terça-feira, 3 de janeiro de 2017

A ONU está cada vez mais vibrante, pá!


A eleição do xuxa beato com cara de sapo parece ser o menor dos problemas da ONU. A avaliar pela lista de países que integrarão o Conselho dos Direitos Humanos daquela organização em 2017, a ONU está tão moralmente falida como estava a Sociedade das Nações antes da Segunda Grande Guerra:
  • Arábia Saudita, país onde há pena de morte para os "crimes" de apostasia e adultério; onde os castigos corporais ainda incluem a flagelação e a amputação de membros; onde a decapitação ainda é um método de execução; onde a liberdade de expressão é praticamente inexistente; onde há detenções arbitrárias de dissidentes e minorias étnicas e religiosas.
Direitos humanos em acção, segundo a ONU...
  • Venezuela, país onde se prendem líderes da oposição e se intimidam jornalistas, onde as detenções arbitrárias e a tortura são constantes, onde a polícia mata frequentemente os populares, onde as políticas socialistas levaram á catástrofe humanitária.
  • China, país onde as liberdades de expressão, associação e religião são severamente limitadas, onde a repressão da sociedade civil é constante, onde ocorrem frequentemente homicídios extrajudiciais, onde as minorias, em especial os tibetanos, são fortemente discriminadas.
  • Cuba: violação sistemática das liberdades de expressão, associação e de imprensa; onde as eleições não são nem livres, nem justas; onde as ameaças e a violência contra os dissidentes são uma constante.
  • Iraque, país onde as milícias pró-governo cometem abusos recorrentes contra o seu povo, incluindo assassinatos, "desaparecimentos" e destruição da propriedade privada.
  • Qatar, país que acolherá o mundial de futebol de 2022 e onde as condições de trabalho e alojamento dos 1,4 milhões de trabalhadores, na sua maioria imigrantes, são absolutamente precárias; onde as mulheres não podem ser eleitas para cargos do governo; que financiou o ISIS e o Hamas.
  • Burundi, país onde a polícia mata protestantes pacíficos, onde as forças do governo levam a cabo execuções sumárias, "desaparecimentos", detenções arbitrárias, tortura, violência sexual e genocídio.
  • Bangladeche, país onde têm lugar homicídios extrajudiciais, onde blogueiros secularistas são assassinados por milícias islamistas, onde há fortes restrições às liberdades de expressão e de imprensa, onde há casamentos forçados, por vezes envolvendo crianças, onde a violência de género é generalizada e onde as condições e direitos laborais são horripilantes.
  • Emirados Árabes Unidos, país onde nem sequer há partidos políticos, onde há fortes restrições às liberdades de expressão, de imprensa e de associação; onde se pode ser preso sem haver uma acusação ou mandato formal; onde se pode passar anos na prisão à espera de se ser julgado; onde as forças de segurança, incluindo os guardas prisionais, são conhecidos pela sua brutalidade; onde as mulheres e os gueis são vítimas de violência generalizada; onde os trabalhadores estrangeiros são frequentemente vítimas de maus-tratos e abusos sexuais.
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