segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Reacção do PNR à morte de Mário Soares


Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«A propósito de Mário Soares, mais uma vez fica patente que a grande fronteira que se traça entre o Nacionalismo (PNR), por um lado, e todo o Sistema em bloco, por outro (CDS, PSD, etc., etc., etc.).

Ao contrário deles e da maciça propaganda da comunicação social, da Câmara Municipal de Lisboa e de todo o poder estabelecido, aqui não há lágrimas por Soares! Nem “lágrimas de crocodilo” para parecer bem… Nem elogios fúnebres a quem sempre considerámos traidor, inimigo e que se sentia intocável e acima da lei.

Sabemos bem que a nossa posição representa uma imensa quantidade de portugueses que sente e pensa do mesmo modo, que não se deixa enganar pela versão oficial da História, imposta pela brigada do pensamento único, nem pactua com o peso do politicamente correcto.

A propósito da morte de Soares, um dos maiores responsáveis pela criminosa “descolonização exemplar”, o nosso pensamento, mais que nunca, não pode deixar de se dirigir para as vítimas dessa grande traição.»

1 comentário:

Anónimo disse...

Mario Soares, o senhor que pediu botas emprestadas a todos para chutar o cadáver do salazarismo, crendo que êle mesmo se tornaria Salazar. Um timoneiro que direcionava sua nau a favor dos ventos de poder, sempre. Comunista quando calhou, democrata quando foi possível, socialista por ser o têrmo demasiado vago.
E finalmente, deixou-nos, assim como nos deixam as gerações. Como todos os bravos e impetuosos líderes de esquerda, teve uma vida longa e confortável, uma vez que seus colegas não puderam mandá-lo para el paredon. E o que fez este homem, o que fez para Portugal?
Tem sido dito que criou a democracia do Portugal moderno. E isto é verdade, a mesma ideologia que levou o país a mendigar divisas em 1978, após dilapidarem a economia nacional em apenas três anos, permanece até hoje em jovens corações ávidos de poder e cunhas. Esta é a nossa democracia.
Descanse em paz, doutor. Seus discípulos continuarão a sua obra, Sócrates, Costas e mais que virão no futuro, talvez assim iremos até a eternidade.