segunda-feira, 8 de maio de 2017

O PNR sobre as eleições presidenciais francesas de 2017


Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«Era sabido que uma mulher estaria à frente dos destinos de França; não mudou para Marine Le Pen, manteve-se na mesma, a Srª Merkel, agora com o novo feitor, Emmanuel Macron, em substituição de François Hollande.

O rolo compressor do sistema, composto por todos os seus partidos, em bloco, e pela comunicação social lacaia, escandalosamente tendenciosa e manipuladora, conseguiu derrotar a candidata nacionalista nas eleições francesas, como, de resto, era mais do que previsível. Afinal, são todos contra um.

Porém, ao passar à segunda volta, Marine Le Pen já conseguiu uma vitória notável! E hoje, com este resultado histórico, de mais de um terço dos votos dos franceses (11 milhões!), conseguiu uma nova vitória num campeonato que ainda não acabou e que se sabe, acabará por vencer.

Deram hoje o triunfo a Macron, mas daqui a um mês, numa França divida e com o povo a abrir os olhos gradualmente, a Frente Nacional (FN) terá, por certo, uma votação muito expressiva, se não mesmo vencedora. Nesse caso, dois cenários se colocarão: ou Macron, aprendendo com o seu correligionário António Costa, consegue uma “geringonça” e a França dos franceses vai ter de viver mais cinco anos debaixo da ameaça terrorista, do jugo de Bruxelas e de todo o capital agiota e corrupto que ele representa, ou estará criada uma crise governativa e uma instabilidade com solução dificilmente previsível.

A França está fragmentada no que toca à representação nacional. E com a FN manifestamente reforçada, sendo hoje, sem dúvida alguma, o maior partido de França, a marcha triunfal do nacionalismo é irreversível. Os políticos do sistema, como não são solução para o problema, mas antes o próprio problema, vão insistir nos mesmos erros e, assim, mostrar aos franceses que a razão se chama Nacionalismo.

Daqui a cinco anos, Marina Le Pen estará no Eliseu!»

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