil. Mas nas universidades o panorama não é melhor. Na de Coimbra há quase 2000 brasileiros. São as virtudes da globalização. Sr. Hamsun.

Leitora disse...

Ah, é uma pena que o Afonso parou de fazer aqueles quadros engraçadíssimos dos casais mistos que encontrava.

Afonso de Portugal disse...

Sr. Hamsun disse...
«(...) a maioria do Paquistão e Senegal (províncias sírias, como sabemos)»

Pois... essa é a parte que mais revolta, constatar que isto dos "refugiados" é uma valente peta que nos impingiram e continuam a impingir! Senegal, Paquistão, Afeganistão, Bangladeche, Eritreia... ainda por cima quase todos homens!!! É uma vergonha!!!


«No Politécnico de Castelo Branco encontram-se a estudar, só este ano, 125 cabo-verdianos.»

Eu conheço razoavelmente bem a realidade de três institutos politécnicos: o do Porto, o de Viana do Castelo e o de Bragança, embora já não vá a esta última cidade há cerca de um ano e meio. O que é mais surpreendente é que, em termos relativos, o politécnico do Porto é o que está menos mal, embora deva ter mais alunos em números absolutos. Mas em Viana do Castelo e em Bragança, o cenário é assustador! Em Bragança há um pequeno campo de futebol num dos lados do instituto, mesmo ao lado de uma residência de estudantes... sempre que eu passava por lá, pelo menos 80% dos estudantes eram pretos!!! E em Viana era a mesma coisa, sobretudo na escola superior de educação, onde havia não só cabo-verdianos como também angolanos, guineenses e até são-tomenses!


«Não acredito que regressem todos ao país... nem acredito que não haja namoros entre eles e portuguesas.»

Daquilo que vi nesses institutos, não há é poucos! Em Viana então, a coisa mete o verdadeiro nojo, porque dá mesmo a sensação que eles só escolhem mesmo as mais branquinhas, de preferência loirinhas e de olhos azuis! "O amor não conhece raças" dizem os iluminados, mas depois constata-se que os "jovens" escolhem sempre as mais brancas de todas! Afinal parece que o amor só não conhece raças se não formos pretos!!!


«O problema nos politécnicos parece-me geral. Criaram dezenas deles por questões eleitorais e agora é o que se vê, devido à baixa da natalidade e ao aumento de vagas no ensino têm de recrutar alunos em África e no Brasil.»

É um facto. E para quê?! Com excepção dos cursos de engenharia e informática, a esmagadora maioria dos licenciados ou mestres acaba por ficar no desemprego. É um negócio que cada vez favorece menos o país!


«Mas nas universidades o panorama não é melhor. Na de Coimbra há quase 2000 brasileiros. São as virtudes da globalização.»

Eu tenho um familiar que está a estudar na Universidade do Porto e ele diz-me que os doutoramentos têm cada vez mais indianos, iranianos e até chineses! Não me soube precisar quantos, mas foi bem claro numa coisa: sem esses alunos, muitos dos cursos estariam às moscas!!! E estamos a falar de uma das maiores universidades do país!

Afonso de Portugal disse...

Leitora disse...
«Ah, é uma pena que o Afonso parou de fazer aqueles quadros engraçadíssimos dos casais mistos que encontrava.»

Ahahahah... por acaso lembrei-me desses quadros quando fiz esta posta! E olhe que só nos últimos dois dias já vi mais três desses casais! Vou ter que retomar essa série! :P

Anónimo disse...

O nosso país está a desaparecer em frente dos nossos olhos, julgo que nenhuma outra geração de portugueses sentiu o mesmo que nós estamos a sentir, em qualquer outro momento da nossa história. Isto é de longe a situação mais grave dos últimos 1000 anos para nós.

