terça-feira, 9 de maio de 2017

Polícia "franciú" desmantela acampamento de imigrantes ilegais. Quanto tempo passará até que outro apareça em seu lugar?


«A polícia francesa desalojou hoje 1609 imigrantes que estavam instalados em diversos acampamentos na zona norte de Paris, entre os quais eritreus, afegãos, sudaneses e ciganos do Leste da Europa, segundo um balanço actualizado da autarquia parisiense. A operação começou às 06h00 (05h00 em Lisboa) e prolongou-se por várias horas.»

Não percebo porque é que alguém haveria de querer acabar 
com isto... parece até uma escultura de "arte" moderna!

«A Câmara Municipal de Paris indicou em comunicado que entre os imigrantes desalojados perto da Porta de la Chapelle contavam-se 1.534 homens maiores de idade, bem como 75 menores e mulheres não acompanhadas, [notem bem, 95,3% de homens!] na sua maioria em condições de solicitar o estatuto de "refugiado" [claro, violam a lei acampando ilegalmente, mas estão sempre em condições de serem considerados "pobres coitdinhos"!].

Todos foram alojados temporariamente em diversos locais habilitados para o efeito na região de Paris. Uma vez lá, acrescentou o município, "poderão obter um diagnóstico social e sanitário", bem como orientação quanto aos procedimentos de acolhimento.

Na operação de desalojamento participaram cerca de 350 polícias, aos quais se juntou uma centena de agentes das administrações públicas e pessoal de associações de ajuda a imigrantes e "refugiados".

O município parisiense tinha salientado, numa informação divulgada anteriormente, que a zona agora desmantelada representava um "risco importante para a segurança e para a saúde dos ocupantes, bem como para os vizinhos" [ora essa, mas como é que um grupo de "refugiados fugidos à guerra" pode ameaçar a segurança dos vizinhos?].

Estes acampamentos estavam situados perto de um centro humanitário de acolhimento temporário, destinado a imigrantes em condições de solicitar asilo. Este centro - já sobrelotado - tinha sido criado em Novembro, precisamente para tentar acabar com as constantes e sucessivas relocalizações de migrantes para diversos pontos da periferia de Paris.

Desde Junho de 2015, indicou o município, 24.604 pessoas foram desalojadas e atendidas pelas autoridades francesas, no âmbito de 33 operações de evacuação.»

E o contribuinte 'franciú' não só paga tudo isto, como ainda vota no lacaio globalista Macron! Isto sim, é progresso! Isto sim, é moderno! Isto sim, é vibrante!!! Allahu akbar, carago!...

2 comentários:

A-24 disse...

Na Europa é assim, desmantela-se um bairro ilegal, até que outros se formem no seu lugar. E andamos nisto, sem querer combater o problema pela raiz. Enquanto os cobardes mandarem na Europa será assim, mas tenho muita pena das pessoas que moram nesses bairros e que de um dia para outro veem o seu habitat e estilo de vida totalmente desfigurado por culpa de quem manda na Europa. Estas "pragas" já vinham na Bíblia. Aposto que nessas localidades a Le Pen venceu. Ela obteve uma vitória esmagadora em Callais, mas sobre essa vitória e os seus motivos os jornaleiros não fizeram nenhuma reportagem.

Afonso de Portugal disse...

«Enquanto os cobardes mandarem na Europa será assim, mas tenho muita pena das pessoas que moram nesses bairros e que de um dia para outro veem o seu habitat e estilo de vida totalmente desfigurado por culpa de quem manda na Europa.»

O caro A-24 tocou num ponto crítico: as pessoas só parecem importar-se com a imigração quando ela lhes chega à vizinhança. Só que isso não chega, aliás, já vem demasiado tarde. Seria preciso que os europeus se preocupassem logo a partir do momento em que uma localidade começasse a ter problemas, mesmo que essa localidade estivesse a milhares de quilómetros de distância!

Esse é um dos grandes problemas do Ocidente: é cada um por si e o resto que se f... só que nós vivemos em comunidade ou pelo menos proximidade civilizacional. Se não começarmos a olhar para os outros ocidentais como irmãos ou, pelo menos, como primos, e a preocupar-nos com os seus problemas, então a imigração vai continuar a avançar aos poucos até que ao dia em que vai acabar por nos à porta. E nesse dia, vamos querer que alguém nos ajude, mas corremos o risco de constatar que todas as outras cidades já foram tomadas sem que tivéssemos feito nada para o impedir!