terça-feira, 31 de janeiro de 2017

«Censura Democrática», uma denúnica do Vice-presidente do PNR



Censura positiva”; “O direito à objecção de consciência”; “Não necessito do lápis azul, tenho o meu”; “Temos a liberdade de noticiar o que nos interessa e não dar voz a quem consideramos um perigo”. Estes foram alguns dos comentários proferidos por alguns “Jornalistas” durante o nosso protesto no dia 14 deste mês.

Assim como nas ditaduras, em democracia a censura é uma realidade. Os censores de ontem, também sentiam uma superioridade moral em relação ao resto da população que os impelia a fazerem o papel de “Deus”.

Uma coisa é certa: cada vez mais, estes jornalistas carneiros, obedientes e subjugados aos “donos disto tudo”, estão mais isolados e de costas-viradas para a população.

Como português e militante nacionalista, a minha revolta e repúdio a esta “classe” é crescente. Afinal, quem nos boicota o trabalho e impede que a nossa mensagem chegue de forma eficaz ao povo português, não merece a nossa consideração!

E não, não vivi no Estado Novo! Sou filho da “democracia” e se esta tem os “tiques” do passado, então não me interessa.»

6 comentários:

Vladek disse...

http://o-povo.blogspot.pt/2017/01/1-fev-manifestacao-stop-eutanasia.html

Afonso de Portugal disse...

Não conhecia o blogue! Obrigado!

Vladek disse...

Um site com inspiração católica (eu gosto mas há quem não goste, cada um na sua) mas tem bons artigos sobre os assuntos que realmente importam, basicamente a guerra cultural que ataca e pretende destruir a civilização Ocidental.

Afonso de Portugal disse...

Site de inspiração católica? Tenho vários na minha coluna lateral! E também vou acrescentar esse! :)

Eu sou ateu, mas fui educado como católico (cheguei até a fazer a Primeira Comunhão e o Crisma). As minhas objecções são sobretudo para com as declarações e tomadas de decisão dos líderes católicos. Aliás, foram eles que me afastaram definitivamente da Igreja. As declarações do escroque Bergolgio sobre os "refugiados", por exemplo, são absolutamente inadmissíveis.

Mesmo assim, conservei muitos dos valores do catolicismo: sou pró-vida (anti-aborto), pró-família (contra o casamento e a adopção guei) e pela castidade (anti-promiscuidade sexual).

separatista-50-50 disse...

Introdução: aqui o je não se identifica com PNR's (e afins) por motivos óbvios:
- eles sabem muito bem que os não-nativos naturalizados estão com uma demografia imparável em relação aos nativos... leia-se: o 'problema' dos PNR's (e afins) não é a SOBREVIVÊNCIA de Identidades, mas sim, o ter acesso a uns tachozitos...
Adiante.
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Não é só o PNR... um case-study para a história: a forma como, por todo o planeta, as marionetas da alta finança (capital global) fizeram - e continuam a fazer - a campanha anti-Trump.

Afonso de Portugal disse...

«o 'problema' dos PNR's (e afins) não é a SOBREVIVÊNCIA de Identidades, mas sim, o ter acesso a uns tachozitos...
Adiante.
»

Mesmo que isso fosse verdade, seria sempre preferível votar neles em vez dos partidos do sistema.

Quanto à questão da sobrevivência, quando encontrar um partido que faça melhor, avise por favor.