segunda-feira, 29 de maio de 2017

Beata Szydło: «Queremos mesmo líderes políticos que nos dizem que nos devemos acostumar aos atentados terroristas?»


     A porca gorda ex-stasi Mer(d)kel e o seu lacaio porco-ainda-mais-gordo Gabriel andam muito amuadinhos pelo facto de o Presidente Trump querer que os membros da OTAN se chegem à frente com o carcanhol. E vaticinam: «A Europa já não pode contar totalmente com os EUA», pá!!! Palavras bastante ousadas para quem já nem sequer pode contar com o apoio de alguns dos seus países vizinhos:

7 comentários:

Anónimo disse...

Os polacos salvaram Viena em 1683, vamos ver se conseguem salvar novamente a Europa. Creio que o Ocidente já não tem solução, apenas o Leste. Mas é preciso muita capacidade e determinação para resistirem aos traidores ocidentais. Ainda por cima o tempo joga contra a Europa. Desde logo, pela questão demográfica - pretos e muçulmanos fazem filhos com fartura, a mestiçagem avança (entre 2001 e 2011 a categoria dos mestiços foi a que teve maior crescimento no Reino Unido, superando as demais de forma substancial)-, mas também pela morte dos que têm memória. O Leste ainda tem bem viva a presença do totalitarismo marxista para querer adoptar outro. O problema vai ser quando desaparecerem os que viram a queda do Muro e dos regimes comunistas. Os novos, sem memória, aceitarão a nova ditadura multicultural e suspirarão por ela. Sr. Hamsun.

Afonso de Portugal disse...

Sr. Hamsun disse...
«Creio que o Ocidente já não tem solução, apenas o Leste. Mas é preciso muita capacidade e determinação para resistirem aos traidores ocidentais.»

Sim, além de que a Europa de Leste tem um grande calcanhar de Aquiles: a Rússia. Os polacos ficaram estarrecidos com o que aconteceu à Ucrânia nos últimos anos. E é precisamente esse temor justificado que a Merkel e os eurocratas têm tentado explorar, fazendo uma chantagem emocional com os polacos: se nos desobedecerem, ninguém vos protegerá dos russos. Aliás, se a Merkel for mesmo esperta, desconfio que só terá de oferecer uma ou duas bases militares novas à Polónia para que o governo polaco fique logo mais mansinho...


«Desde logo, pela questão demográfica - pretos e muçulmanos fazem filhos com fartura, a mestiçagem avança (entre 2001 e 2011 a categoria dos mestiços foi a que teve maior crescimento no Reino Unido, superando as demais de forma substancial)»

E eu desconfio que a situação em França, na Bélgica, na Holanda, na Suécia e mesmo na Alemanha não será muito diferente. Aliás, mesmo aqui em Portugal duvido que os portugueses tenham tantos filhos quanto os alógenos. Quem é que não se lembra do caso da Liliana Melo, a cabo-verdiana a quem um tribunal português retirou os seus seis filhos por falta de condições, apenas para ver a sua decisão ser revertida pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem?


«O problema vai ser quando desaparecerem os que viram a queda do Muro e dos regimes comunistas. Os novos, sem memória, aceitarão a nova ditadura multicultural e suspirarão»

A menos -e essa é a minha esperança- que assistam à destruição de alguns dos "paraísos multiculturalistas" a Ocidente. E digo com isto como bastante mágoa, porque essa destruição poderá ser irreversível. Mas mais vale que ao menos se salve a Europa de Leste do que não se salve Europa nenhuma!

Caturo disse...

Um caso delicado, o da Polónia diante da Rússia - ódios entre irmãos a minar a unidade que deveria existir entre Europeus e a tornar complexo o jogo das alianças. Dificilmente poderão os nacionalistas europeus alinhar cegamente ao lado da Rússia (imperial?), como alguns têm feito. Os Polacos lá terão as suas razões para quererem a presença forte na Europa do aliado ianque.

Caturo disse...

Entretanto faço notar que esta senhora do vídeo está no poder graças apenas e simplesmente à Democracia, contra todas as pretensões da elite reinante, que a quer deitar abaixo.

Afonso de Portugal disse...

Caturo disse...
«Os Polacos lá terão as suas razões para quererem a presença forte na Europa do aliado ianque.»

Eu mal conheço a Polónia, mas conheço bastante bem a República Checa. Uma das primeiras coisas que notei quando lá estive é que uma grande parte das construções, sobretudo as mais novas, foram pintadas com cores muito garridas, sobretudo as varandas dos prédios. Vermelho, amarelo, verde, cor-de-laranja, azul-marinho... Intrigado, acabei por perguntar a um local o porquê de todo aquele colorido. O senhor explicou-me que, durante a era comunista, o regime não permitia sequer que as pessoas pintassem os edifícios de outras cores que não as autorizadas pelo regime, onde predominavam sobretudo o castanho e o cinzento. Achei tudo aquilo fabuloso, porque não nos contam nada disto aqui no Ocidente. E também não nos mostram monumentos como este, que tive o privilégio de visitar:

https://en.wikipedia.org/wiki/Memorial_to_the_Victims_of_Communism


«Entretanto faço notar que esta senhora do vídeo está no poder graças apenas e simplesmente à Democracia, contra todas as pretensões da elite reinante, que a quer deitar abaixo.»

Tal como o Presidente Trump e o Brexit. Infelizmente, nem toda a gente consegue meter essa realidade na cabeça...

Caturo disse...

Pudera, sentem-se melhor a «desprezar o povinho»... Não são militantes a sério, são os chamados «posers» no seu pior sentido, andam «nisto» para proclamarem a sua superioridade em relação a alguém (e quanto mais numeroso o «alguém», melhor...)...

Afonso de Portugal disse...

«(...) e quanto mais numeroso o «alguém», melhor»

Essa é que é a parte realmente assombrosa: dizem que querem fazer uma revolução mas, ao mesmo tempo, desprezam a esmagadora maioria das pessoas da sociedade! Afinal, vão fazer a revolução com quem exactamente?!

Eu confesso que demorei algum tempo a compreender esta forma de estar destes imbecis. Uma pessoa sensata tenta convencer o maior número possível de pessoas a aderir à sua causa. Parece lógico: quanta mais gente do nosso lado, mais fácil será fazer prevalecer as nossas posições. Mas estes paspalhos não vêem a coisa assim, «o povinho é burro» e portanto, são eles e a sua suprema verdade facha contra o resto do mundo!

É como tu dizes, camarada, são apenas «posers». Não têm nenhuma vontade genuína de mudar o que quer que seja. Digo mais: só não afirmo que são oposição controlada porque me parecem demasiado estúpidos para isso...