quinta-feira, 2 de março de 2017

Entrevista concedida pela Lauren Southern ao Rubin Report


     A loiraça estonteante da canadiana Rebel Media, uma das mulheres mais atraentes de toda a Direita ocidental e uma das poucas coisas boas que o Canadá ainda tem, foi ontem entrevistada pelo David Rubin, um homossexual desencantado com a esquerda moderna(ça) que tem um canal de YouTube relativamente interessante, onde tem entrevistado várias personalidades ligadas à "revolução conservadora".

Entre os temas da conversa estão a queda em desgraça do Milo Yiannopoulos, a ascensão da Direita Alternativa, a necessidade de chamar os bois pelos nomes, i.e. de chamar esquerda à esquerda, a situação política no Canadá, a imigração muçulmana, a imposição da lei Chária nos países de maioria muçulmana, a (des)União Europeia e a (in)sustentabilidade demográfica do Ocidente.



4 comentários:

Bilder disse...

Palavras de bom senso(ou aquilo que chama senso comum perante os factos)da sra nos videos,mas quantos vão dar atenção tendo em conta a quantidade de alucinados/formatados em marxismo cultural e em liberalismo-suicidário??

Afonso de Portugal disse...

Parece-me que, apesar de tudo, há cada vez mais gente a dar ouvidos às novas caras da Direita Alternativa, sobretudo entre os mais jovens, que são o público mais importante. Eu sei que me estou a repetir, mas a importância de vencer a guerra cultural é incontornável. É preciso que as pessoas de Direita compreendam isso de uma vez por todas.

A Lauren Southern, tal como o Paul Joseph Watson, o Steven Crowder, o Mark Dice, o Bill Whittle, o Black Pigeon Speaks e felizmente cada vez mais conservadores, perceberam que é preciso chegar ao maior número de pessoas e inverter a Teoria Crítica, i.e. disputar os argumentos neomarxistas do esquerdalho em plataformas com audiência significativa.

Porque de nada serve pregar apenas para meia-dúzia de pessoas, como a maioria dos nacionalistas tem feito nos sesu blogues. Temos de ir mais longe, temos de apelar às massas.

Anónimo disse...

A questão a colocar é que o mais certo, é nem a Lauren nem o PJW serem de facto nacionalistas, mas apenas serem contra a doençamáxima dos SJW e feminismo que estão no seu auge neste momento no ocidente. Para eles é tudo ideologia e cultura, não existe identidade
Duvido que algum deles tenha afirmado querer preservar os europeus/brancos, nunca ouvi tal coisa.

assina;
Fuas Roupinho

Afonso de Portugal disse...

É um facto, mas aqui voltamos à velha questão que me levou a afastar da malta nacional-socialista: nas grandes redes sociais como o Twitter ou o YouTube, não é possível ser abertamente identitário, sobretudo racialista. A partir do momento em que se atinge uma audiência razoável (alguns milhares de seguidores/subscritores), os antifas denunciam qualquer vídeo que lhes cause comichão.

Além de que nalguns países, como o nosso, a mensagem abertamente racialista é pura e simplesmente ilegal. E mesmo no Reino Unido e no Canadá, países onde vivem, respectivamente, o Paul e a Lauren, há fortes penalizações sociais para quem adopta o discurso nacionalista puro.

Mas mais importante ainda: as contas genuinamente nacionalistas tendem a ser rapidamente banidas das redes sociais. Os canais de YouTube do Andrew Anglin, por exemplo, só duraram algumas semanas. E o Milo Yiannoploulos foi banido do Twitter apenas por dizer que a Leslie Jones era feia e parecia um homem!

Eu aqui no Blogger estico-me mais do que faço no YouTube porque a audiência do Blogger é escassa. Mas até mesmo no Google+ evito republicar mensagens com propaganda nacionalista demasiado explícita, porque já vi muitas pessoas ficarem sem conta.

Resumindo e concluindo: não sei se a Lauren e o PJW são genuinamente nacionalistas, na asserção racialista do conceito, mas sei que dificilmente poderiam sê-lo sem virem a ter problemas para a longevidade dos seus empregos. O que eu sei é que o seu trabalho é muito meritório porque eles estão a contribuir para a normalização de um discurso tendencialmente nacionalista.