Portugal além de ter uma população pequena-média relativamente a outros países da Europa, de termos baixas taxas de fertilidade, recebe e recebeu centenas de milhares de pessoas de fora da Europa (desde palop's, ao brasil e agora até Ásia e Nrte de África), ninguém travou nem trava isto. Mesmo que o PNR entrasse ontem no parlamento como será isto reversível? só a uma escala europeia? desengane-se quem possa pensar que temos alguma espécie de futuro com estes números, com a mestiçagem que ocorre e que vai ocorrer. Quem traí o seu povo com os invasores devia perder a nacionalidade no momento e bilhete de ida para fora junto.

Anónimo disse...

assinad
Fuas Roupinho

Santon disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Afonso de Portugal disse...

Fuas Roupinho disse...
«(...)julgo que nenhuma outra geração de portugueses sentiu o mesmo que nós estamos a sentir, em qualquer outro momento da nossa história. Isto é de longe a situação mais grave dos últimos 1000 anos para nós.»

Eu também sou dessa opinião. Este relato do G é de partir o coração... constatar que as nossas mulheres, pelo menos algumas, nos estão a trocar tão facilmente pelos iminvasores é uma realidade muito dura! Mas é precisamente agora que se vai ver se merecemos a herança dos nossos gloriosos antepassados ou não. Temos o dever de resistir e de lutar mais do que nunca, desde logo trabalhando para sermos os melhores homens que pudermos nas nossas vidas, explorando ao máximo o nosso potencial. É dever de todo o nacionalista Ocidental trabalhar arduamente, em casa, no trabalho/escola, no ginásio, na vida privada. E sobretudo, procurar associar-se a outros nacionalistas, não apenas na internet, mas sobretudo na rua. Só poderemos dar a volta a isto chegando ao poder... e, para isso, temos de ser melhores do que os "nossos" líderes actuais. E sobretudo, muito melhores do que temos sido nas últimas décadas...


«Mesmo que o PNR entrasse ontem no parlamento como será isto reversível?»

Não era, pura e simplesmente. A mestiçagem já seria muito difícil de reverter se o Nacionalismo tomasse toda a Europa hoje mesmo. Com Merkels, Rutte e Macrons, a coisa fica muito mais complicada.

E o pior de tudo, é que no Nacioalismo continua a haver demasiados autistas apostados em revoluções, guerras, separatismos e outras soluções inviáveis. Não houve guerra na África do Sul, nem no Zimbabué, nem no Brasil... e também não parece que vá haver guerra nos EUA, onde os brancos estão prestes a tornar-se minotirários. O que faz pensar estas pessoas que vai haver guerra na Europa, que tem precisamente os homens mais efeminados de todos?


«Quem traí o seu povo com os invasores devia perder a nacionalidade no momento e bilhete de ida para fora junto.»

Eu também sou dessa opinião, mas estamos em franca minoria, meu caro. E como os nacionalistas não têm apostado em passar a palavra e em converter o povo, desconfio que vamos continuar a sê-la...

...seja como for, não podemos desanimar. A nossa obrigação é lutar até ao último branco. Aprendamos as lições do passado e concentremo-nos em envagelizar as massas!

Afonso de Portugal disse...

O comentário do Direita/Santon foi eliminado porque o Direita/Santon é um agente muçulmano que se faz passar por nacionalista. Vai chupar a piça ao teu querido Lá Lá Cardo, seu grande filho da puta, que tu aqui não ladras mais!

Kyndjal disse...

"Confesso que tenho algumas dificuldades em entender este fenómeno, mesmo à luz da crise de masculinidade do Ocidente, porque as mulheres brancas costumam ser muito mais exigentes para com os homens brancos do que com os homens negros."

nao e nada dificil de entender.elas sao mais exigentes com brancos porque simplesmente sabem que fomos "amansados" e ainda por cima exitamos se elas excedem a nossa paciencia.ja com aqueles gajos e uma incognita,e isso faz com que elas exciten-se ainda mais.nao so eles teem aquela aura de violencia (que elas bem o sabem,mas nunca o vao admitir),como os gajos sao imprevisiveis a disparar com essa violencia.

a mulher nada tem de complexo.ela quer bom sexo com um macho dominante.o que e perplexo e nos,ditos "brancos",(eu nao vou por cores,mas enfim) estarmos a comportar-nos como mulheres autenticas e a espera que as "autoridades" venham-nos salvar.no final,e a lei do mais forte,numeroso e resoluto que vai decidir o que politicos e toneladas de chats de internet e papel tentam evitar.VAE VICTIS como disse Brennus.

