terça-feira, 11 de abril de 2017

Aleluia! Um "direitinha" honesto! Até que enfim!


«Segundo a OCDE, entre impostos propriamente ditos e os impostos-por-outro-nome que em PortSoc são traduzidos por “contribuições”, cada português deixa ao Estado, em média, 41,5% dos seus rendimentos. Nos últimos anos, tornou-se habitual dizer que “os portugueses vivem acima das suas possibilidades”. O que a OCDE nos está a dizer é que, acima de tudo, é o Estado que vive acima das possibilidades que os portugueses têm de o pagar.»


Parece que afinal há quem perceba o verdadeiro problema na nossa "direitinha"! Agora só falta a solução: limitar o Estado -e, consequente, a tributação, ao mínimo. Sim, eu sei que há muitos nacionalistas que não gostam a ideia, mas é precisamente isso que é preciso fazer. As competências do Estado têm de ser reduzidas àquilo que é absolutamente indispensável. 

Isto não implica vender tudo a privados, antes pelo contrário, implica injectar o mínimo possível de capital do Estado nos privados, de esbanjar o dinheiro dos contribuintes em "programas culturais" ou em "causas humanitárias", de resgatar bancos falidos por mafiosos, de financiar PPPs ruinosas, autarquias e juntas sobre-endividadas e fundações dos compadres e amiguinhos!

Só que isto só se consegue separando totalmente a política dos poderes judicial, económico e financeiro. E dessa parte, os "direitinhas" em geral já não gostam porque, salvo raras excepções, também andaram a comer do tacho nos últimos 43 anos!

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