terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Estatísticas deprimentes: Portugal é o 4.º país da UE que mais recebeu refugiados


«Portugal é o 4.º país da União Europeia (UE) que mais tem recolocado recebido refugiados, acolhidos primeiro em Itália e Grécia, disse hoje no parlamento a ministra da Administração Interna.

Em audição conjunta das comissões de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias e de Assuntos Europeus, Constança Urbano de Sousa adiantou ainda que Portugal recebeu, em 2016, mais de 600 pedidos de asilo. Este número representa "um acréscimo assinalável", que coloca "um desafio não isento de dificuldades", reconheceu a ministra. "O SEF [Serviço de Estrangeiros e Fronteiras] não estava dimensionado para estes números", admitiu.


Por isso, "é necessário mobilizar mais a sociedade civil para criar mais espaços de acolhimento", defendeu, reafirmando a política de "não criar centros de refugiados". Constança Urbano de Sousa adiantou que Portugal está a receber actualmente pedidos de acolhimento de cidadãos de etnia yazidi que se encontram na Grécia, tendo já dado entrada "97 processos".

A maioria dos refugiados recebidos ao abrigo dos programas de recolocação da UE é originária da Síria, Eritreia e Iraque, especificou a ministra. No que respeita aos programas de reinstalação de refugiados, coordenados pelas Nações Unidas, a governante adiantou que foram acolhidos "12 sírios este ano", vindos sobretudo do Egipto.

Questionada pelos vários partidos sobre a saída de 140 refugiados do país, a ministra recordou que "os refugiados não são prisioneiros" e "têm liberdade de circulação". Mas, admitiu, é preciso um "maior esforço de comunicação com essas pessoas", no sentido de lhes lembrar que o estatuto especial que lhes foi concedido impõe que fixem residência em Portugal.

"O projecto imigratório é pessoal" e é natural que as pessoas procurem "redes de apoio", frisou. A ministra admite que o modelo de dispersão de refugiados pelo território nacional adoptado possa ser debatido, mas realçou que a concentração também tem aspectos negativos. A nível das reformas que a UE porá em marcha para responder ao crescente fluxo imigratório, a ministra antecipa "um processo longo" de negociações. "Não vai ser fácil haver acordo", reconhece, falando numa "tensão muito grande" entre Estados-membros.

Porém, defendeu, a revisão dos acordos de Dublin "é essencial", passando por "critérios mais realistas" e garantias do princípio da reunificação familiar.»

Comentário do blogueiro: reparem, caros leitores, na forma sub-reptícia como o governo "tuga" está a fazer a coisa. Ao contrário dos franceses, que permitiram a concentração de milhares "refugiados" em Calais, com as consequências que conhecemos, a Constança & C.ª perceberam que o melhor é distribuir os "pobres coitadinhos" pelo país, para assim minimizar os problemas a curto prazo.

Nada nos é dito, entretanto, acerca daquilo que os "refugiados" estão a fazer pela nossa sociedade. A falácia mais vezes repetida pelos traidores que nos (des)governam  é que os "pobres coitadinhos" vêm fazer o que os portugueses não querem, mas a Constança & C.ª preferem não nos dizer como e do que é que os "enriquecedores" vivem...

5 comentários:

Unknown disse...

Pressinto Salazar a revirar na cova..

Rest In Multiculturalismo:

Portugal

24/6/1128 - 25/4/1974

Daqui a 30 anos e uma ligeira reconquista no sul por parte do Estado Islãmico..

Especial reportagem TVI: 'Racismo' vitoriosamente esbatido em Portugal, crime exponecialmente mais alto e apedrejamentos em publico, entretanto Estado de Israel à rasca que isto na Al-Europa é só monhés, nao perca o próximo episódio da propaganda interracial "A única mudjer" temporada 34 e lembre-se... Ser branco é mau, é NÃO-pretoguês, bjo.

Unknown disse...

-Lattia, esqueci-me outra vez avô

Afonso de Portugal disse...

Ahahahahahah! Tens jeito para a coisa, caro Lattia! Se isto continua, um futuro desses não será apena possível, mas tenderá a ser cada vez mais provável!

Agora imagina as futuras manhãs da nossa televisão pimba: não poderá haver Gouchas nem Cláudios Ramos, pelo menos assumidos! As Cristinas Ferreiras, Júlias Pinheiros e Teresas Guilhermes terão de se vestir a preceito... já não digo de burca, mas pelo menos de hijab!!!

E os temas discutidos também terão de mudar radicalmente... não podemos ter o Hernâni Carvalho e o Moita Flores a bater na criminalidade, na pedofilia e na ineficiência do processo judicial, pá! Temos de arranjar alguém mais "tolerante", que aborde a temática da opressão dos muçulmanos pela raça branca (mesmo que já não haja brancos), do racismo institucionalizado e claro, da "islamofobia"!

E depois teremos ainda as rubricas especiais, como aquela que se viu recentemente numa televisão de Marrocos, em que as donas de casa muçulmanas aprendiam a esconder as nódoas negras decorrentes do abuso marital com maquilhagem! Que vibrante, pá!!!

Bilder disse...

E para cúmulo as chefias policiais continuam a sorrir e a bater continência a ministros(no caso uma ministra)que só aumentam os problemas em vez de resolverem os já existentes.

Afonso de Portugal disse...

Andam todos atrás do mesmo, progressão na carreira. A política hoje não passa disso, da arte de se lamberem uns aos outros!