Ilo disse...

concordo que este é o momento mais negro da nossa história. e mais: é possivelmente o momento mais negro da civilização ocidental. nas antigas invasões o invasor não era convidado ou ignorado por grande parte da civilização. antes Deus, a Pátria e a Virtude "não se discutiam". hoje nem se podem mencionar sem se ser um pária. antes as pessoas comuns eram fervorosamente nacionalistas (ou seja, o estado natural das coisas), mesmo contra invasores que eram extremamente semelhantes a nós (exemplificado pela padeira de Aljubarrota).

tudo isto são águas passadas infelizmente.

quanto ao PNR, precisamente por causa desta situação em que associar-se a estas ideias te torna um pária, acaba por atrair maioritariamente pessoas com pouca capacidade intelectual e que não têm nada a perder - e que por isso mesmo, ainda acabam por denegrir mais os nossos valores.

para terminar, queria dizer que os postes do discurso aceitável continuam a ser movidos cada vez mais: ver por exemplo a conferência inócua que o Jaime Nogueira Pinto ia fazer e que, em última instância, foi cancelada por cobardia face à intimidação de 'alunos' de extrema esquerda - com a oposição dos porventura bem intencionados neo-nazis, mas com a indiferença da maioria.

por tudo isto, não vejo qualquer solução democrática para o problema (eleger x ou y), porque a democracia é parte (senão o principal) problema, por ser contrária à verdadeira representatividade - o municipalismo integralista, as cortes medievais ou o corporativismo orgânico.

tempos negros, sem dúvida.

Afonso de Portugal disse...

Kyndjal disse...
«elas sao mais exigentes com brancos porque simplesmente sabem que fomos "amansados" e ainda por cima exitamos se elas excedem a nossa paciencia.ja com aqueles gajos e uma incognita,e isso faz com que elas exciten-se ainda mais.nao so eles teem aquela aura de violencia (que elas bem o sabem,mas nunca o vao admitir),como os gajos sao imprevisiveis a disparar com essa violencia.»

És bem capaz de ter razão. Uma das realidades que mais me custou compreender, ou melhor, a aceitar na idade adulta foi precisamente a verdadeira natureza das mulheres. No fundo, as preferências sexuais da humaniade ainda reflectem os seus instintos mais primitivos, mesmo depois de milénios de vida em sociedade civilizada. Basta olhar para a natureza para ver que isso faz sentido: as leoas não acasalam com o leões derrotados, só com os leões vencedores; as macacas também só acasalam com os macacos mais fortes; aliás, nem é preciso ir à selva, basta olhar para os nossos pequenos gatos domésticos: as gatas só acasalam com os gatos que "dão porrada" aos outros gatos do bairro.

Só que a (des)educação é lixada. Distorce tudo, deforma a nossa percepção da realidade. Entre os filmes que vemos, os livros que lemos e as historinhas que ouvimos na escolinha, acabamos por criar uma imagem falsa das mulheres. Que as mulheres são mais meigas, mais carinhosas, mas sensíveis e têm mais empatia... tudo mentira, evidentemente! Pela minha experiência, os homens ajudam mais facilmente outra pessoa em apuros do que a esmagadora maioria das mulheres.


«a mulher nada tem de complexo.ela quer bom sexo com um macho dominante.»

Sim, mas a sociedade faz tudo para nos convencer que não é bem assim. Que há "nuances" no meio disso... a realidade é que não há "nuances" nenhumas, quanto mais anos vivo, mais me convenço disso. O que há é dissimulação calculada por parte das mulheres, com vista a separar os homens psicologicamente fracos daqueles que são psicologicamente fortes.


