quinta-feira, 25 de maio de 2017

Três vídeos que vale a pena ver (46): ainda mais três reacções aos atentados de Manchester


1. Katie Hopkins: «Não toleramos as críticas ao Islão, mas toleramos o ódio islamista!»; a grande Katie Hopkins, a mulher com mais tomates do Reino Unido (mais do que 99% dos homens britânicos), recentemente acusada de "incitação ao ódio", concedeu esta entrevista ao programa Fox and Friends. A entrevista começa com a leitura de um excerto deste magnífico artigo que a Sr.ª Hopkins escreveu para o Daily Mail e no qual denuncia a doença que se apoderou do Reino Unido (e de todo o Ocidente) e que permitiu que os terroristas islâmicos conseguissem levar a cabo mais este atentado: o politicamente correcto, um regime verdadeiramente totalitário que dá guarida ao multiculturalismo e, por extensão, ao cancro do Islão.




2. Nando Moura: «Manchester - A Religião da Paz»; o Nando Moura é um cristão convicto e o conservador brasileiro mais popular no YouTube, com 1,2 milhões de subscritores (o que faz dele o vlogueiro mais popular de toda a Direita falada em português). Neste vídeo, feito em reacção ao atentado de Manchester, ele aponta algumas das muitas contradições da religião do "profeta" pedófilo. E deixa um aviso aos brasileiros que eu também já deixei várias vezes aqui no TU: "não pensem que o Brasil está imune a esta praga!"




3. Sargão da Acádia: «As verdadeiras vítimas»; Carl Benjamin, o Sargão da Acádia, tem muitos vídeos absolutamente brilhantes, sobretudo no que respeita à denúncia dos guerreiros da (in)justiça social e das acções antidemocráticas do esquerdalho regressivo. Infelizmente, os vídeos dele costumam ter um defeito: é muito raro encontrar um que não ultrapasse os 15 minutos de duração. Essa é, aliás, a principal razão pela qual eu não os partilho mais vezes aqui no TU. Este vídeo, no entanto é uma verdadeira gema: o Sargão arrasa completamente a narrativa de que "as verdadeiras vítimas dos atentados terroristas islâmicos são os muçulmanos", tantas vezes perpetuada não apenas pelos muçulmanos, mas também por muitos canalhas ocidentais que abraçaram inteiramente os dogmas do politicamente correcto.

2 comentários:

EJSantos disse...

Amigo, completamente off-record, mas gostaria de deixar aqui uma cópia de um comentário meu, sobre uma noticia que correu nos jornais sobre uma manifestação contra a "cultura da violação". Se achar descabida, peço des culpa e pf apague.




O feminismo como doença mental e a falta de carácter como sintoma.

“Cultura de violação”? Mas que porcaria é esta?

Sou homem. Nunca violei uma mulher. Nunca desejei violar uma mulher. Tenho nojo dos violadores e odeio-os. Os meus amigos pensam da mesma maneira. Que “cultura da violação” estas desiquilibradas foram inventar? Aonde está, na cultura erudita ou na cultura popular, a glorificação, ou pelo menos a aprovação, da violação?
Existem violadores? Sim, claro que sim. Mas também existem assassinos e ladrões. E nenhum destes criminosos recebem aplausos pelo que fazem.
Pegar no caso de criminosos e generalizar a toda a população masculina é abjeto. Um golpe de propaganda mentirosa digna de um Goebbles.
Quanto mais vejo o que as feministas inventam, mais nojo sinto delas. Que criaturas horrorosas e abjetas.

Afonso de Portugal disse...

Ora essa, caro EJSantos, os seus comentários são sempre bem-vindos neste espaço, até porque eu próprio sou um anti-feminista convicto.

Essa aberração da "cultura da violação" não foi inventada aqui no rectângulo. Como não podia deixar de ser, é mais uma importação dos states, como quase toda a porcaria neomarxista que tem surgido no nosso país. Trata-se de Teoria Crítica em estado puro, um autêntico golpe de propaganda mentirosa, como o caro EJ Santos bem referiu. Nos EUA, a "cultura da violação" já fez correr muita tinta e há até alguns vídeos bastante bons a desmascarar o mito, como este que se segue, que já é de 2013:

https://www.youtube.com/watch?v=1KQQ1bzQn0k

Infelizmente, nós aqui em Portugal temos poucas defesas contra este género de propaganda. A maioria dos escribas de direita não estão sensibilizados para a realidade de Teoria Crítica, muito menos têm coragem de denunciar estas coisas como aquilo que realmente são: pura pseudociência!

Nos EUA há um grande movimento contra este género de propaganda, sobretudo nas redes sociais. Estou até convencido que esse movimento foi uma das razões da vitória de trump nas últimas eleições presidenciais. Mas aqui em Portugal só temos os comentários de uns poucos indignados como nós. Mesmo entre os nacionalistas, há muito poucos com sensibilidade suficiente para perceberem a urgência de denunciar estas aberrações!