segunda-feira, 10 de abril de 2017

«Rotina» por Helena Matos


Mais um excelente artigo da Helena Matos sobre a islamização da Europa. Destaco:

«O desinteresse com que as redacções europeias começaram por olhar para as agressões aos judeus em França transferiu-se em seguida para a Suécia: os ataques aos judeus em Malmo foram um dos primeiros sinais de que no paraíso oficial da multiculturalidade algo estava correr muito mal. Depois veio a fase da negação. Agora temos uma fé: acredita-se que os factos não ocorrem se não os referirmos.

Mas por mais que isso nos custe a admitir os judeus partem porque os fundamentalistas já estão aqui. E estão a mudar o nosso modo de vida.»

Nota para imbecis: o artigo da HM não é uma defesa dos judeus. O artigo da HM é apenas a constatação de que nem mesmo os judeus, tidos por muitos nacionalistas como intocáveis, estão isentos de agressão e censura na Europa multiculturalista. Antes que algum idiota apareça aqui a acusar a HM de ser uma "lacaia dos judeus" ou outra patacoada delirante do género, deixo desde já o aviso que tenho cada vez menos paciência para lidar com energúmenos dogmáticos que não conseguem perceber que os complexos de culpa históricos da Europa (2ª Grande Guerra, Holocausto) tanto podem ser usados contra nós, como a nosso favor.

2 comentários:

João José Horta Nobre disse...

Lá está, é com eu digo desde há muito: as primeiras e maiores vítimas do Supremacismo Judaico/Sionismo Rothschild, são os próprios judeus...

Afonso de Portugal disse...

Bem, não direi que são as maiores vítimas, julgo que esses são os desgraçados que estão a apanhar forte e feio no Médio Oriente, muçulmanos e cristãos.

Mas há judeus de primeira (ricos) e de segunda (desgraçados de classe média), como o caro Mestre Nobre tem salientado muitas vezes no seu História Maximus. E os de primeira, isto é, aqueles que conseguiram acumular capital ao longo dos séculos com esquemas e trafulhices (Rothschild e afins), acabam por lixar-nos a vida a todos, judeus e não-judeus. Era importante que os judeus de segunda percebessem isso, até porque se os muçulmanos conseguirem mesmo tornar-se uma maioria na Europa, aliás Eurábia, eles vão passar um mau bocado ou até desaparecer completamente do velho continente.

É um bocado como nós e a nossa classe pulhítica: ainda hoje o corrupto Dias Loureiro, que foi asbolvido por falta de provas, disse que o povo português tinha "inveja do seu sucesso". Mentem-nos, rouba-nos e ainda gozam com a nossa cara!