quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Peitção contra o ensino da ideologia de "género" nas escolas portuguesas


    Caros leitores, o Dr. No, a quem agradaço, trouxe-nos aqui esta petição cujo objectivo é por demais pertinente. No entanto, o número de signatários ainda é bastante baixo, com apenas 176 assinaturas, pelo que recomendo que esperem algum tempo antes de assinarem, para ver se o número de assinaturas cresce.



O motivo pelo qual recomendo cautela é o seguinte: as petições tanto podem ser criadas por gente bem-intencionada como por gente mal-intencionada. E quando uma petição tem fraca adesão, devemos sempre ficar com a pulga atrás da orelha. Claro que também não podemos cair naquele círculo vicioso em que não assinamos petição, fazendo com que as petições por boas causas nunca ganham subscritores suficientes. Só que o problema é que eu, por exemplo, já assinei cerca de uma dezena de petições, todas politicamente incorrectas. Se algum antifa se der ao trabalho de começar cruzar as assinaturas, depressa descobre quem somos, sobretudo se tivermos o nosso nome em várias petições com poucas assinaturas!


Portanto, assinem, caros leitores... mas com critério e cuidado!

4 comentários:

Dr. No disse...

A petição foi criada pela União das Famílias Portuguesas (http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.pt/), ou seja, uma associação politicamente incorrecta nos dias que correm (dias, que espero, estejam a acabar).

Mas entendo perfeitamente o que escreveu.

Afonso de Portugal disse...

E eu entendo perfeitamente que é urgente assinarmos estas petições, mas as pessoas com blogues, como eu e outros que passam por aqui, devem ter especial cuidado.

João José Horta Nobre disse...

Essa petição não pede o número do cartão de cidadão, logo, não tem valor nenhum. Vou assiná-la, mas não a vou divulgar na minha tasca blogosférica porque não vale a pena.

Afonso de Portugal disse...

Eu nem tinha reparado! Fica a nota para todos aqueles que quiserem criar uma petição: petições que não pedem o cartão de cidadão não são válidas para serem discutidas na Assembleia da República!