sexta-feira, 5 de maio de 2017

Paul Joseph Watson: «A verdade sobre Macron»


       Macron, ex-ministro da Economia e das Finaças do segundo governo do inenarrável Manuel Valls. Macron, o ex-aluno da Sciences Po, a mesma universidade onde José Sócrates foi "estudar filosofia" depois de ter afundado a economia do nosso país. Macron, o ex-funcionário do Banco Rothschild. Macron, o membro do Clube de Bilderberg. Macron, o defensor de sanções aos países que não acolhem refugiados. Macron, o gerontófilo. Macron, o preferido da traidora Mer(D)kel, do globalista mulato Merdama, do bêbado Juncker e do eunuco Hollande. Macron, o futuro presidente da França?


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Ver também:

Possível futuro presidente da França: «a colonização francesa foi um crime contra a humanidade»
Sobre a frase de Marine Le Pen no debate de ontem que mais comichão deu aos mé(r)dia

4 comentários:

Leitora disse...

Afonso ,se vc quiser q eu não mande mais isso, me avise...
Mas Marine e Emmanuel na numerologia... dão 33 ! Sick !
Será q ele acrescentou um M no nome pra isso ? Mas não é o únco problema com o nome deles.. tá cheio de outros "sinais".

El
Le
ao cotrário um do outro, lembram "Eloim" (ou algo assim), "deus" em hebraico, é claro. O deus deles, Satanás. E acho que ainda tem mais

Afonso de Portugal disse...

Contrariamente ao que alguns dos meus críticos dizem, eu não importo nada que as pessoas tragam aqui as suas teorias da conspiração. Antes pelo contrário, eu acredito na liberdade de expressão e acho que toda a gente deve poder dizer aquilo que pensa, dentro dos limites do civismo e da insistência moderada.

Só não peçam para acreditar em todas as teorias da conspiração e mais alguma. Isto da numeralogia não me convence, pelo menos para já. Como eu disse nas caixas de comentários de outra posta, seria necessário efectuar uma análise comparativa de frequências testanto outros números para ver se o "33" aparece mesmo mais vezes do que esses outros números, com significância estatística.

Quanto ao nome Emmanuel, julgo que é forma mais corrente nas línguas francesa e inglesa, uma vez que é precisamente a forma latinizada mais próxima do hebraico 'Immanuel'. Em português só usamos um "m", Emanuel, mas isso é porque o português está mais longe do latim original do que o francês e até do que o inglês (naquelas palavras que o inglês herdou do latim).

Bilder disse...

Será que os franceses tornaram-se vítimas do niilismo de Jean-Paul Sartre? Roger Scruton escreveu em torno desta continuada influência do The Spectator:

Os franceses ainda não se recuperam de Sartre e provavelmente nunca se irão recuperar uma vez que tiveram que viver com um establishment intelectual que repudiou as duas coisas que unem o país: o Cristianismo e a ideia da França.

A postura anti-burguesa dos intelectuais da esquerda entrou dentro do processo político e deu forma a uma elite para quem nada é seguro excepto o repúdio da ideia nacional. É graças a esta elite que o projecto louco da União Europeia se tornou indelevelmente inscrito no processo político Francês, embora o povo Francês o tenha rejeitado. É graças a esta elite que a imigração em massa para França de comunidades Muçulmanas não-assimiláveis foi encorajada e subsidiada e é graças a esta elite que o socialismo se tornou embutido no estado Francês de forma tão firme que ninguém o pode reformar. " ---------------------------------- Do post "vingança do politicamente correcto" no site mídia sem máscara.

Afonso de Portugal disse...

Brilhante, caro Bilder! É uma análise absolutamente certeira, do princípio ao fim. Aliás, os comentadores da nossa "direitinha" fazem questão de sublinhar que Marine Le Pen se apoderou de muitas das bandeiras da esquerda... e eu tenho de lhes dar razão. O motivo é exactamente aquele que Scruton aponta nesse trecho: o discurso de esquerda está tão entranhado na sociedade francesa, sobretudo entre as elites, que é muito difícil disputar o poder sem recorrer a ele, pelo menos em parte.

Infelizmente, nós aqui em Portugal sofremos do mesmo drama. Com a agravante de nem sequer termos uma "extrema-direita" que se veja (em termos eleitorais)...