sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Três vídeos que vale a pena ver (29)


Hoje trago-vos aqui mais três vídeos sobre as Eleições Presidenciais dos EUA, que se realizam já na próxima Terça-feira no próximo Martes, 8 de Novembro. O que está realmente em jogo? Julian Assange, Paul Joseph Watson e Nigel Farage explicam!

1. Julian Assange: «Donald Trump seria impedido de ganhar a presidência»; um muito obrigado! ao Rick por aqui ter trazido estre vídeo, no qual o herói Assange denuncia a corrupção da Superclasse Mundialista que, nas suas próprias palavras «nunca permitira que Trump fosse eleito». O Sr. Assange explica que «os bancos, as agências de espionagem, os lóbis do armamento, os média (...) estão todos unidos a favor de Hilary Clinton!» Mas o Sr. Assange vai mais longe nas suas revelações: «Um dos emails [do caso] Podesta revela que o Estado Islâmico (ISIS) é financiado pela Arábia Saudita e pelo Qatar.» Ao que o entrevistador contrapõe «Ou seja, o ISIS recebeu dinheiro das mesmas pessoas que financiaram a Fundação Clinton?». O Sr. Assange responde com um lacónico mas contundente «Sim.»




2. Paul Joseph Watson: «O Michael Moore é um saco de merda!»; o jovem repórter da Infowars denuncia a hipocrisia repugnante do gordo esquerdalhista que ganhou fama a criticar a alta finança, o globalismo e a corrupção... mas que agora apoia a pérfida bruxa Hilária, que representa exactamente tudo aquilo que o obeso Moore dizia combater! Mais, o gorducho Moore chega mesmo a dizer que a Hilária «é uma pessoa decente, que fez mudanças incríveis que a Esquerda deve abraçar... e todos devíamos sair à rua e lutar por ela!» Mete nojo, caros leitores? Pois é apenas o pico do icebergue!...



3. Nigel Farage fala sobre a importância destas Presidenciais para todo o Ocidente; em entrevista à Infowars, o Sr. Farage explica a importância destas eleições, não apenas para os EUA, mas para todo o Ocidente: «O Brexit não era apenas sobre o Reino Unido e sobre a União Europeia, era sobre todo o Mundo Ocidental, sobre os nossos sistemas democráticos e sobre a independência e soberania dos estados-nação. Era sobre escolher entre eleger os nossos próprios governantes e controlar as nossas fronteiras, ou ceder esse controlo a terceiros. (...) Ora, Hilary está completamente comprometida com esta agenda das multinacionais, da alta finança e do globalismo... e quer tirar ao estado-nação o poder de ser o senhor do seu próprio destino!»

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