domingo, 8 de janeiro de 2017

Atirador de Fort Lauderdale era mais um "maluquinho"...


Como os caros leitores provavelmente saberão, houve um tiroteio em Fort Lauderdale, nos Estado da Florida, nos EUA. Tudo se passou na última sexta-feira no último Vernes,  quando um "hispânico" abriu fogo com uma pistola semiautomática no aeroporto daquela cidade, matando cinco pessoas e ferindo outras oito.

Como não podia deixar de ser, os mé(r)dia ocidentais estão a branquear a componente islâmica de mais este atentado jihadista, atribuindo o comportamento do terrorista a "problemas mentais". Por exemplo:

«Esteban Santiago, de 26 anos, teve acompanhamento psiquiátrico depois de, em Novembro de 2016, afirmar a responsáveis do FBI que ouvia vozes a pedir-lhe para combater pelo Daesh Estado Islâmico. Terá ainda dito que o governo lhe controlava a mente e o forçava a ver vídeos do grupo terrorista. Os distúrbios mentais terão começado, segundo membros da família, depois de Santiago voltar de uma comissão de serviço de um ano no Iraque.»

 Estebán Santiago: sexy motherfucker!

Como não podia deixar de ser, esta história está muito mal contada. Conforme nos revela a Pamela Geller

«Estebán Santiago, também conhecido com Aashiq Hammad, estava no radar do FBI há algum tempo. Hammad tinha-se registado no MySpace e gravado música islâmica, três anos antes de ter sido enviado para o Iraque. (...) Hammad tinha feito várias postas num fórum de armas e explosivos onde também se fazia download de vídeos de propaganda jihadista, já em 2007.»

"Jihadista, eu? Não, pá! Eu sou é 'maluquinho'! O lenço e o dedo indicador levantado são só para o estilo!"

Resumindo e concluindo: desconfiem, caros leitores, sempre que os mé(r)dia vos falaram em "prolemas mentais" após um tiroteio, atropelamento, explosão, etc! Ainda por cima, esta gente ainda tem a distinta lata de dizer os média alternativos são "fake news"! Daria vontade de rir, não fosse a filha-da-putice tão revoltante...

2 comentários:

A-24 disse...

São sempre maluquinhos desde que não partilhem os traços da maioria, no país atacado.
Se em vez de Santiago ele se chamasse Mohammed, seria automaticamente outro "maluquinho", ou caso se chamasse Mamadu e fosse originário do oeste africano também seria "maluquinho". Já se fosse branco e tivesse nome ocidental, já não seria um maluquinho mas sim um terrorista, um extremista e um assassino em série.
Ainda bem que é cada vez mais fácil desmascarar esta media desonesta que quer nos fazer a todos passar por parvos. E verdade seja dita, com muita pena minha, a maior parte das pessoas ainda cai nessa.

Afonso de Portugal disse...

A-24 disse...
«A-24 disse...
São sempre maluquinhos desde que não partilhem os traços da maioria, no país atacado. Se em vez de Santiago ele se chamasse Mohammed, seria automaticamente outro "maluquinho", ou caso se chamasse Mamadu e fosse originário do oeste africano também seria "maluquinho". Já se fosse branco e tivesse nome ocidental, já não seria um maluquinho mas sim um terrorista, um extremista e um assassino em série.


Excelente análise, caro A-24! Aliás, os mé(r)dia estão sempre na expectativa de que apareça mais um Breivik, mais um Timothy McVeigh ou mais um Dylann Roof... mas por cada terrorista branco que vai aparecendo, há dezenas de terroristas bem mais escurinhos, apesar de os brancos estarem em franca maioria!


«Ainda bem que é cada vez mais fácil desmascarar esta media desonesta que quer nos fazer a todos passar por parvos. E verdade seja dita, com muita pena minha, a maior parte das pessoas ainda cai nessa.»

Sim, mas há uma fenómeno que me está a deixar bastante esperançoso: entre os mais jovens, há cada vez mais gente que não confia na narrativa oficial. As redes sociais estão cada vez mais a servir de contrapeso aos média anti-sociais. Não admira que estejam a ser tão diabolizadas!