sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

«Donald Trump em meia-dúzia de linhas»


Reproduzo aqui um excelente comentário deixado por um tal Lorde Montressor neste artigo de opinião publicado no Observador da "direitinha": 


«Trump em "meia-dúzia" de linhas:


1) Ganhou a presidência sem o dinheiro dos grandes lobbies - que grande chatice deve ser para estes ter um presidente que não lhes deve nada e nada podem cobrar

2) Ganhou contra todos os poderes estabelecidos: contra as grandes empresas que apoiaram a 99% Hillary; contra os media e até a Fox News até Julho; contra os barões republicanos; não depende de ninguém

3) Ganhou a grande maioria dos estados e o voto popular (se excluirmos a Califórnia, paraíso do welfare state e do  progressismo à custa da maior dívida estadual dos USA, que nem um orçamento consegue fazer sem erros http://www.latimes.com/politics/essential/la-pol-ca-essential-politics-updates-in-sacramento-s-first-hearing-on-state-1484693129-htmlstory.html)

4) Após a sua vitória "retumbante" foi alvo da maior campanha de desligitimização

4.1) Primeiro com um pedido de recontagem de votos, protogonizado pela marioneta Jill Stein dos Ecologistas, ao serviço de Hillary - correu mal pois Trump saiu reforçado na votação (Stein ganhou uns milhões à custa de eleitores democratas)

4.2) Depois com a tentativa de manipulação dos grandes eleitores republicanos. A novela durou, durou, mas mais uma vez foram os mais grandes eleitores democratas que se rebelaram contra Hillary e apenas um republicano

4.3) Sem recontagens e grandes eleitores restava apenas a narrativa "os serviços de informação dizem que foram os russos" para deslegitimizar Trump, e lá fazem um relatório à pressa, sem ponta por onde se lhe pegue. A guerra fria teve tanto impacto nos USA que efectivamente ainda existe uma reacção "pavloviana" da população sem que alguém diz "foram os russos". Relatório paupérrimo, "poucochinho" para convencer alguem com QI>85

4.4) A partir de hoje, o impeachment será a narrativa. É que Trump é uma verdadeira ameaça aos media tradicionais, aos barões republicanos, aos democratas que manipulam as populações negras desfavorecidas dos centros das grandes cidades, fornecendo droga e mantendo um sistema educativo decrépito para manter o rebanho fiel.

5) No meio de tudo isto, Trump juntou uma equipa que até Warren Buffet (democrata e apoiante de Hillary) reconhece a enorme mais-valia. É caso para dizer que os adultos voltaram à Casa Branca.

6) O desespero é tanto que George Soros, ontem, chorava numa entrevista dizendo que Trump era um quasi-ditador. George Soros: financiador oculto do Black Lives Matter (movimento de pessoas da raça negra nos USA contra os polícias cujo slogan é "what do we want: dead cops"); financiador da Open Society Foundations, a qual financia tudo o que representa subsversão dos valores tradicionais e da cultura ocidental; defensor das migrações em massa para a Europa. Soros, o judeu que colaborou com os Nazis para salvar a pele, ajudando a matança de muitos compatriotas, sem qualquer remorso (min 8:30  https://www.youtube.com/watch?v=QSyczwuTQfo). Soros, principal financiador da imprensa liberal progressista pelo mundo fora. Este sim, o verdadeiro ditador que importa combater!»

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