«o que e perplexo e nos,ditos "brancos",(eu nao vou por cores,mas enfim) estarmos a comportar-nos como mulheres autenticas e a espera que as "autoridades" venham-nos salvar.no final,e a lei do mais forte,numeroso e resoluto que vai decidir o que politicos e toneladas de chats de internet e papel tentam evitar.VAE VICTIS como disse Brennus.»

Sim, o nosso comportamento actual é o mais preocupante de tudo. O homem ocidental parece ter cada vez mais dificuldades em sair da sua zona de conforto... e mesmo que sejamos melhores (eu já nem disso tenho a certeza), corremos o risco de ser suplantados pela força dos números. A longo prazo, a demografia é muito mais importante do que a civilização e do que a inteligência, mas os homens do Ocidente não parecem ser capazes de compreender esta realidade. Pagaremos este erro bem caro...

Afonso de Portugal disse...

Ilo disse...
«nas antigas invasões o invasor não era convidado ou ignorado por grande parte da civilização. antes Deus, a Pátria e a Virtude "não se discutiam". hoje nem se podem mencionar sem se ser um pária. antes as pessoas comuns eram fervorosamente nacionalistas (ou seja, o estado natural das coisas), mesmo contra invasores que eram extremamente semelhantes a nós (exemplificado pela padeira de Aljubarrota).»

Exacto, hoje é precisamente ao contrário. As fronteiras são más, somos todos cidadãos do mundo, o patriotismo é coisa de analfabrutos e o nacionalismo é coisa de atrasados mentais. "Inteligentes" e "civilizados" são só mesmo os cretinos que se preocupam única e exclusivamente com o seu saldo bancário, de preferência num offshore bem longe da Eurolândia... e com as formas de o continuar a fazer crescer à custa do outros. "Bons cidadãos" só mesmo os tais iluminados que já foram várias vezes a Paris, Nova Iorque e Banguecoque, mas que nem conseguem nomear as capitais de distrito do próprio seu país. "Humanos" e "bem-pensantes" são os hipócritas que apregoam as virtudes do multiculturalismo e do multirracialismo aos sete-ventos, mas depois põem os filhinhos a estudar não na escola pública pejada de alógenos, mas nos melhores e mais caros colégios... onde praticamente todos os alunos são brancos!


«(...) com a oposição dos porventura bem intencionados neo-nazis, mas com a indiferença da maioria.»

Muito bem observado! Para além dos nacionalistas e de um ou outros "direitinha", o grosso da sociedade "tuga" borrifou-se para o assunto. O que mais uma vez demonstra uma falta de visão global em relação ao problema: a censura ocorre sempre de uma forma progressiva; se uma pessoa que nos é indiferente for censurada hoje, isso significa que nós podemos vir a ser censurados amanhã. Mas a sociedade "tuga" não vê a coisa assim...


«por tudo isto, não vejo qualquer solução democrática para o problema (eleger x ou y), porque a democracia é parte (senão o principal) problema, por ser contrária à verdadeira representatividade - o municipalismo integralista, as cortes medievais ou o corporativismo orgânico.»

O grande problema é que não temos alternativa, pelo menos até termos juntado uma massa crítica de apoiantes que nos permita por em causa o sacrossanto dogma democrático. E o grande drama do Nacionalismo é que aindasomos muito poucos. Ao longo das últimas décadas, temos falhado espectaculamente na agregação de novos apoiantes e militantes para a causa nacionalista. Porquê? Bem, teorias há muitas, mas eu acreito na senteça proferida pelo Sr. Hamsun, "cem gajos, cem líderes"! Por outras palavras, toda a gente quer mandar, os nacionalistas não têm sabido abdicar das questões acessórias para se centrarem nas questões fundamentais. Basta, por exemplo, que um nacionalista seja cristão e o outro pagão para voltarem imediatamente as costas um ao outro. Ou que um nacionalista seja monárquico e o outro republicano. Ou que um seja pró-aborto e o outro anti-aborto. Esta atitude precisa de mudar urgentemente...