sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Três vídeos que vale a pena ver (32)


    Hoje trago-vos mais três vídeos sobre a Islamização do Ocidente, que não passa de um mito, segundo os traidores esquerdalhistas e as prostitutas dissimuladas da "direitinha". Tenham isso bem presente à medida que forem vendo os vídeos, caros leitores. É tudo mentira, porque o esquerdalho e a "direitinha" dizem que é tudo mentira e se vocês não acreditarem serão "islamófobos", que é como quem diz gambuzinos. A verdade é que o Islão é a religião da paz, do amor e da tolerância. O resto é "racismo", mesmo que não tenha nada a ver com raça...

1. Angry Foreigner: «Enquanto isso, na Suécia... »; mais um excelente vídeo do refugiado bósnio que fugiu à guerra dos Balcãs para assistir à destruição gradual do país mais politicamente correcto da Escandinávia e quiçá de todo o Ocidente. O Angry Foreigner passa em revista vários casos de violações ocorridas na Suécia ao longo das últimas semanas, nalguns casos envolvendo menores suecas, bem como as penas ridículas que os violadores receberam. Viva a "modernidade", pá! A tradução e legendagem do vídeo ficou a cargo da brasileira Khadija Kafir, cujo canal do YouTube vos recomendo vivamente.




2. Brigitte Gabriel (Act for America): «O plano da Irmandade Muçulmana»; a activista anti-jihad que nasceu no Líbano denuncia a estratégia de longo prazo delineada pela Irmandade Muçulmana para vencer a guerra civilizacional contra os EUA (e o Ocidente), sabotando os EUA a partir de dentro. O documento a que ela recorre foi utlizado como prova num julgamento do qual resultou a condenação de mais de uma centena de muçulmanos "americanos" por apoiarem organizações terroristas do Médio Oriente.




3. Tomi Lahren (The Blaze): «O problema do terrorismo islâmico»; No dia 26 de Novembro de 2016, Abdul Razak Ali Artan, um somali muçulmano refugiado nos EUA, postou um vídeo no Facebook queixando-se dos maus-tratos sofridos por muçulmanos. “Em nome de Alá, vocês não terão sossego enquanto não deixarem os muçulmanos em paz. Vocês não celebrarão e não desfrutarão de nenhum feriado!” - alertou Abdul, minutos antes de atropelar covardemente um grupo de transeuntes e, posteriormente, atacá-los à facada na Universidade Estadual de Oaio. Onze pessoas foram feridas e o terrorista morto pela arma de um bravo agente da polícia  que evitou uma tragédia maior. Neste vídeo, Tomi Lahren destrói a patrulha do politicamente correto e alerta: é hora de chamar o problema pelo nome - “Allahu Akbar”.

4 comentários:

Missy disse...

Pobres suecos...Acho que tambem se fosse sueca so conseguia digerir tais noticias com muito alcool. O termo de sindrome de Estocolmo começa a ser ironico.

Quando leio as noticas dos crimes, sejam ca ou no estrangeiro, ja aprendi o habito de questionar atté que ponto a pessoa é cidadao de origem ou nacionalizada...as noticias deviam de começar a distinguir isto...talvez assim podessemos responsabilizar de forma mais eficiente quem trabalha nos SEFs e departamentos semelhantes no estrangeiro, ate comparar estatisticas de crimes entre cidadaos e nacionalizados. Mas claro, isso seria racismo

Nos aqui tambem devemos ir no bom caminho, com o Sr do SEF a nao fazer o seu trabalho e considerar que qualquer lixo é cidadao..

Afonso de Portugal disse...

Missy disse...
«Acho que tambem se fosse sueca so conseguia digerir tais noticias com muito alcool.»

LOL! Não é por acaso que o Angry Foreigner tem uma garrafa de tintol com ele em muitos dos seus vídeos! :P Mas desconfio que o pior, para as mulheres suecas, nem deve ser tanto ver os vídeos, mas sim conseguir sair à rua depois de ver os vídeos!


«Quando leio as noticas dos crimes, sejam ca ou no estrangeiro, ja aprendi o habito de questionar atté que ponto a pessoa é cidadao de origem ou nacionalizada...»

Tocaste num ponto crítico! Esse é um exercício que eu e outros blogueiros da área patriotico-nacionalista temos pedido aos leitores para fazerem quando lêem ou ouvem notícias nos mé(r)dia: sempre que a cara do criminoso não aparece, desconfiem! Em grande parte dos casos, acaba por se confirmar mais tarde que se tratava de "jovens", ou "indivíduos", ou "pobres coitadinhos fugidos à guerra"...


«(...) talvez assim podessemos responsabilizar de forma mais eficiente quem trabalha nos SEFs e departamentos semelhantes no estrangeiro»

Sobretudo os nossos políticos! E é precisamente por isso que os mé(r)dia escondem a identidade dos criminosos quando eles são estrangeiros, ou naturalizados, ou imigrantes de segunda ou terceira geração...

A este propósito, recomedo-te vivamente a leitura deste artigo no blogue Gladius:

http://gladio.blogspot.pt/2016/12/comissao-europeia-contra-o-racismo-e.html

Missy disse...

Obrigada :). Li o link, isso parece ser o que ja fazem na suecia (apesar que aqui ja vaomais longe ao ponto de nem noticiarem os casos, mas pelo andar haveremos de chegar la).

O engraçado é chamarem a este tipo de noticias de racismo, quando na verdade racusmo e xenofobia nesta situaçao é quando identificam o caucasiano que comete o crime, mas dizer o muçulmano ja nao podem.

Afonso de Portugal disse...

Anónimo Missy disse...

«O engraçado é chamarem a este tipo de noticias de racismo, quando na verdade racusmo e xenofobia nesta situaçao é quando identificam o caucasiano que comete o crime, mas dizer o muçulmano ja nao podem.»

Há um vídeo muito engraçado no YouTube sobre essa grande hipocrisia. Dois actores, um preto e outro branco, fingem ser racistas um para o outro à vez. Quando o branco insulta o preto, aparece logo gente disposta a ajudar o preto. Mas quando o preto insulta o branco, ninguém se mete no assunto! :P

https://www.youtube.com/watch?v=fb6RhyJVKgY