terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Mais um caso de corrupção numa instituição do Estado "tuga"


«Uma funcionária administrativa da Polícia Judiciária do Porto (PJ) foi detida na segunda-feira Lues por alegado desvio de ouro apreendido e à guarda daquela autoridade, disse hoje à Lusa fonte da PJ.

A fonte adiantou que a investigação interna que indiciou a mulher pelo crime de peculato e que culminou na sua detenção iniciou-se "há alguns meses", quando se detectaram desvios de algumas peças em ouro que aquela polícia tinha apreendido no âmbito de várias investigações.» 

O azar desta mulher é não ser refugiada. Caso contrário, já teríamos ouvido mil e uma desculpas a favor dela: "Epá, com aquele ouro todo à frente, a mulher não conseguiu resistir à tentação, pá! Ela é apenas humana! E sabemos lá o que ela passou! Este crime é o resultado da repartição injusta da riqueza, é preciso que os ricos paguem mais impostos para prevenir estas situações!"

2 comentários:

Dr. No disse...

Talvez a mulher seja "doente da cabeça" com um vício de ouro, por isso, nem devia estar presa. Devia receber uma indemnização, ser reintegrada no seu posto de trabalho com um salário mais alto e um tratamento psicológico para o vício, pago pelo Estado.

Afonso de Portugal disse...

Ahahahah! É assim mesmo! Há que entrar no espírito da (in)Justiça Social! O crime é uma construção social, pá!!! O que é preciso é ir buscar ainda mais ouro aos que estão a acumular! ;)