quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Mais duas sondagens que desmentem a narrativa me(r)diática


Depois de ontem vos ter trazido estas duas sondagens:

  1. 48% dos americanos apoia a interdição imposta pelo Presidente Trump à imigração oriunda de países muçulmanos e 53% dos inquiridos apoia o registo dos imigrantes muçulmanos pelo Governo Federal.
  2. 57% dos americanos apoia a interdição imposta pelo Presidente Trump à imigração oriunda de países muçulmanos; 52% dos americanos acha que o Governo deve fazer mais contra o terrorismo islâmico; e 47% dos americanos acham que o seu país está a ser encaminhado na direcção certa.

Hoje trago-vos outras duas sondagens, igualmente esclarecedoras acerca da desonestidade cada vez mais gritante dos mé(r)dia:

1. Reuters/Ipsos, 30/31-Jan-2017 (FONTE):

49% dos norte-americanos apoiam a interdição imposta pelo Presidente Trump à imigração oriunda de países muçulmanos, 41% dos americanos estão contra.

 
2. YouGov/The Times, 31-Jan-2017 (FONTE);

49% dos britânicos é a favor da visita do Presidente Trump ao Reino Unido, apenas 36% dos britânicos estão contra.
 Por outras palavras, metam a vossa petição no c...!!! 😂

Ou seja, em apenas dois dias, fora publicas quatro sondagens que desmentem categoricamente os milhares de artigos com notícias falsas que têm sido publicadas nos mé(r)dia ocidentais! Mas depois as redes sociais é que são 'fake news', pá!!! Sobre isto, recomendo a leitura desta crónica no Al-Público:

«Na imprensa dos últimos meses, as redes sociais e a Internet foram fustigadas e vilipendiadas como estando na origem da pós-verdade na política e tendo aberto caminho a Trump para o poder. Mas há pouco tempo atrás eram objecto de elogios generalizados. Durante a primeira campanha eleitoral que levou Barack Obama ao poder, em 2008, eram idolatradas. Eram meios de progresso, de empoderamento dos cidadãos, de formação e difusão de ideias de uma boa sociedade.

Esta versão optimistamente ingénua continuava em 2011, com a “Primavera árabe”: o Twitter e o Facebook eram instrumentos que derrubavam ditadores. Depois surgiu Julian Assange e as revelações dos WikiLeaks: um ícone da liberdade de imprensa e transparência tinha aparecido. Tudo isto até Trump ganhar as eleições de 8/11/2016: aí passaram a ser a fonte de todos os males. Mas, agora, com a onda de protestos anti-Trump a ser convocadas pelas redes socais, e a mobilizar gente para a contestação, voltaram a ser boas.

Estas mudanças abruptas de percepção sobre a Internet e a redes sociais — ao sabor dos resultados das acções políticas —, não beneficiam a imagem dos media junto do público. Alimentam os argumentos dos seus detractores, que os acusam de não estarem interessados em fornecer uma informação objectiva e equilibrada, mas em promover a sua agenda política e visão do mundo.»

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