domingo, 5 de fevereiro de 2017

Palavras duras de Dom Bosco sobre Maomé e o Islão


Via Senza Pagare (recomendado pelo Dr. No, a quem agradeço!)

«Na sua conceituada obra ''História Eclesiástica", São João Bosco descreveu o Islão e o seu fundador, Maomé, nos seguintes modos:


Maomé e a sua religião

Nasceu este famoso impostor em Meca, cidade da Arábia, de família pobre, de pai gentio e mãe judia. Em busca de fortuna, encontrou-se com uma viúva negociante em Damasco, que o nomeou seu procurador e mais tarde casou-se com ele. 

Como era epilético soube aproveitar-se desta enfermidade para provar a religião que tinha inventado e afirmava que as suas quedas eram outros tantos êxtases, durante os quais falava com o arcanjo Gabriel. A religião que pregava era uma mistura de paganismo, judaísmo e cristianismo. Ainda que admita um só Deus, não reconhece a Jesus Cristo como filho de Deus, mas como seu profeta.

Como dissesse com jactância que era superior ao divino Salvador, instavam com ele para que fizesse milagres como Jesus fazia; porém ele respondia que não tinha sido suscitado por Deus para fazer milagres, mas para restabelecer a verdadeira religião mediante a força. 

Ditou as suas crenças em árabe e com elas compilou um livro que chamou Alcorão, isto é, livro por excelência; narrou nele o seguinte milagre (ridículo em sumo grau): Disse que tendo caído um pedaço da lua na sua manga, ele soube fazê-la voltar ao seu lugar; por isso os maometanos tomaram por insígnia a meia lua. 

Sendo conhecido por homem perturbador, os seus concidadãos trataram de dar-lhe morte; sabendo disto o astuto Maomé fugiu e retirou-se para Medina com muitos aventureiros que o ajudaram a apoderar-se da cidade. A fuga de Maomé deu-se o nome de Egira, isto é, perseguição; e desde então começou a era muçulmana, correspondente ao ano 622 de nossa era.

O Alcorão está cheio de contradições, repetições e absurdos. Não sabendo Maomé escrever, ajudaram-no na sua obra um judeu e um monge apóstata da Pérsia chamado Sérgio

Como o maometismo favorecesse a libertinagem teve prontamente muitos sequazes; e como pouco depois se visse o seu autor à frente de um formidável exército de bandidos, pode com as suas palavras e ainda mais com suas armas introduzi-lo em quase todo o Oriente. 

Maomé depois de ter reinado nove anos tiranicamente, morreu na cidade de Medina no ano 632.

São João Bosco in 'História Eclesiástica'»

6 comentários:

Leitora disse...

Ai eu não acredito.. até o Mohammed? Dessa eu não sabia..

Afonso de Portugal disse...

Pois é... parece que até o Islão é uma cabala sioniiiiiiista!!! :)

João José Horta Nobre disse...

Eu já tinha dito muitas vezes que o Islão é claramente uma religião inventada por judeus. Esse texto apenas confirma o que eu venho dizendo...

Afonso de Portugal disse...

Eu não sabia que a mãe do Maomé era judia. Os críticos do Islão raramente fazem referência a isso. O JJHN tem alguma outra fonte para além deste São João Bosco? Seria desejável saber onde é que o SJB foi buscar essa informação!

João José Horta Nobre disse...

Tanto quanto sei, não há fonte nenhuma e mesmo que existisse tal "fonte", a sua credibilidade seria muito reduzida. Estamos a falar de coisas quase impossíveis de provar ou até mesmo impossíveis de poderem ser provadas.

Mas não admirava nada que seja mesmo verdade, pois aquilo os semitas lá pelo Médio Oriente são todos primos uns dos outros...

Afonso de Portugal disse...

Mas este São João Bosco não deve ter inventado a maternidade judia do nada... duvido muito que a coisa esteja no Alcorão, mas talvez nas hádices! Seria interessante descobrir...