quinta-feira, 18 de maio de 2017

Na alegadamente moderada Indonésia: casal guei condenado a chicotadas por práticas sexuais


    A Indonésia é muitas vezes mencionada pelos globalistas como exemplo de "um país islâmico moderado". O que se passa é que os propagandistas de serviço dizem esta barbaridade por estarem cientes de que o ocidental médio sabe muito pouco acerca da Indonésia. E quando se sabe pouco, é fácil ser-se enganado por quem parece saber mais. A verdade, no entanto, é que há cada vez mais notícias vindas da Indonésia deste género:

«Um tribunal islâmico, que aplica a lei da 'sharia' na província indonésia de Aceh, condenou esta quarta-feira este Mércores [o dia de Mercúrio], pela primeira vez, dois homossexuais a serem punidos com chicotadas públicas.

Pois é... na Indonésia não há ILGAS que valham a estes dois desgraçados!

«O tribunal disse que os homens, com idades entre os 20 e os 23, serão sujeitos a 85 chicotadas, cada um, por manterem relações sexuais. A acusação tinha pedido 80 chicotadas.

Os dois homens foram detidos no final de Março, na sequência das suspeitas de 'vigilantes' na capital provincial de Banda Aceh, que decidiram tentar apanhar o casal a ter relações sexuais.»

4 comentários:

Raghnar disse...

Um tribunal islâmico que, como é óbvio, nada tem a ver com o Islão, são tudo "falsos muçulmanos". Sou madeirense, li isto no diário local, mas a notícia está mais completa lá:

http://www.dnoticias.pt/mundo/tribunal-islamico-na-indonesia-condena-casal-homossexual-a-castigo-publico-HB1399393

"Aceh é a única província na Indonésia que aplica a ‘sharia’, uma concessão feita por Jacarta, em 2006, para pôr fim a um ano de guerra com separatistas."

Comento como CSM e lá tive de me ver com um "bem-pensante" que me atirou à cara os crimes cristãos ao longo da História, logo eu que nem sou católico. E ninguém parece preocupado com o facto dos indonésios terem sido obrigados a fazer "concessões" a práticas medievais na sua própria terra.

E já que estamos com o DN regional, deixo-lhe um exemplo da mais completa falta de honestidade da classe política portuguesa e da direitinha, em particular. Um ex-vice-presidente de Alberto João vem botar faladura sobre a "recusa da austeridade" na Islândia, que como todos sabemos recusou a "assistência" financeira da chamada troika. Pois o energúmeno "esqueceu-se" de falar na medida mais importante dos islandeses, que foi terem deixado os bancos cair sem assistência pública, e colocado os banksters a ver o sol aos quadradinhos.

http://www.dnoticias.pt/opiniao/a-emersao-IB1407974

A direitinha no seu melhor, ainda esta semana veio cá o Teixeira dos Bancos, na qualidade de administrador do BIC, "inaugurar" qualquer coisa. E parece normal, a todas estas cabeças bem-pensantes, que o nacionalizador do BPN seja agora administrador da entidade que comprou a pataco o filete do BPN. Isto, meu caro, acho que já não tem conserto...

Afonso de Portugal disse...

"Aceh é a única província na Indonésia que aplica a ‘sharia’, uma concessão feita por Jacarta, em 2006, para pôr fim a um ano de guerra com separatistas."

Mas atenção, a islamização é um mito, hãã!!! Uma mentira vil propagada por delinquentes "islamofóbicos", xenófobos e raciiiiiiiistas!!!!


«Comento como CSM e lá tive de me ver com um "bem-pensante" que me atirou à cara os crimes cristãos ao longo da História, logo eu que nem sou católico.»

Tchiii... quando alguém vem com a conversinha das cruzadas, já sabemos que estamos a lidar com uma criatura monumentalmente desonesta. Há quanto tempo foi a última cruzada? E o último antentado islâmico? Não interessa, pá, o importante é meter tudo no mesmo saco para amordaçar os ocidentais, mesmo que os terroristas islâmicos estejam no presente e os cristãos no passado longínquo!


