sexta-feira, 28 de abril de 2017

Da omissão mé(r)diática...


    Como os meus caros leitores certamente saberão, esta semana foi detido mais um adepto da religião do profeta pedófilo que se preparava para cometer mais um antentado terrorista em Londres. Ora, para não variar, a maioria dos nossos grandes mé(r)dia limitou-se a dizer que o terrorista era britânico. Mas, na verdade, ele é "britânico". Deixo aqui im louvor  ao Correio da Manhã por ter tido a coragem de publicar a sua fronha horrorosa.

«Um homem foi ontem detido junto ao Parlamento Britânico, na Rua Whitehall, em Londres. Tudo indica que o homem estaria na posse de pelo menos duas facas. As autoridades do Reino Unido confirmaram que o homem se preparava para realizar um ataque terrorista na capital inglesa.»

O "jovem" não parece lá muito triste por estar a ser detido...

«O "jovem" ficou detido por posse de armas e sob suspeita de "preparação e instigação de actos terroristas", anunciou a Scotland Yard num comunicado, em que informou que o detido transportava várias facas. (...) Segundo a imprensa britânica, algumas testemunhas que estavam no local garantem que o suspeito tinha uma mochila cheia de facas consigo, e não apenas duas, o número até agora confirmado. Esta situação ocorreu a apenas alguns metros do local onde no passado dia 22 de março, Khalid Masood tirou a vida a quatro vítimas, durante um atentado terrorista

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2 comentários:

Leitora disse...

"O "jovem" não parece lá muito triste por estar a ser detido..."

kkkkkk... Robert Bennet Bean responde o porque:

"O "jovem" é basicamente afetuoso, imensamente emocional; portanto, sensual e, quando recebe estímulos suficientes, apaixonado em suas respostas. Ama a ostentação, e sua maneira de falar pode ser melodiosa; sua capacidade e seu gosto artístico ainda estão por se desenvolver — os "jovens" são bons artesãos e habilidosos trabalhadores manuais —, e seu caráter apresenta uma tendência à instabilidade ligada a uma falta de domínio de si mesmo, principalmente no que se refere às relações sexuais; também carece de capacidade de orientação ou de aptidão para reconhecer a posição tanto de si mesmo quanto do que o cerca, como se pode observar na peculiar presunção que exibem. Este tipo de caráter é perfeitamente previsível no caso do "jovem", uma vez que a parte posterior de seu cérebro é grande enquanto a porção anterior é pequena""

Afonso de Portugal disse...

Ahahahahhahahahahah muito bom, cara Leitora! :)

Mas há uma parte em que os "velhos" deveriam aprender com os "jovens":

«(...) seu caráter apresenta uma tendência à instabilidade ligada a uma falta de domínio de si mesmo, principalmente no que se refere às relações sexuais; também carece de capacidade de orientação ou de aptidão para reconhecer a posição tanto de si mesmo quanto do que o cerca, como se pode observar na peculiar presunção que exibem.»

Aqui em Portugal, a esmagadora maioria dos casais mistos são do tipo mulher "velha" + homem "jovem". E eu creio que é precisamente a atitude descrita por Bean neste trecho que explica a atracção de algumas das nossas "velhas" pelos "jovens".

É um facto que a inteligência e a experiência trazem consigo a inevitável modéstia que resulta de uma melhor compreensão da realidade. A questão é que a reprodução humana se processa numa altura precoce das nossas vidas, tendo em conta a nossa esperança média de vida actual. E aí, como ambos homens e mulheres têm pouca experiência, ganham vantagem os arrogantes e os narcisistas, que agem como se o mundo fosse todo deles, mesmo que não tenham grande coisa a oferecer.

Isto não significa que os "velhos" devam imitar exactamente os "jovens", que é o erro clássico cometido pelos "bollycaos" ao tentar emular o "jovem" e reproduzir o seu bravado. Mas julgo que os "jovens" representam um extremo de hipermasculindade e demasiados "velhos" representam o extremo oposto, o do macho inofensivo e efeminado. Se os velhos recuperassem a masculinidade dos seus ancestrais, os "jovens" não teriam qualquer hipótese com as "velhas"!