terça-feira, 23 de maio de 2017

Da imundice me(r)diática...


      Esta grande filha-da-putice é apenas um entre muitos exemplos do mesmo género que se podem encontrar hoje nos mé(r)dia ocidentais a propósito do mais recente atentado terrorista ISLÂMICO em solo europeu:


De acordo com a parte que sublihei a cor vermelha, o Estado Islâmico (ISIS) estará apenas a aproveitar-se de um massacre levado a cabo por "mais um maluquinho". O assassino islamista nem sabia o que era o ISIS, pá! E muito menos os líderes do ISIS sabiam quem era o "maluquinho", ouviram?! Aliás, a ideologia que inspira o ISIS e que inspirou o "maluquinho" não é mesma nem nada, hããã! O que é realmente importante aqui é que o povo não se convença que isto tem alguma coisa a ver com o Islão! Isso sim, seria aborrecido!... Portanto, vamos lá dar as mãos e repetir até metermos na cabeça:
«Os atentados terroristas islâmicos não têm nada a ver com o Islão! Os atentados terroristas islâmicos não têm nada a ver com o Islão! Os atentados terroristas islâmicos não têm nada a ver com o Islão...»

2 comentários:

Rick disse...

Os jornalistas ainda são mais corruptos que os políticos, é a triste conclusão que se tem que retirar.

Na RTP 3 estava um desses locutores com um convidado, a perorarem sobre o atentado e a conclusão é que em democracia não há necessidade disto. Tudo se pode conseguir civilizadamente.
Isto só demonstra que os alarves não fazem a mínima ideia do que é o Islão e a barbárie daqueles povos.
Estes broncos estão a anestesiar os espectadores e é muito por isto que vemos reações ridículas como aqueles tipos a desfilar vestidos de mulheres na Bélgica ou as patéticas deposições de flores na Inglaterra e França, imaginando com isso deter o terrorismo.
Tenho pena das crianças. Os adultos vai sendo tempo de pagar com a pele a traição às suas pátrias.

Afonso de Portugal disse...

Sabe, caro Rick, eu começo a achar que há um determinado perfil psicológico que é exigido nas universidades para se poder tirar o curso de jornalista. Com algumas honrosas excepções, a classe jornalística parece pensar toda da mesma forma... a forma globalista! É evidente que a necessidade de receber um salário ao fim do mês para pagar as contas explicará parte desta conformidade confrangedora, mas eu desconfio cada vez mais que há qualquer coisa nos cérebros dos jornalistas que os predispõem a isso!

É que, caramba, eu teria vergonha de ganhar a minha vida a escrever coisas com que não concordo. Uma coisa é fazê-lo durante alguns anos, outra coisa é fazê-lo a vida inteira! Como é que estas pessoas conseguem viver consigo próprias? Portanto das duas uma... ou eles não têm carácer ou eles acreditam mesmo naquilo que escrevem!