domingo, 7 de maio de 2017

Os gueis da "Tugalândia" andam muito violentos, pá!


«O homicida confesso de um professor de 56 anos, em Lagoa, com quem mantinha uma relação homossexual, e que matou à facada, a 1 de Março passado, foi ontem julgado, no Tribunal de Portimão, num outro processo por ofensas à integridade física e ameaça agravada à ex-namorada.


O arguido, de 29 anos, que está em liberdade, escusou-se a prestar declarações em julgamento. Já a vítima pediu para ser ouvida sem ele na sala, tendo relatado uma situação ocorrida a 17 de Abril de 2016 em que o homem, Joaquim Guedes, lhe apertou o pescoço, durante uma discussão. 

A mulher, que durante ano e meio manteve um relacionamento "como de marido e mulher" com o arguido - e que garante ter terminado a relação em Janeiro passado -, relatou ainda outro momento em que Joaquim Guedes lhe voltou a apertar o pescoço e a bater, ao mesmo tempo que a ameaçava de morte. A agressão foi presenciada pelo filho da vítima, de sete anos. "Por favor, não mates a minha mãe", pediu-lhe a criança.

Nas alegações finais, o Ministério Público pediu a condenação a pena de prisão, lembrando que este já foi condenado por ofensas à integridade física, recaindo ainda sobre ele um outro processo por violência doméstica e um por homicídio qualificado (do professor). A defesa pediu a absolvição, por entender que não ficou provada nem a agressão nem a ameaça, que terá ocorrido noutra data. E frisou que os outros processos "nada têm a ver com este".»


A história que se segue ainda é mais "empolgante" do que a anterior:

«Eugénio Reicha, 21 anos, foi condenado a 14 anos e 6 meses de prisão pelo homicídio do inglês Simon Carley-Pocock, de 58 anos. Simon Carley-Pocock foi esventrado por Eugénio Reicha com uma lança de decoração que o inglês tinha em casa e depois foi envolto em lençóis brancos. O crime aconteceu na localidade do Pereiro, no concelho de Alcoutim, em Abril do ano passado, na casa da vítima, onde os dois mantinham encontros sexuais esporádicos.»

Eugénio Reicha, a bichona assassina!

"Se quiser usar este tempo para se fazer um homem, é uma pena adequada. Se quiser continuar a não ser ninguém e a sentir indiferença por outras pessoas, é uma pena pequena. Depende de si", declarou ontem o juiz do Tribunal de Faro no final da leitura da sentença, relembrando a personalidade violenta de Eugénio Reicha, que nunca teve estabilidade familiar e viveu em instituições de acolhimento desde novo, antes de se tornar sem-abrigo em Faro.

O arguido estava acusado pelo Ministério Público do crime de homicídio qualificado, mas passou para homicídio simples, uma vez que não ficou provado que os dois mantinham uma relação amorosa, apenas encontros sexuais esporádicos [mais relativismo da treta...]. Foi ainda condenado pelos crimes de furto qualificado, por ter roubado o automóvel à vítima na noite do crime, bem como vários pertences, e por condução de veículo sem habilitação legal para tal.»

Isto é deveras intrigante... as feministas, os "cientistas" sociais e o esquerdalho estão sempre a vociferar que o grande problema da nossa sociedade é a família tradicional e a instituição do casamento... e também nos garantem que o mundo será bem melhor quando for governado pelas "minorias"!

Mas a avaliar por estes dois casos e outros que vos ofereço mais abaixo, eu diria que toda essa "gente" está... enfim, a falar com o outro extremo do aparelho digestivo que não a boca, se é que me faço entender!


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Ver também:

Gueizola estrangula outro rabeta após sexo violento
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Os guerreiros da (in)justiça social querem que o Capitão América leve no pacote!
Lá se vai mais uma parte da minha infância...
As novas da engenharia social neomarxista no Ocidente...
Já não sei em que país vivo...
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É por estas e por outras que eu nunca gostei de vodca...
E ainda querem estes nojentos dar sangue!
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Na Mealhada: homem violado em WC público
Cancro anal aumenta entre rabet... eeer, perdão, homossexuais! 
A doutrinação imposta pelos mé(r)dia tugas
A glorificação da anormalidade
Sobre a crescente imposição da homossexualidade aos povos do Ocidente...

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