quarta-feira, 3 de maio de 2017

"Refugiado" paquistanês enriquece mulher branca com quem casou


     Na sequência da posta anterior, aqui fica mais um caso de justiça poética, ou karma, se preferirem, em que uma mulher branca colhe o fruto merecido das suas preferências sexuais do tempo das cavernas:

«Mohsin Akram, refugiado paquistanês de 21 anos, gritou "tiveste a tua hipótese de seres uma boa mulher", antes de atacar a mulher, uma inglesa natural de Cardiff, com um martelo. O homem tinha casado com a mulher, que tinha conhecido no Facebook, para ter um visto que lhe permitisse ficar no Reino Unido.

Akram estava no Reino Unido há cerca de um ano quando conheceu a Sr.ª Hussain, uma jovem de 20 anos, em 2013. Os dois falavam pelas redes sociais e a jovem ficou encantada com o homem que dizia ser "o marido perfeito". Começaram uma relação e, em 2015, na iminência do paquistanês regressar ao país de origem, resolveram casar. Foi aí que o pesadelo começou.»

E pensar que há mesmo mulheres neste mundo que acham que isto podia ser "o marido perfeito"! 😂

«O homem está agora a ser julgado por vários crimes de violência doméstica. Não deixava a inglesa sair de casa, ter telemóvel ou acesso à internet. Chegava frequentemente alcoolizado a casa e espancava-a.

Foi na véspera de Natal que o ataque mais violento aconteceu. Akram chegou a casa completamente bêbedo e ficou irritado pela mulher não ter ainda acabado a ceia de Natal. Prontamente foi buscar um martelo e começou a agredir Hussain, enquanto esta se tentava proteger, assim como ao filho de ambos, de apenas quatro meses.

A mulher conseguiu fugir e pediu ajuda na rua a duas jovens que passavam. "Era noite e estava escuro, mas mesmo assim consegui ver que ela estava cheia de sangue e cortes na cara e nas mãos", contou uma das mulheres em tribunal.

O homem foi agora condenado a 15 meses de prisão mas, quando sair, poderá permanecer no Reino Unido. A mulher pediu ainda uma ordem de restrição para o agora ex-marido, que lhe foi concedida.»

Nada, absolutamente nada nesta notícia me faz ter pena da mulher branca! Só sinto pena do desgraçado bebé de quatro meses. Estas porcas nojentas que preferem os invasores muçulmanos aos seus próprios homens (assim como os porcos dos homens brancos que preferem mulheres alógenas) merecem a pior sorte que o destino lhes pode reservar.

4 comentários:

Leitora disse...

Mas... Sra HUSSAIN não parece um nome inglês!

Afonso de Portugal disse...

Bem, eu ia dizer que ela tomou o apelido do seu marido, mas a cara Leitora parece ter razão...

Isto demonstra como os nossos mé(r)dia nos induzem em erro: ao não mostrarem fotos da mulher e dizerem que ela era natural de Cardiff, o mais natural é as pessoas assumirem que ela é branca. Mas como a Leitora bem observou, poderá não ser assim...

Seja como for, o que não falta são casos em que mulheres brancas casam com alógenos para evitar que eles sejam deportados, até aqui em Portugal.

EJSantos disse...

... e a jovem ficou encantada com o homem que dizia ser "o marido perfeito".

LOL, humor negro no seu melhor.

Afonso de Portugal disse...

E a melhor parte é que, conhecendo o jornal, nem sequer foi intencional, caro EJ Santos! :)