terça-feira, 9 de maio de 2017

Dois em cada cinco "refugiados" abandonaram Portugal


      O que significa que os outros três ficam em Portugal! Ou seja, apenas 40% partem... os outros 60% continuam por cá! Que isto sirva de alerta para os líricos que dizem que os refujiadistas não querem nada com Portugal: a maioria está mesmo a ficar por no nosso país!

«Pelo menos dois em cada cinco "refugiados" que são recolocados em Portugal abandonam o país para outros destinos europeus, uma situação que o Governo está a analisar, embora mantendo a disponibilidade de receber cada vez mais imigrantes. 

Os números globais de acolhimento de "refugiados" divulgados hoje pelo Governo indicam que, no total, em 2016 e 2017 Portugal recolocou 1306 refugiados (1003 provenientes da Grécia e 303 de Itália). No mesmo período foram comunicados ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras 555 abandonos, o que significa que pelo menos 42% dos recolocados se deslocaram para outros países europeus.

"Não se preocupem 'tugas': daqui a uma semana, dois quintos de nós já estarão na Alemanha!"

«“Entendendo que os chamados movimentos secundários devem ser objecto de uma análise também ela à escala europeia, a decisão de Portugal é a de manter e reforçar este esforço. E por isso fizemos já as diligências no quadro europeu, renovando a nossa disponibilidade” para acolher mais "refugiados", indicou em conferência de imprensa o ministro-adjunto, Eduardo Cabrita. A disponibilidade renovada de Portugal, disse Eduardo Cabrita, visa acolher mais “recolocados a partir da Itália e da Grécia”, “cidadãos reinstalados a partir de países terceiros, como a Turquia, o Egito, o Líbano ou a Jordânia” e visa “manter o esforço de Portugal em relação aos que nos procuram a título espontâneo”.

Em 2016 foram 706 os refugiados que espontaneamente pediram asilo a Portugal, contra os 324 no que vai deste ano. Por outro lado, 179 refugiados cujo processo estava entregue a Portugal foram detectados noutros países — designadamente a Alemanha, a Holanda, a Suécia e a Bélgica — cabendo agora às autoridades desses países a tarefa de os transferir novamente para o nosso país.

“As pessoas pelas quais Portugal é responsável – pela sua protecção e pedido de asilo – e que vão para outros países europeus, uma vez detectadas, esses países accionam o chamado regulamento de Dublin e nós temos obrigação de as recolocar”, explicou a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, também presente na conferência de imprensa. A ministra salientou, no entanto, que estes refugiados estão no seu direito de querer sair de Portugal para países terceiros, mesmo ficando em situação ilegal a partir desse momento [ou seja, para esta ministra da bagunça interna, as pessoas têm o direito de ficar em situação ilegal! Não, sr.ª ministra, isso é que não têm!!!].

“Quando regressam a Portugal recomeçam precisamente no ponto em que tinham terminado o seu procedimento. (…) Agora, há sempre a opção de aquelas pessoas poderem dizer ‘eu prefiro ser ilegal num outro país’. E podem nunca ser detectadas. Ou podem chegar aqui e fugir para outro país, ou mesmo regressar ao seu país de origem”, realçou a governante [a melhor parte é que a ministra da bagunça interna diz isto como se fosse perfeitamente normal e razoável!].

No entanto, a ministra com a tutela da autoridade policial que vigia estes movimentos, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), assumiu que há investigações sobre eventuais crimes de auxílio à imigração ilegal precisamente nestes “movimentos secundários” para outros países europeus. “Também está a ser investigado que possa haver aqui alguma indução das pessoas, auxílio a pessoas para aceitarem a recolocação em Portugal como plataforma de acesso ao país de destino, que era aquele que estava no seu projecto de imigração original”, disse Constança Urbano de Sousa. Todas essas situações e indícios, disse a ministra, “estão a ser devidamente investigados, para ver se não existe uma rede de auxílio à imigração ilegal”. Ou seja, para ver se existem redes que, “a troco de remuneração, auxiliam os refugiados nestes percursos, para destinos finais”.

Resumindo e concluindo, estamos entregues à bicharada! As pessoas vêm e vão como bem lhes apetece, sem haver uma noção precisa do que está realmente a acontecer. E o (des)governo "tuga", na sua ânsia constante de querer agradar à máfia globalista de Bruxelas, insite em importar mais e mais destes oportunistas!!!

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Ver também:


Refugiados Iazidis abandonam Portugal
ATAPENC (96): quantos alógenos há relamente em Portugal?

2 comentários:

A-24 disse...

É pena que não tenham sido 5 em 5 "refugiados" a abandonar o país. É nestes momentos que eu me congratulo por Portugal não ser um país atrativo em termos de imigração nem de apoios sociais. Assim só ficam aqui os que se revêm no país, mesmo que ainda parasitem muitos outros.

Afonso de Portugal disse...

É verdade... mas se isto continuar assim, os grandes países (Alemanha, França, Reino Unido,...) vão acabar por ficar saturados de imigrantes com o tempo. E quando isso acontecer, a factura vai acabar por sobrar para nós à mesma, com ou sem imigrantes!