«E ninguém parece preocupado com o facto dos indonésios terem sido obrigados a fazer "concessões" a práticas medievais na sua própria terra.»

E quem somos nós para julgar a Lei Chária, hããã?! Todas as culturas são iguais, pá! Dizer o contrário é ser "islamófobo", xenófobo e raciiiiiiiiiistaaaa!!!!!


«Pois o energúmeno "esqueceu-se" de falar na medida mais importante dos islandeses, que foi terem deixado os bancos cair sem assistência pública, e colocado os banksters a ver o sol aos quadradinhos.»


LOL, a crónica começa logo da pior maneira possível, com o "intelectual" João Cunha e Silva a apresentar a Islândia de uma forma que todos os "tugas" possam compreender: a baboseira futebolísica!


JCS: «A Islândia é a pátria daqueles loiros a quem Portugal não conseguiu ganhar no Europeu de futebol.»


...Enfim, depois vem esta pérola:

JCS: «Os islandeses chegaram a acumular dívidas até 850% do seu PIB!»

Sem mais contexto nenhum, fica-se que a sensação de que a dívida é de todos os holandeses, ou sejá dívida pública! Só que a dívida pública da Islândia nunca chegou sequer aos 100%:

http://www.tradingeconomics.com/iceland/government-debt-to-gdp

Ou seja, o JCS está a incorrer, muito provavelmente de uma forma perfeitamente deliberda, na falácia comum entre os direitinhas de que a dívida privada é de todos os cidadãos! Não admira pois que ele acabe por fazer aquilo que o car Raghnar bem descreve:

Raghnar: «o energúmeno "esqueceu-se" de falar na medida mais importante dos islandeses, que foi terem deixado os bancos cair sem assistência pública, e colocado os banksters a ver o sol aos quadradinhos.»

Na mouche! O problema é mesmo esse! Aliás, o JCS revela bem a sua falta de carácter ao escrever isto:

JCS: «(...) parte do sucesso do seu país devia-se ao facto de não terem dado ouvidos aos organismos internacionais, especialmente à Comissão Europeia, que recomendavam a aplicação de medidas de austeridade para suportar a recuperação económica.»

Mas porque é que um governo havia de fazer austeridade para pagar a dívida de privados?! Já é suficientemente obsceno que um governo faça austeridade quando a dívida é pública e não são apuradas as devidas responsabilidades pela sua contracção (casos da Grécia e Portugal), sendo todos os cidadãos obrigados a pagar o desvario de alguns!

O CSM, aliás Raghnar, esteve muito bem ao apontar essa "pequena omissão" por parte do JCS. Infelizmente, mais do que o JCS, é o nosso povo que precisa de ouvir isto, que é para ver se acorda. Mas é muito difícil chegar até eles...

Raghnar disse...

Além do efeito difícil de quantificar, e que muitos desprezam, dos sinais que transmite aos BONS investidores (aqueles que pretendem lucrar através da sua competência, não de esquemas) o facto do sistema judicial PARECER imparcial, agindo sobre as suas elites políticas e económicas, caso estas desrespeitem as regras do sistema.

Ora, ao agir judicialmente sobre os corruptos, a Islândia passou uma mensagem que não os admite, venham de onde vierem. Igualzinho à ilibação de Dias Loureiro, e outras em fase de "cozedura", em que o homem ainda se fez de "vítima"...

Afonso de Portugal disse...

«Ora, ao agir judicialmente sobre os corruptos, a Islândia passou uma mensagem que não os admite, venham de onde vierem. Igualzinho à ilibação de Dias Loureiro, e outras em fase de "cozedura", em que o homem ainda se fez de "vítima"...»

Exactamente! A Islândia puniu o mau comportamento, desincentivando futuras transgressões. Já Portugal recompensou o mau comportamento, incentivando futuras transgressões, facto que aliás ficou perfeitamente demonstrado na atiude arrogante desse escroque do Loureiro, que chegou mesmo a dizer que os processos judiciais de que tinha sido alvo eram um sitnoma da "inveja do meu sucesso por parte dos portugueses".

>:(